happy new year, baby


E que venha o ano novo e que eu acredite que tudo é possível, de novo.
No último ano, realizei muitos sonhos e lutei contra o mundo, contra o tempo, contra o preconceito, contra a dor, a saudade, a perda, a falta de Esperança, e até contra o amor. Senti medo pela primeira vez, um medo constante nos ultimos 365 dias.
Descobri que as pessoas são ainda piores do que eu imaginava e que poucos, muito poucos são capazaes de mudar o mundo. Mas que com muita determinação, esses poucos vão mudar - eles só precisam acreditar.
Se em 2011, quem eu amo se afastar, vou tratar de trazer de volta - para de saudade não morrer -, porque um mundo sem amor, não é um mundo onde eu poderia existir. Se eu sentir que tudo vaia acabar, vou fazer a Esperança salvar minha vida de novo. Se tudo ficar preto e branco, vou correr atrás das cores. Se eu ficar sem você, eu vou te procurar em cada canto deste planeta e vou achá-lo. Vou te trazer de volta para poder te chamar de meu, de novo.
Sei que um ano novo não é nescessária mente uma vida nova, mas pode ser - só depende de cada um. Mas mesmo que nós não sejamos pessoas novas, um ano novo traz pessoas, promessas, sonhos, esperanças novas, mas principalmente uma fé renovada e fortalecida e é nela que eu acredito.
Algumas das minhas melhores amigas vão para longe, para tão longe e eu não sei se esses ventos que as levam, também me levaram. Mas nunca desistirei desse laço mágico, mais forte doq ue tudo e protegido pelo destino, se enfraquecer - é um elo invencível.
Sentada na janela do meu apartamento, contemplnado o céu, sou pega de surpresa pelo barulho. E então, os fogos de artifício anunciaram que o ano novo estava presente. Eu me senti feliz, e não com medo como no ultimo ano. Hoje, eu era uma pessoa nova e acreditava mais doq ue tudo no destino.
Não sei que rumo minha vida tomará, nem quem eu serei ano que vem. essa é a maior beleza de um novo ano, o novo, o inédito. E é no novo que eu vou investir e a partir dele que vou conquistar.
Vamos esperar que seja um bom ano.

Yuri, Aragão e eu estávamos na quadra jogando futebol ─ bom, eles jogavam e eu tentava jogar.

Eu estava correndo para pegar a bola do Aragão e dei um carrinho com muita Esperança, que se dissolveu, quando ele me driblou e fez gol. Eu bufei, enquanto o Yuri me ajudava a me levantar, e depois saiu correndo atrás da bola, tentou dar uma driblada no Aragão, mas não conseguiu, e sai bufando, deu uma volta no próprio eixo.

─ Qual é Yuri, você é melhor do que isso! ─ Eu gritei.

─ Falou a boa jogadora ─ Ele ironizou.

Eu parei e o fitei seriamente ofendida. Aragão parou no meio do chute que faria e olhou para mim. Pela cara dele, eu estava com uma expressão assassina. Yuri pareceu desconfortável.

─ Eu não estava sendo irônica. ─ Falei e virei às costas para me afastar deles.

─ Julião ─ Me chamaram pelo meu antigo apelido odiado ─ na verdade, já não me incomodava tanto com ele hoje, me parecia mais um modo carinhoso de me chamar. Mesmo assim, não olhei para eles.

Continuei andando até que senti um par de mãos, um de cada lado, me segurar e me impedir de continuar seguindo.

─ Desculpa ─ Pediu o Yuri com uma vozinha doce. Não em virei.

─ Vai, Julião ─ Aragão me puxou para trás querendo me abraçar. Eu me recusei e tentei continuar seguindo, mas eles apertaram as mãos no meu pulso e no meu braço.

─ Por favor, me desculpa ─ Insistiu Yuri, me abraçando pelas costas. Empinei o nariz e tentei me soltar.

─ Ah, é assim né?! ─ Aragão pegou minhas pernas, o Yuri meus braços e começaram a me balançar no ar como se eu fosse uma criança. Eu sorri inevitavelmente E era bom, era como voar e eu me senti livre e plena. E um pouco tonta. E mais tonta.

─ Para, to tonta ─ Resmunguei.

─ Só vamos para quando você aceitar as desculpas. ─ Aragão respondeu.

Gemi alto por causa da tontura. Era meio agonizante.

─ Por que estão fazendo isso comigo? ─ Gemi de novo.

─ É só você aceitar as desculpas ─ Yuri respondeu.

Bufei. Suspirei. Gemi. Eu era muito orgulhosa, mas ia acabar desmaiando se continuasse assim.

─ Tudo bem, tudo bem! ─ Gritei ─ Eu aceito.

Puseram-me no chão e se entre olharam maliciosamente. Eu mal me recuperei e eles me atacaram me fazendo cosquinhas. Caímos no chão rindo pelas cosquinhas, que eu fazia neles e eles faziam em mim.

De repende ouvimos umas risadas e Larissa, Edith, Thaty e Edith se aproximaram de nós, vindo de trás de umas arvores. Elas riam com tanta vontade, que simplesmente achamos que devíamos rir junto. Só por rir.

Yuri se levantou, aproximou-se de Thaty e começou a fazer cosquinhas nela e eu e Aragão seguimos seu exemplo, fazendo cosquinhas em todas. Rindo, rindo feitos sete maníacos loucos. Por que mesmo? Ah, sim. Porque a vida é bela. E então fizemos mais consquinhas uns nos outros e rimos mais. Gargalhamos mais.

Exausto, contemplamos o céu estrelado que cobria nossas cabeças. Era tudo lindo, como num conto de fadas. Eu via tudo, tudo colorido com um milhão de estrelas e constelações brilhando acima de nós.

Eu senti pela primeira vez na vida que finalmente tinha encontrado o meu lugar naquele mundo. Num planeta, dentre seis bilhões de pessoas, seis bilhões de almas e tudo que eu precisava eram seis. Era o bastante para eu sobreviver.

Se existe a perfeição, ela se resumia a isso

I've just one wish



Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2010

Querido Papai Noel,

O Natal, para muitos é conhecido como o nascimento de cristo, época de dar e receber, da mesa farta, dos presentes, dos abraços e da família. Aprendi muito sobre o Ntal com minhamãe, quando ela me sentava em sue colo e me contava sobre as histórias natalinas, mas ela nunca me ocntou da essência do Natal.
Eu sempre achei que o Natal fosse uma época mágica, é a única noite do ano que tudo é possível, por isso fazemos pedidos para o senhor. Eu descobri a magia do Natal, no ano passado, quando eu pedi o Aro de presente e o sonhor tão bondoso, de-o para mim.
Esse ano, eu vou te pedir algo ainda mais difícil, mas como fui uma boa menina esse ano - sempre boa amiga, educada, sincera e tudo bem que eu aprontei algumas esse ano, mas a intenção não er fazer mal a ninguém, mas simplesmente me divertir - sei que o senhor fará o máximo possível para atender meu pedido.
É difícil, eu sei, mas não há nada que eu queira mais do que o o para sempre dos invencíveis, porque se nós nascemos para mudar o mundo, temos de permanescer juntos, para podermos estar fortes para resistir a tudo. Acredite, ninguém é tão sortudo quanto nós por ter uns aos outros, por existir e por ter essa imensa capacidade de aprender com as experiências de vida.
Nós somos o que somos, feitos desse amor, desse laço que nos uni e eu só queria que o senhor colocasse um veu protetor sobre esse elo, para que nem o tempo, nem a suadade, despedidas, lágrimas, outras pessoas e nada que exista ou venha a existir, seja capaz de abalar esse nosso amor absoluto, único, inegavel e irracional. Nós só queremos um final feliz e parece que por agora, virão muitas tormentas para nos testar. Se for impossível, eu quero que você torne possível, porque não há nada mais importante no mundo para mim, do que essas pessoas.
Faça de nós eternos, pois já somos incríveis,
nós somos os invencíveis e só queremos um final feliz.

"Greeting cards have all been sent The Christmas rush is through But I still have one more wish to make A special one for you Merry Christmas Darling We're apart that's true But I can dream and in my dreams, I'm Christmas-ing with you. The lights on my tree I wish
you could see I wish it every day The logs on the fire fill me with desire To see you and to say That I wish you a merry Christmas Happy New Year, too I've just one wish on this Christmas Eve I wish I were with you The logs on the fire Fill me with desire To see you and to say"

Julia Berbet.

diz que é mentira

Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2010.

Paramore,
O que é ser um fã?
Houve um tempo em que eu pensei que seria gastar milhões em coisas sobre e do meu ídolo, ir a todos os shows, gritar, berrar, chorar e enlouquecer ao vê-los, mas conforme fui amadurecendo e aprendedo , fui percebendo que ser fã não tem a ver com o seu nível de desespero pelo ídolo nem o quanto você o idolatra e beija seus pés. Ser fã é mais do que isso.

Tem a ver com a sensação que você tem quando pensa e vê seu idolo - os mais puros fãs são aqueles que encotram paz e inspiração. E sobre como sua música nos influencia e nos muda, nos torna pessoas melhores e mais fortes.

Como quero ser escritora, busco inspiração na música, que eu acredito ser a poesia ritmada, da vida e foi justamente na música que me encontrei - não em uma música qualquer - , nas músicas do Paramore.
Elas possuem uma magia que me prende a elas e cada letra possui uma variação de lição de vida que muda de acordo com a nossa interpretção. Com um ritmo atraente e viciante, é o encaixe perfeito.
Eu conheço e acompanho o Paramore des de a primeira vez que os ouvi, em 2007. Sei que são só três, dos seis ano da banda, mas mesmo assim, sei que o importante é o amor que eu sinto por vocês, pois de algum modo, você são capazes de tornar o inferno suportável e até feliz.
Eu já passei por uma cota suficientemente grande de coisas na vida, para dizer que as vezes, ficamos tão sem consolo que nem os que mais amamos são capazes de cuidar de nós, mas que quando o meu mundo todo despenca, só há uma coisa capaz de me manter firme, viva: o Paramore. A unidade que Hayley, Jeremy, Taylor, Josh e Zac formam - aliais, formavam. Uma vez, ouvi numa entrevista de vocês, que a banda quase acabou em 2008 e eu achei que essa seria a mior decepção da minha vida, mas como vocês, achei que o Brand New Eyes fosse capaz de curar essas feridas e hoje tenho minha maior decepção, pois me anganei.
Quando soube da notícia, meu mundo despencou, mas só que dessa vez, não havia nada que me segurasse e fosse capaz de me manter, pois tudo que sobrou foram as músicas e o medo, de não existirem novas perolas mágicas como estas.
Eu quero que o Josh e o Zac sigam felizes suas vidas, mas sinto que isso não seja junto com o Taylor, Jeremy e Hayley, porque se houve algo no mundo que mais se aproximasse da perfeição, foi esta formação da banda.
Tenho que dizer que tanto eu, quanto todos os fãs do Paramore estão desapontados e decepicionados com isso tudo, todo esse pandemonio, e que todos eles rezam muito, pedindo que seja mentira, que seja só um pesadelo estúpido para que quando a gente acorde e olhe no site, veja a foto dos cinco sorrindo e sorria junto, só pelo fato de vocês exsitirem. Acho que os Farro podiam ter aguentado um pouco mais e tantado um pouco mais, poderiam ter se pronunciado e não feito como fizeram, não darem uma notícia e nem uma despedida.

Acho que o que mais nos desaponta, é o fato de saírem antes da turnê da America do Sul, porque os fãs brasileiros, como eu, esperam a tanto tempo por vocês que já não sabem o que esperar dessa turnê, se não lagimas e desconcolo. Quero ter o melhor de todos os shows aqui no Rio de Janeiro. Espero que o resto da banda não se altere e nem mude de uma forma negativa com isso e muito menos que o Paramore acabe, porque aí sim, seria o fim do mundo. Me pergunto quem serão os próximos integrantes e se eles serão bons o suficiente para ocupar o lugar dos irmãos.

Eu como fã, me sinto vazia, como se tivesse caído do céu e só queria que vocês ficassem junto, porque é tudo que preciso. Mesmo assim, se J&Z querem ir, então eles devem ir, mas não prometo não chorar, porque minha infelicidade é tamanha, que seria pedir demais de mim. Sei que o Paramore me ensinou muito sobre as mais incríveis coisas e me conquistou para sempre. Faria qualquer coisa para conhecer vocês: Hayley, Jeremy e Taylor. Vocês não sabem o quanto significam para mim! E nem o quanto sou uma pessoa melhor, por culpa de vocês - os cinco na verdade.
Eu não serei a mesma, meu coração não será o mesmo, porque já faz muito tempo que ele bate por vocês, com esse meu amor incondicional e absoluto por cinco pessoas que só conheço por fotos e por letras de músicas, mas que tem a mais bela voz, a mais bela história e fazem parte de algo tão maior para mim, que eu jamais deixarei morrer.

Num mundo onde muita gente é feita de ganancia, modismo, mentiras, farsa, dinheiro e estuídes hipócrita e fútil, eu encontrei vocês, a melhor banda do mundo.
Vocês me fizeram acreditar que contos d efadas, até podem ser possíveis. Muito obrigada por existirem, por escreverem as melhores músicas, por serem pessoas incríveis e principalmente obrigada por mudraem a minha vida,
Julia Berbet

Starland


Capitulo 1 - Bem vinda a Terra das Estrelas
(Parte 4)

- Eu sou um garoto do mundo, mochileiro. Não importa de ond evim, mas sim o que aprendi e para onde vou. Também acredito na lei de causa e efeito e descobri Starland com um coroa com quem troquei idéia na Nova Zelândia. Adoro segredos - desde que eu faça parte deles. Estou em Starland com minha irmã, que também é mochileira. Somos gêmeos. Gosto de aventuras e sou o cara mais destemido que você vai conhecer, acredite, eu não tenho medo de nada. Já me meti em bastante encrenca por isso. Mas não ligo, foi por algo que aacreditava. Persigo muito o que acredito.
Eu sorri encabulada. Sei que quando ele disse que eu era linda, se refiriu a meu interior, não ao meu esterior. Por isso disse o memso, porque era verdade.

- Você é lindo. - Sorri com o canto dos lábios.

- Obrigada - Ele me sorriu em resposta.

- Então, Peter, eu descobri como entrar, mas não como sair. Como eu saio de... Starland? - indaguei ainda meio confusa com aquela parada de "Terra das Estrelas".

- Você descobriu um dos modos de entrar... - Eu o interrompi.

- Como assim um dos modos? Há mais de um? - Arqueei uma sobrancelha.

- Sim. O metodo pelo qual eu vim é o mais comum: um pedio à estrela portal. O seu é o mais raro: portal físico. - Ele explico.

- E como se sai? - Coemcei a brincar com a areia, enchendo a mão e depois deixando-a escorrer, como o tempo.

- Do memso modo como se entrou. Pedido a estrela ou portal físico. É só escolher, mas como os portais físicos são tão raros aqui quanto lá, é mais fácil fazer um pedido. Só olhar para o seu e desejar, as estrelas sempre nos escutam, mas é preciso acreditar, acreditar com toda a fé para elas realizarem um desejo.

- Fé - Repeti pensando nisso.

- Você tem fé? - Ele interpela-me.

- Em Deus? - Eu o fito.

- Fé não é só em Deus. Fé é acreditar, no geral, com muito afinco em alguma coisa. Eu paro por um momento pensando naquilo, se eu tinha fé ou não. E rio.
- Sabe que eu sempre tive fé nas estrelas? - Olho para o céu comtemplando-o. - Meu pái, como você, sempre dizia que só era preciso acreditar com bastante fé e desde piquena me ensionou a fazer pedidos as Estrelas. Eu sempre fiz, mas depois de um tempo parei de fazer, porque parecia que nem um deles se realizava - Supiro ao lembrar de todos os meus pedidos não ralizados.

- Alguns pedios demoram e outros, nem sempre se realizam da forma esperada... Não se desanime por isso. As estrelas sempre escutam você - Ele poem uma mecha do meu cabelo atrás da orelha - , e elas foram feitas para isso. Escutar e realizar. Já ouviu falar de anjo da guarda?

- Já. Um Anjo do céu que cuida de uma pessoa especifica. São reais?

- Não sei. Eu entendo de Estrelas, não de Anjos - Ele ri da propria piada e eu o acompanho - Enfim, dizem que existeme Estrelas como anjos, uma feita para cada pessoa no planeta e elas brilham e reajem de acordo com a pessoa e seus sentimentos.
- Que incrível! E absurdo. Eu acho que eu estou ficando louca aqui.

- Na verdade, aqui, de todos os lugares existentes é uo único lugar capaz de deixar os loucos sãos. O que os enlouquece, é anulado pela mágia das estrelas e como eles desejam, todos eles, ficar sãos, memso que só inconcientemente e acreditam nisso, ficam.

- Tudo mesmo é possível aqui? - Digo abismada com as ultimas afirmações.

- Sim. Acredite, até a imortalidade.
- Tipo, viver para sempre, nunca morrer? - Indago.

- É, isso memso - Responde ele e meu queixo cai.

- Depois te explico melhor isso, vem cá. Vamos escrever na areia. - Ele me levanta.

- Qual palavra? - Pergunto.
- A minha favorita. Fé.
Ele sorri e eu sou levada a sorri. Talvez pela magia do lugar, talvez pela palavra. Ou talvez, seja porque eu estava me apoixonando por ele.

All that's left to do is run


- Como você pode? Ela é só uma adolescente! - Rosalie berra chocada. Ela Mal podia que acreditar que Edward desejava se casar Jane, a irmã de seu marido.
- Uma adolescente estúpida e totalmente crédula! - Zombou Edward.
- E o que você fará depois de casar com ela?
- Pretendo deixar por conta de seus caprichos de menina - Ele da aquele sorriso torto perfeito de cafajeste, que sempre a fez perder o ar.
- Por que está fazendo isso com Pariz? Ora, Edward, se for por vingança será muito baixo de sua parte!
- Rose, tenha bom senso. Me vingar dele por quê? - Edward usou seu melhor tom de sarcasmo.
- Seu ogro! - Ela o empurrou e se virou para voltar ao castelo.
- Você ama seu marido Rose? - Edward perguntou como se já soubesse a resposta. E sabia.
- O quê? - Rosalie se virou meio insegura, pea de surpresa pela pergunta.
- Você não o ama, não é Rose?
- Cale a boca! - Ela irrompeu em fúria plantando do-lhe uma bofetada na face. Depois se virou na diração do castelo e caminhou para afastar-se das palavras dele o mais rápido possível, pois elas trouxeram a tona lembranças do tempo de adolescente, quando conversava com a irmã, Elizabeth, sobre seus sentimentos por Edward. Ela hesitou na caminhada perguntando-se se queria continura aquele caminho e foi suficiente para Edward terminar o que dizia.
- Você sempre me amou, Rose. Sabe disso.
Rosalie era casada com pariz, mais não o amava como devia amar - como se ele fosse o oxigênio -, ele era para ela como um irmão, só isso. E foi sempre Edward que a fez perder o fôlego com sua presença, foi sempre ela que ela amou mais que o sol. Desde de que era criança.
Esqueça isso, sua tola, resmungou para si mesma.
Ao entrar no castelo foi interceptada por um criado que a entregou uma carta de Edward. Ela subiu até seu quarto e abriu na sacada da janela.


Querida Rose, Eles não podem te dizer o que sentir e seus sentimentos nunca mudaram. Ambos sabemos que só existe um homem que você irá amar e este sou eu. E tudo bem, Rose, este amor é reciproco. Então pare de fingir que tudo isto te satisfaz, fuja comigo e eu te compro todos os castelos e todos os vestidos, mesmo que a única coisa que você precise para viver, seja eu. Você só precisar correr, então diga sim e venha a meu encontro, porque eu estarei esperando por você. Do seu amado,
Edward.

E ela correu, como nunca antes, ao encontro do único que já amou e que seria capaz de amar. Esquecendo todos os erros e todos os tropeços, deixando tudo para trás. Porque era inegável, já que ela tentou a vida toda negar aquele amor, a única saída era abraça-lo e se entregar a ele.
E ele a tomou nos braços e a beijou, satisfeito por tê-la enfim em seus braços.
Ela era a única em seu coração.

Now you get to watch her leave





- Lucas, eu não quero você - Eu disse de uma vez, sem muitas voltas, assim que o vi.
- Por que, Luna? - Ele me pergunta com lágrimas nos olhos.
- Eu não posso te dizer o real motivo - Eu respondo, me preparando para dar as costas a ele.
- Espere! - Ele grita. - É uam faca em mim!
- Eu não posso, você me odiaria e eu evitei isso tempo demais para jogar tudo na sua cara agora - Solto a mão dele.
- Volte! - Ele implora.
- Eu não vou - Sinto pena dele, porque o tempo todo foi uma mentira, tudo foi uam mentira.
- Eu te amei tanto, eu fui tudo que você quis de mim, eu me fodi por você o tempo todo enquanto todos me diziam que você não prestava! Eu te amo, Luna! Fica comigo - Ele se ajoelha.
- Não foi - Ele tentou.
- Você é exatamente como eles dizem, Luna - Ele cospe no chão - Uma vaca maldita, hipócrita, que não tem amigos de verdade e só está desesperada por popularidade. Que substitui aqueles que te ama, porque não está satisfeita com ninguém, só com os perfeitos Invencíveis - Ele bateu em meu rosto - Uma piranha vadia!
- Você não devia ter feito isso - Eu digo enfurecida, prestes a quebrar minha promessa de não contar a ele o motivo do fim.
Eu o empurro na árvore, tiro sua blusa, e o beijo, beijo com um desejo falso que nunca existiu, o desejo e sempre, arranho o peito e a barriga malhada dele. Eu permito que ele deslize as mãos pelo meu corpo, finjo tão perfeitamente, minto tão convincentemente, que ele de novo, acredita. Então me afasto de sua boca e sussurro em seu ouvido.
- Sabe aquela sensação quente, de que você esta, como fogo e polvora s econsumindo com a garota dos seus sonhos? - Eu ri, senti a Esperança vindo dele - É uma mentira. - Me afasto , pondo as mãos no peito dele - Você me amou tanto que se sufocou no veneno dele.
Ele me jogou no chão, na grama e tentou tirar minah blusa.
- Você vai ser minha! - Ele disse enfurecido.
- Eu nunca fui. E nunca serei. - O mordo e cravo minhas unhas nos braços dele, sinto elas abrirem caminho pela pele e então algo quente. Sangue.
- É por causa dele, sua vaca? - Ele me segura pelo pulso com força, já de pé.
- Você quer realmente saber? Quer saber de tudo?- Eu rio dele, como ele pode acreditar?
- Quero! - Ele segura meus braços acima da cabeça e tanta me beijar. Desiste por não obter o que quer - DIGA!
- Fique queto e me sinta queimando de amor por ele. - Eu sinto o veneno nas minahs palavras - Porque cada uma das vezes que você me beijou, eu quis ele e senti o gosto dele.
Ele saiu d ecima d emim, rolou para o lado e pos as mãos sobre o rosto.
- Eu sei que tenho um temperamento difícil e que estou terminando com você de novo. Mas dessa vez a culpa não é do meu temperamento - Respiro fundo, olho para ele, que se senta e me olha, pega minhas mãos e faz com que eu me sente.
- Não, a culpa não é sua, é minha. Então por favor fique, não vá! - Ele implora de novo - Não ve o quanto eu te amo? O quanto sou sincero? Por que faz isso comigo?
- Por que eu sou sincera - Tiro minahs mãos das dele.
- Então a culpa é sua - Ele poem a cabeça apoiada nos joelhos.
- Se você quer culpar alguém, culpe a si memso, não a mim! Você que começou tudo isso!
- E você esta terminando!- Ele argumenta.
- Você fala como se isso fosse uam história de maor, uma drama de final feliz!
- E não será?
- Não! - Passo a mão no cabelo - Você começou no dia em que me cobiçou, em que me desejou! Mas eu era de outro e você não devia ter se metido, você não devia ter me iludido! Scontece, que eu nunca deixei de ser dele e memso que eu nunca volte com ele, eu nunca serei sua. Porque não é assim que é para ser!
- Você é memso como eles dizem!
- Já que eu sou assim, vou te dizer o que jurei não dizer - Olho para ele - Você quem pediupor isso, não me culpe. Eu sei que eu fiz coisas, que eu disse coisas, e nós voltamos ao memso padrão, querido. Mas eu nunca fui sua e você se enganou o tempo todo, você acreditou nas mentiras.
Eu sou uam mentirosa!
- Eu amo o jeito como você mente! - Ele chora. - MAs se você tentar ir embora, eu te mato e taco fogo no seu corpo!
- Você pode tentar, mas você me ama demais para me ver queimar - Eu me levanto com a blusa e o casaco na mão - Isso nunca foi um conto de fadas para ter um final feliz. Eu peço desculpas, memso sabendo que é mentira.
- Você está voltando para ele? para os braços dele? Estão juntos de novo? - Ele se atrapalha com as palavras.
- Eu não voltei com ele, mas sempre irei para os braços dele. Ele é o meu mehlor amigo, eu o amo e sempre o amarei. O amo como nunca te amei - Vestida, comecei a dar as costas a ele que se levantou e me assistiu partir, com o coração na mão.



eu só rezo para ficar bem,


Luna? – O meu irmão mais velho, Luc, me chamou pondo a cabeça dentro do meu quarto
Eu estava lendo. Fechei o livro e olhei para ele.
- O PC morreu - Ele disse. Eu não assimilei as palavras de imediato, de modo que demorou alguns segundos até as palavras dele realmente me atingirem.
- Você ouviu direito - Ele falou, diante da minha ausência de resposta.
Olhei para ele erguendo uma sobrancelha, como se dissesse "você só pode estar me zoando".
- O PC inspetor do colégio? - Era o único que eu conhecia, mas parecia difícil de acreditar.
- É, ele mesmo!
Eu entrei no msn mais tarde e fui bombardeada por comentários sobre a morte daquele inspetor, sempre tão simpático, que nos contava sobre a vida dele, ria e zoava com a gente.
Todos os ninks ou subninks tinham uma flor e escrito "LUTO", e "PC descanse em paz". Fizeram comunidades e tópicos no orkut.
Ainda era difícil de acreditar, surreal demais. Afinal, ele tinha um jeito cativante, receptivo. Tratava os alunos de igual para igual, não como subordinador, mas como amigos. Sempre sorria, sempre brincava. Eu nunca vi o PC triste - talvez fosse aquela aura dele que sempre nos fazia sentir que qualquer coisa que acontecesse conosco, não importava, porque no final, tudo ficaria bem.
A morte dele foi um choque - não só para mim, tenho certeza que foi para cada pessoa que já o conheceu. Me fez pensar no quanto a vida é frágil e curta - podendo acabar com um piscar de olhos e nós nem sabemos porque morremos.
Nós vamos todo dia dormir, contando que haverá um amanhã, deixando para depois o que se pode fazer hoje. Nem pensamos que podemos não acordar e deixamos de dizer tantas coisas importantes para as pessoas que amamos.
Talvez nós devêssemos pensar mais antes de agir e agir com o coração. Talvez devêssemos ser mais justos e julgar menos as pessoas. Talvez nós devêssemos dizer mais "eu te amo", mas de forma verdadeira, não como se fosse "bom dia". Talvez devêssemos ser mais simpático com nosso inimigo e ter mais compaixão. Talvez agir mais e falar menos. Sermos mais sinceros, mentir menos, xingar menos, amar mais. Talvez aceitar mais e criticar menos a vida. Talvez aproveitar mais, talvez sermos mais feliz.
Afinal, nunca sabemos quando a vida vai acabar. Ela é frágil e incerta. Pode ser bela e bem vivida, ou doida e desperdiçada - depende de como nós a enfrentaremos. E como o futuro a Deus pertence, eu só rezo para ficar bem.



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Dedico esta postagem ao melhor inspetor, Paulo César, do Colégio Brigadeiro Newton Braga, quer veio a falecer no dia 27/11 de 2010, após ser atropelado no dia anterior, por um motorista de ônibus babaca, que ultrapassou o sinal. Agradeço por todas as alegrias, por todas as risadas, por cada momento difícil compartilhado e pela sua ajuda quando ela foi precisa. Descanse em paz. (F)

Dedico a alguns dos meus preferidos:

1. Do you believe in dreams? - Por A e L Whitesh
2. Vacas Azuis Voadoras - Por Luiza Loureiro
3. A hora do desbafo - Por icognita (?)
4. Casos e Acasos - Por Willian
5. Estrela Cadente - Por Amanda

cara irmãzinha desvirtuada,


Cheguei no meu quarto, tirei o jeans Abercrombie & Fitch e os Manolos. deitei na cama com a calcinha La Perla e a camiseta que tinha comprado amis cedo na Barney's. Estava quase pegando no sono, enquanto as imagens da festa de despedida do verão e minha despedida, dançavam na parte interna de minhas palpebras.
Alguém bate na porta e entra.
- Chegou para a senhorita Yves, não faz muito tempo - Disse a empregada austriaca Beline. Eu não dei muita confiança, queria dormir, estava completamente exausta - São dos gêmeos De Vries.
Aquilo me fez levantar.
- Me dê - pedi estendendo a mão para a carta. Paul e Jared estavam em Yale e eram caluros ano passado, mas esse anos, já eram veteranos e eu seria a irmã caloura gostosa dos veteranos fodoes. Os caras iam cair matando em cima de mim, mas tudo bem.


Cara irmãzinha desvirtuada,

Comemos umas gêmeas ruivas hoje, Você deveria ter vindo na
festa do Antonie, foi muito louca. Sentimos sua falta, você provavelmente teria dançado em cima das mesas com uam garrafa de champange e dado para um cara louro que todas as garotas estavam em cima. Esperamos ver você chegando amanhã. Beijos dos seus irmãos pegadores,
Paul e Jared De Vries.

A carta era o verso de uma foto, dos meus dois gatos caídos e loucos de tão bêbados.Mordi o lábio pensando em escrevera elesum e-mail, já que a carta chegaria depois d emim amanhã. Peguei o Nootbook vermelho e entrei na minah conta.

De: yves@devries.com
Para: paul@dvries.com jared@dvries.com

Caros irmãoszinhos pegadores,

Espero mesmo que essas gêmas sejam boas, porque senão, vou bater em vocês. Vou pegar o Trem na Grand Central Station as 7, então devo chegar as 10 da manhã. Vai dar tempo de preparar minha festa de Boas Vindas com toda a classe e dinheiro que podemos gastar. eu quero conhecer o louro, chamem ele para a festa desde já. A Mit e a Penny me deram uma festa e eu bebi muito e advinhem, danceie m cima da mesa com vodka. Me pegem na estação de New Haven.
beijos da sua irmâzinha desvirtuada,
Yves De Vries.

A festa renderia comentários e eu entraria em Yale com o pé direito, pronta para ser a Queen Y. de lá, como era do Upper East Side.



você e eu,

Rio de janeiro, 18 de novembro de 2010

Querido Aro,

E apesar de tudo e por causa de tudo, você me ensinou muito. Para ser sincera, você é a pessoa que mais me ensinou sobre a vida e meio duro para eu admitir isso, porque você também me decepcionou muito. Sei que ultimamente nós temos brigado muito, eu queria saber o real motivo disso - não é simplesmente diferença de opinião - porque brigar com você, sinceramente, acaba comigo.
Acaba como se o lugar onde você costuma ficar no meu coração começasse a arder e depois o mundo perde a graça. Como se uma das minhas estrelas preferidas do céu, perdesse o brilho (mas quando você ta perto fica tudo bem). É triste, por isso eu odeio brigar com você.
Mas de uns tempos para cá, tem sido inevitável, até a mais simples resposta se torna uma faca voado na direção oposta. Não é justo que tudo tome esse rumo, depois de tantos e tantos momentos juntos e felizes. Porque você faz parte da minha vida e mesmo que eu quisesse tirá-lo, não poderia. Você está associado a tudo que mais amo.
Você tem a capacidade incrível de me irritar, me deixar triste, me alegrar, que ni
nguém mais tem (you are the only exception (8) , e para ser sincera eu nem sei como você consegue isso, porque você faz sem tentar. Você ainda é presente na minha vida, mesmo com todas as brigas e todas as discussões, mas parece que tudo vai acabar com um final trágico - você saindo do colégio e nós dois brigados. Embora seja esse o caminho - quase? - inevitável, se for mesmo um fim e se tiver que acabar eu não quero que acabe assim.
Sei que não quero acabar tendo que dizer que te odeio, porque seria crueldade da minha parte. Não se engane, não é que você não mereça minha amizade, é só que nós dois já fizemos muitas besteira, no caminho que já era difícil, sabe-se lá como, nós o dificultamos mais ainda e perdemos o controle, e como um carro sem controle nossa amizade segue pela estrada prestes a bater num poste, a causar um acidente e então tudo irá pelos ares. É só que eu gostei, ou gosto muito de você para ver tudo que vivemos, as alegrias e tristezas, o que eu aprendi e o quanto eu mudei com você ser em vão, não valer a pena. Talvez eu minta ao dizer isso, mas eu quero tanto que ainda seja verdade, que minto feliz – em borá odeie mentir – : eu te amo , Aro Pontielli, o que você é para mim, ninguém jamais será. Dane-se os erros dos outros e os nossos erros, vamos recomeçar, você e eu? Amigos como no ano passado, como tudo deve ser?
É, acho que eu não minto ao dizer: eu te amo.
Se for para ter um final, que seja um final feliz.

da sua querida atrapalhada pela vida,


Luna Waldorf ;*

Hoje,


Querido Aro,

Hoje faz um ano que nós começamos a ficar. Lembro como se fosse hoje todos os acontecimentos anteriores. Eu terminando com o Nate, a Lara me contando de você e nós dois atrás do estacionamento do colégio - vulgo surubão - meio sem jeito, sem saber o que falar, sem coragem de olhar uma para o outro.
Você pegou minha mão, me levantou do chão, passsou a mão na minha franja, tirando-a dos meus olhos e me olhou docemente, de um jeito que só você foi capaz de me olhar, como se eu fosse o melhor de todos os prêmios.
Me envolveu nos braços e me beijou, seu beijo como poesia em meus lábios, foi fácil como respirar, de uma maneira instintiva e doce.
Doce como os dias que se seguiram, sob o sol com os beijos e todos os desejos.
Alguns deles me confundiram, pois ambos somos pessoas muito difíceis, me tiraram o caminho certo. Sei que tudo tomou um rumo diferente, que as coisas não são como deveriam ser, me desculpo por isso e por todas as vezes que tentei desfazer os nós que fiz, tocando novamene em nossas feridas, não permitindo que elas cicatrizem. Mas às vezes, não tocar no assunto é a melhor coisa a fazer.
Se eu soubesse como, juro que voltaria no tempo, e traria de volta as boas lembranças... Nós dois
na quadra poliesportiva do colégio, eu deitada sobre seu peito, escutando atenta seu coração bater, bater e bater mais forte. Fazendo promessas que não seriamos capazes de cumprir, só para ver nossos sonhos e Esperanças se dissipando com o vento e o passar do tempo. Se eu soubesse como, eu faria tudo dar certo, arrumaria um meio de todos nós termos nosso ''felizes para sempre'' , embora eu saiba melhor do que ninguém que contos de fada não existem.
Se eu ... Tantas coisas eu faria... Dividiria mais um milhão de lágrimas com você, brincaria d eroubar beijos e sairia correndo de encontro aos seus braços... Se...
Cansei de todos os se, hoje eu quero o hoje e nada mais. Cansei das fantasias. Hoje, faz um ano que nós começamos. Hoje, como a um ano eu me preparo para me despedir e dessa vez, que quero dizer adeus.
Porque eu não sei mais viver sem você, te olhar todos os dias e descobrir de novo que nenhuma Esperança negada o trará de volta.
Hoje faz um ano de nós dois, eu faço o memso pedido para a minha estrela: cuide do Aro, de-lhe um final feliz, memso que este não seja comigo.


''A velha novidade parece repetir um conto perdido que fez você partir''

beijosmil,
Luna Waldorf

Starland


Capitulo 1 - Bem vinda a Terra das Estrelas
(Parte 3)


- Como assim tudo é possível? Você está me zoando? - Eu o olhei com desconfiança.
- É, tudo é possível. Nunca ouviu falar que existe uam dimesão dos sonhos? Este é um mito sobre o verdadeiro significado daqui. É o mudno das estrelas. Você faz desejos as estrelas?
- Faço - Confessei.

- Então, por isso deram este nome a este lugar. Aqui pode existir tudo que você desejar. - Ele sorriu secretemente, como de uma piada que só ele conhecia. - quer ver?

- Quero - Admiti. Ele pos os braços atrás do corpo e eu tentei olhar.
- Não vale olhar - Ele advertiu. Então fiquei em sua frente e esperei alguns segundo, até que de trás do corpo, ele tirou uma estrela do mar. O que fazia completo sentido - já estavámos na praia. Mas ainda assim, como ele conseguiu aquela estrela, sem nada fazer? Ele nem se moveu!
- Você... O quê? Co-como... você? - Eu gaguejava tentando entender. Seria possível àquilo? - Como é possível? Você não fez nada... e...
Ele pos a delicada estrela dor mar, que se contorcia, na minha palma da mão. Fitou-a por um momento e disse:
- Tudo é possível, desde que você acredite que é. - O sorriso em sua voz era nítido e ancantador. Ele me ajudou a deixar as ondas levarem a estrela do mar, sentou-se comigo na beira das ondas, onde elas podiam tocar nossos pés e me fitou. - Vamos aos poucos, ok? Primeiro me diga quem você é.
- Krista, ora!

- Eu sei seu nome, mas não quem você é. O que gosta, o que acredita, o que aprendeu... sabe?!
- Aah - Refleti por um momento - Eu sou Krista, adoro dançar, vivo em festa e sou a provavel garota mais popular do colégio. Tipo a Rainha de Gelo do ensino Médio. As pessoas costumam formar uma opinião errada sobre mim, sem me conhecer. Eu detesto isso. Sei que sou meio má, mas não faço mal aos outros. Sou a favor da lei de causa e efeito, sabe. Tudo que você faz volta vezes tres para você. Sou má porque gosto de me divertir, zoo a plebe, falo mal de quem desprezo e sou completamente odiada. Mas não ligo, porque eu me importo com os meus amigos e como que eles pensam de mim, apenas eles. Sei que há uma diferença entre amigos falsos, que se fingem de amigos mas não são, e aqueles que são realmente meus amigos. Tem àqueles que querem popularidade por associação. Mantenho meu amigos perto e meus inimigos mais perto ainda, esse que costumam pensar que sou tola, só porque deixo-os acreditar que estão por cima e quando eles se tornam demasiados prepotentes, eu os derrubo e.... - Percebi que tagarelava. - Acho que eu sou assim, ou parte de mim é assim. Sei lá. - Dei de eombros. Ele riu, o som da risada dele me fascinou.
- Muito prazer, Krista. Você é linda.
Eu tentei reter o rubor, como tento fazer desde a Junior High, ser popular e ficar vermelha feito um tomate, não dava muito certo junto e de mão dada.
- Obrigada - fitei ao longe o horizonte. Era realmente lindo. As águas começavam cristalinas e escurecial até ficar azul royal, com um certo brilho... azul oceânico.
- E você Peter, quem é você?

Starland



Capitulo 1 - Bem vinda a Terra das Estrelas
(Parte 2)


Eu não soube bem o que dizer, nem o que pensar. Ele se encaixava com perfeição a beleza daquele lugra, que me parecia todo cheio de magia.

- Eeer - Eu comecei a dizer, mas não tinhanada em mente. E ele começou a rir. E seu sorriso era lindo, juro que poderia iluminar toda uma cidade.
- Tudo bem com você? - Ele parecia sinceramente preucupado - Rá, acho que só esta meio confusa... Néh?! - E que voz de sopreno! - Eu sou Peter. E você é...?
- Eu sou Krista. - Disse finalmente. Juro que não sou de ficar impressionada com garotos, mas aquele era diferente. eu olhei em seus olhos e desci avaliando minuciosa e descretamente sue corpo, de fato, ele era gosto pra caramba!
- E aí, você se materializou... ou o que? - Ele indicou para que seguissemos para entre as colinas. devia querer ir a praia. eu o segui.
- Eu fiz o quê? - Quepapo é esse de materialização? Ele devia achar que eu tinha cara de mágica, haha.
- Sabe - Ele balançou a cabeça -, como você chegou aqui. - Ele explicou.
Eu pensei por um minuto e num flash de percepção, percebi que eu entrei na casa desconhecida e provavelmente mal-assombrada. E eu cai numa caixa?
- Eu acho que estou louca - Pus as mãos na cabeça e sacudi levemente tentando em lambrar d emais alguma coisa, obter alguma resposta de como tinha ido para naquele lugar.
- Por quê? - Perguntou ele sem nada entender.
- Porque eu acho que caí numa caixa - Eu fitei o longe, já estavamos quase entre as colinas.
- Sério?
- Eu acho que sim...
- Nossa - Ele sorriu.
- O que isso quer dizer? - Eu cai numa caixa e vim parar aqui, sou doida. Ponto.
- Quevocê achou uam das raras e desconhecidas passagens para Starland, e pela sua reação, nem sabia que elas existiam. Muito memso que Starland existia!
- Starland? - Terra das Estrelas, como ele mencionou?
- A Terra das Estrelas, o lugar onde tuso é possível!

Perdão


Nós chegamos ao fim da linha e eu lamento por tudo isso. Não por nos dois, mas pelo que esteve no meio, pelo terceiro angulo, quando tinhamos de ser nois dois todo o tempo.
Se uma estrela cruzar meu céu, se fou uma estrela cadente, ou a que mais brilhar - o que vier primeiro - eu vou fazer um único pedido: Que você seja feliz, meu amor.
Há um tempo atrás eu pediria você, como pedi no ultimo Natal - embora eu tenha te ganhado, eu talvez não seja o melhor para você. Eu parti sue coração e lamento isto mais do que tudo. O erro foi todo meu, a culpa é toda minha. Não vou mais fugir disso.
Você esta com a razão, mesmo não podendo me julgar - voce quase fez o memso que eu - vou deixar que me julgue. Vou deixar que faça o que quiser comigo, eu mereço.
Só não quebre a promessa que me fez, seja melhor o que eu - eu prometi não te magoar, e te qubrei em mil pedaços.
Eu sorri na despedida por você, para voce não sentir que eu sofri.
Agora você se foi pra algum lugar onde não posso te trazer de volta.
Peço perdão, espero que você repense sua escolha, pois mudará nossa vida por completo.
E eu te amo, A.

Sonho de uma noite de verão




Capitulo 1 - Estrela Cadente

''What would you wish for if you had one chance?
''

Nossos corpos estavam colididos de tal forma que tudo ao nosso redor estava completamente Brilhando escuro, como se nós fossemos as estrelas, Brilhando, Brilhando, Brilhando... na escuridão da noite. Éramos eu e ela, juntos num só movimento, nós quebramos toda e qualquer teoria física, cujo diz que dois corpos não ocupam o mesmo ser, e no entanto, nós éramos o mesmo ser.

Ele beijou meus lábios e deliciando-se com meu suspiro... Eu senti que estávamos numa conexão tão absurda, que até mesmo o piscar de seus olhos, formaram um som tão ensurdecedor, encantador o brilho dos olhos verde, como os verdes mares caribenhos.
Eu a beijei, e o gosto de sua língua fez meu corpo entrar em combustão, ferver. Eu quis ser dela mais do que nunca.

Mordisquei seu lábio inferior e sai correndo pelo longo prado.

Nunca havia percebido seu escultural corpo, agora acho que a partir do nosso beijo, houve uma incrível conexão, basicamente um elo foi selado.

-Você não me pega! - Gritei as três metros de distância dele, já correndo e esperando que ele viesse atrás de mim.

Decidi correr ao meu máximo, sempre almejando-a, de repente, quando dei por mim, ela estava presa aos meus braços como um leão preso a sua presa, agarrando-a com "unhas e dentes".

Eu não esperava pelo toque dele, a surpresa me fez cair na grama com todo aquele corpo musculoso em cima do meu corpo.

Beijando-a compulsivamente, nosso beijo era como fogo ardente, era como um vulcão em erupção.

Nós eramos o vulcão em erupção.

Ele deslizou a mão de minha nuca, fasendo todo o caminho até meu quadril, levantou meu corpo e delizou a mão pela parte de trás, pela minha bunda, a mão parou na parte interior da minha coxa.

Percebi toda sua euforia, ao sentir meu toque por seu corpo, naquele momento uma leve obseção circulou por meu interior, e infiltrando-se em meu sangue me fazendo ir a loucura.

Ele rancou minha blusa tão depressa que só me dei conta quando ele beijava meu pescoço, descendo para meus seios.


_____________________

Em primeiro lugar, mil desculpas pela ausência. Estava de castiguinho - não me pergunte por quê. Mas aí, que eu voltei para nunca mais ter de ir, e eu estou aqui. Comunicado¹ : Não postarei mais a história do livro quatro, da série Os Invencíveis - vulgo O meu melhor amigo - E nós seremos um sonho. Por quê? Eu sei que devem estar curiosos e tristes, até. Mas é porque a história está maior doq ue eu imaginava, então, quando eu terminar de escrever e digitar, vou disponibilizar o donwload no Bookes. Sorry, mas prometo que não demoro ;/. Comunicado² : No lugar, vou postar minha parceria com o meu querido amigo e colega de turma, Willian. A história acima é sóa primeira parte de Sonho de uma noite de verão.
E por última, mas não menos importante, uma amigo meu - Nando (Cachorrão) Skinner, começou um blog meu podrezinho, mas super divertido para queles que já tem mentalidade para isso: o Diretor Skinner, então tem uam passada por lá e comentem, porque sempre é bom ouvir críticas construtivas, :D
Beijos e boa sorte com suas vidas (ý

E nós seremos um sonho

Capitulo II - Mudanças (Parte 7)


Não corri, agi casualmente, passei o celular ao amigo da Marina e continuei conversar normalmente. A Thais estava falando com você, a Marina foi falar com a Thais e eu finji que tinha algo para falar com a MArina, só para ver como ele tiha ido na prova, como não consegui pensar em nada, depois que ela olhou paramim por eu ter chamado seu nome eu disse que tinah esquecido, acabei indo andar com a Marina, tendo uma vaga ideia pelo que ela me contou, que ele não foi muito bem na prova.
Passamos em frente ao auditorio, onde as provas ainda estavam sendo aplicadas, e o Pedro lá dentro fazendo. Tremi de nervoso junto com a Mar, quando ele olhou para nós duas.
- Andando, andando ! - O inspetor apelidado de total-flex, porque de faxineiro foi a tio da cantina, e agora era inspetor, disse nos fazendo praguejar sua vida em silêncio. Saímos raivosa e batendo o pé.
Eu consegui passar pelo portão da escola sem ser vista pelo inspetor e levei a Mar até a passarela, quando o sinal soou, fazendo-a me obrigar a voltar para assistir aula.
Eu fui, assisti o primeiro tempo que era de Sala de Leitura e, como a professora liberou cedo, corri para a frente do auditorio para ver se o Pedro já havia acabado. Não tinha, aquilo me deixou louca, mas me aliviei ao pensar que embora ela deva estar tendo duvida, pelo menos não esta fazendo com pressa.
Andei de um lado para o outro na frente da porta, quase roi a s unhas e ranquei o pouco esmalte que sobreviveu, ao meu ataque de nervoso, mais cedo. Os meus amigos falavam comigo, diziam para eu ficar calma, iam para sala, voltavam. O Aro parou ao lado do bebedouro, a Rayanne o cumprimentou.
- Ontem você não passou aqui no colégio? - Ela perguntou, por causa da nossa discussãozinha das ultimas quintas.
- Estava - Ele respondeu sem entender o motivo da pergunta.
- Viu? - A RAyanne olhou para mim dizendo mentalmente ''eu não te disse?''
Eu ignorei, como se não tivesse ouvido a conversa, continuando meu trajeto na porta.
Uns 5 minutos depois o sinal bateu, Pedro não saiu e eu fiquei lá. Mas 5 minutos, quando eu já não o observava mais, ele se levantou, percebi pela visão periferica e me pus de frente para a porta. Aro s eaproximou, mas não falou comigo - como se ele fosse um dia falar por vontade propia.
Quando a porta abriu, eu pulei nos braços do pedro, quase chorando. E por mais que pareça exagero meu, não era. Ele podia mesmo repitir de nao por aquela prova, por todas aquelas provas, oq ue me deixava sempre aflita, sem descanço, sempre pensando se ele estaria perdido de vez.
Apertei meu amigo entre meus braços com muita força, beijei sua face, ele retribui o beijo e o abraço e nós sorrimos mutuamente.
- Como foi?
- Mais ou menos

Rainhas Infernais




Let's play a LoveGame


(Parte 2)



E quando ela estava prestes a beija-lo, Luna tirou o IPhone do bolso e olhou as horas.

- Tenho que ir para o ponto de taxi, vou a Barneys. - Ela se despediu de Rodrigo e Paulo e seguiu puxando Nate pela alça da mochila Nike, de fundo preto, com setas duplas vermelhas, amarelas e azuis.
Ele tentou deslizar a mão sobre o corpo dela, novamente, subindo em direção o top branco de alcinhas, em direção ao sutiã. E ela novamente o deteve e mordeu os lábios deliciando-se com a situação.
Eles chegaram no ponto, as mãos dele na parte de trás do quadril dela, observando se vinha algum taxi pela Quinta Avenida. Nate chegou perto do ouvido dela e sussurrou delicadamente.
- Posso falar - A voz grossa dizendo as primeiras palavras de uma música um tanto pervertida, mas que descrevia bem as coisas entre eles - Quero te dar.
Nate estava enfurecido de vontade de deslizar a mão por sobre aquele corpo, o comprimindo contra o propio.
Só tamanho cachorro masoquista, poderia amar tamanha vaca maldita narcizista.
Talvez ela tivesse acaba com os joguinhos de sedução e dado uns amassos, se um taxi não tivesse parado naquele momento. Ou talvez ela tivesse cravado as unhas perfeitamente manicuradas no belo rosto dele e continuado com as brincadeiras.
Nunca se sabe, Luna Waldorf é definitivamente uma caixinha de surpresas. Ou melhor, uma caixa de pandora, prestes a ser destampada e liberar sobre a Terra os piores males já vistos.



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Meus queridos e queridas, tudo bom? Quanto tempo que não lhes deixo um recado, né?! Então, estou aqui por um único motivo: explicações a serem dadas. Em primero lugar quero deixar bem claro uma coisa, plágio é crime e eu recrimino odiosamente esta pratica (Ouviu Mylena?)
O caso é que uma menina do meu colégio, tem um blog chamado Untitled , que eu até não tinha nada contra ela e báh. Só que ai, descobri que ela pegou a minha parceria com a Amanda do blog Estrela e pos no Quem Sou Eu dela, sem os créditos, sem me pedir permissão, e nem a da minha parceira de post. Essa minha parceira, foi tirar a história a limpo e a garota, disse que tinha me pedido permissão, mas não pediu. e agora ta dizendo por aí, que eu dei permissão. Mas peço a compreensão de vocês ao lerem isto, já que uma outra menina do meu colégio que tem um blog que eu acho que foi desativado (se não dava o link), também pegava os meus post e colo9cava no blog dela, me pediu permissão e sempre colocava os créditos. Então digo que não faz sentido, essa garota sair por aí me pondo como a vilã da história, sendo que foi ela que agiu de forma errada.
E digo de novo, Mylena, se você não tem criatividade, o problema é todo seu. Eu até deixaria você pegar minhas postagens se pusse os créditos, mas como você só não passa de uma ezibida que se diz tão original, enquanto copia o post dos outros, só sonhe com seu templante, porque é só em sonhos que você irá te-lo.
Um beijo a todos os meus queridos leitores, agradeço a atenção e descilpe o tamanho do bilhete. Beijos, amo vocês!

Rainhas Infernais

Let's play a LoveGame




Luna estava encostada no poste, coversando com Rodrigo e Paulo, sobre livros e autores.
Que menina culta, oh!
Nate se aproximou, passando a mão sobre sua cintura e disse:
- Oi - O costumeiro sorirso malicioso e secreto estava nos lábios dele.
- Oi, Cachorrao - Respondeu ela casualmente.
- Cachorrão? - Perguntou Paulo.
- É - Ela respondeu - É exatamente o que ele é.
- Elas não rsistem - Valgloriou-se Nate.
- Eu resisto - Retrucou Luna.
- Mas você já provou - Ele insistiu, achando que a ganharia com aquele argumento.
Como se ele não a conhecesse bem o suficiente, para saber que ela sempre saia por cima.
- Eu provei e te chutei - disse ela mostrando a diferença entre si e todas as outras. Luna foi quem chutou Nate, e não o contrário, como costumava acontecer. Ele pegava e jogava fora todas, mas como ele eram tão similares em um ponto - colecionadores de corações -, sempre voltavam aos joguinhos divertidos.
- Aposto que você não pega minha prima - Disse um garoto da 8D que se aproximou dos quatro.
- Eu pego! - Disse Nate convicto de sua lábia, beleza e charme.
E pegaria mesmo, com o cabelo castanho, a pele branca assim comoa de Luna, 1,70 de musculos, peitoril definido, barriga de tanquinho e uma bunda bem gostosinha. Nate era tipo um dos garotos mais gostosos e lindo do Ensino Fundamental.
- Ele pega! - Luna confirmou. - Sabe quantas ele pegou na Matine do Raves? Vinte e uma!
- Vinte e uma! - Nate repetiu.
A essa altura, Nate decia com um dedo de cada vez pela silhueta de Luna. Ela segurou a mão dele. Ele se abaixou para ficar da altura dela, pedindo um beijo com os labios rosados formando um biquinho. Luna se aproximou, umideceu os lábios pintados de Chanel Vamp, aproximando se dele cada vez mais.
Isso, pensou Nate, me beija!
E quando ela estava prestes a beija-lo, Luna tirou o IPhone do bolso e olhou as horas.
- Tenho que ir para o ponto de taxi, vou a Barneys. - Ela se despediu de Rodrigo e Paulo e seguiu puxando Nate pela alça da mochila Nike, de fundo preto, com setas duplas vermelhas, amarelas e azuis.
Ele tentou deslizar a mão sobre o corpo dela, novamente, subindo em direção o top branco de alcinhas, em direção ao sutiã. E ela novamente o deteve e mordeu os lábios deliciando-se com a situação.
Eles chegaram no ponto, as mãos dele na parte de trás do quadril dela, observando se vinha algum taxi pela Quinta Avenida. Nate chegou perto do ouvido dela e sussurrou delicadamente.
- Posso falar - A voz grossa dizendo as primeiras palavras de uma música um tanto pervertida, mas que descrevia bem as coisas entre eles - Quero te dar.
Nate estava enfurecido de vontade de deslizar a mão por sobre aquele corpo, o comprimindo contra o propio.
Só tamanho cachorro masoquista, poderia amar tamanha vaca maldita narcizista.
Talvez ela tivesse acaba com os joguinhos de sedução e dado uns amassos, se um taxi não tivesse parado naquele momento. Ou talvez ela tivesse cravado as unhas perfeitamente manicuradas no belo rosto dele e continuado com as brincadeiras.
Nunca se sabe, Luna Waldorf é definitivamente uma caixinha de surpresas. Ou melhor, uma caixa de pandora, prestes a ser destampada e liberar sobre a Terra os piores males já vistos.
 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana