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happy new year, baby


E que venha o ano novo e que eu acredite que tudo é possível, de novo.
No último ano, realizei muitos sonhos e lutei contra o mundo, contra o tempo, contra o preconceito, contra a dor, a saudade, a perda, a falta de Esperança, e até contra o amor. Senti medo pela primeira vez, um medo constante nos ultimos 365 dias.
Descobri que as pessoas são ainda piores do que eu imaginava e que poucos, muito poucos são capazaes de mudar o mundo. Mas que com muita determinação, esses poucos vão mudar - eles só precisam acreditar.
Se em 2011, quem eu amo se afastar, vou tratar de trazer de volta - para de saudade não morrer -, porque um mundo sem amor, não é um mundo onde eu poderia existir. Se eu sentir que tudo vaia acabar, vou fazer a Esperança salvar minha vida de novo. Se tudo ficar preto e branco, vou correr atrás das cores. Se eu ficar sem você, eu vou te procurar em cada canto deste planeta e vou achá-lo. Vou te trazer de volta para poder te chamar de meu, de novo.
Sei que um ano novo não é nescessária mente uma vida nova, mas pode ser - só depende de cada um. Mas mesmo que nós não sejamos pessoas novas, um ano novo traz pessoas, promessas, sonhos, esperanças novas, mas principalmente uma fé renovada e fortalecida e é nela que eu acredito.
Algumas das minhas melhores amigas vão para longe, para tão longe e eu não sei se esses ventos que as levam, também me levaram. Mas nunca desistirei desse laço mágico, mais forte doq ue tudo e protegido pelo destino, se enfraquecer - é um elo invencível.
Sentada na janela do meu apartamento, contemplnado o céu, sou pega de surpresa pelo barulho. E então, os fogos de artifício anunciaram que o ano novo estava presente. Eu me senti feliz, e não com medo como no ultimo ano. Hoje, eu era uma pessoa nova e acreditava mais doq ue tudo no destino.
Não sei que rumo minha vida tomará, nem quem eu serei ano que vem. essa é a maior beleza de um novo ano, o novo, o inédito. E é no novo que eu vou investir e a partir dele que vou conquistar.
Vamos esperar que seja um bom ano.

All that's left to do is run


- Como você pode? Ela é só uma adolescente! - Rosalie berra chocada. Ela Mal podia que acreditar que Edward desejava se casar Jane, a irmã de seu marido.
- Uma adolescente estúpida e totalmente crédula! - Zombou Edward.
- E o que você fará depois de casar com ela?
- Pretendo deixar por conta de seus caprichos de menina - Ele da aquele sorriso torto perfeito de cafajeste, que sempre a fez perder o ar.
- Por que está fazendo isso com Pariz? Ora, Edward, se for por vingança será muito baixo de sua parte!
- Rose, tenha bom senso. Me vingar dele por quê? - Edward usou seu melhor tom de sarcasmo.
- Seu ogro! - Ela o empurrou e se virou para voltar ao castelo.
- Você ama seu marido Rose? - Edward perguntou como se já soubesse a resposta. E sabia.
- O quê? - Rosalie se virou meio insegura, pea de surpresa pela pergunta.
- Você não o ama, não é Rose?
- Cale a boca! - Ela irrompeu em fúria plantando do-lhe uma bofetada na face. Depois se virou na diração do castelo e caminhou para afastar-se das palavras dele o mais rápido possível, pois elas trouxeram a tona lembranças do tempo de adolescente, quando conversava com a irmã, Elizabeth, sobre seus sentimentos por Edward. Ela hesitou na caminhada perguntando-se se queria continura aquele caminho e foi suficiente para Edward terminar o que dizia.
- Você sempre me amou, Rose. Sabe disso.
Rosalie era casada com pariz, mais não o amava como devia amar - como se ele fosse o oxigênio -, ele era para ela como um irmão, só isso. E foi sempre Edward que a fez perder o fôlego com sua presença, foi sempre ela que ela amou mais que o sol. Desde de que era criança.
Esqueça isso, sua tola, resmungou para si mesma.
Ao entrar no castelo foi interceptada por um criado que a entregou uma carta de Edward. Ela subiu até seu quarto e abriu na sacada da janela.


Querida Rose, Eles não podem te dizer o que sentir e seus sentimentos nunca mudaram. Ambos sabemos que só existe um homem que você irá amar e este sou eu. E tudo bem, Rose, este amor é reciproco. Então pare de fingir que tudo isto te satisfaz, fuja comigo e eu te compro todos os castelos e todos os vestidos, mesmo que a única coisa que você precise para viver, seja eu. Você só precisar correr, então diga sim e venha a meu encontro, porque eu estarei esperando por você. Do seu amado,
Edward.

E ela correu, como nunca antes, ao encontro do único que já amou e que seria capaz de amar. Esquecendo todos os erros e todos os tropeços, deixando tudo para trás. Porque era inegável, já que ela tentou a vida toda negar aquele amor, a única saída era abraça-lo e se entregar a ele.
E ele a tomou nos braços e a beijou, satisfeito por tê-la enfim em seus braços.
Ela era a única em seu coração.

Now you get to watch her leave





- Lucas, eu não quero você - Eu disse de uma vez, sem muitas voltas, assim que o vi.
- Por que, Luna? - Ele me pergunta com lágrimas nos olhos.
- Eu não posso te dizer o real motivo - Eu respondo, me preparando para dar as costas a ele.
- Espere! - Ele grita. - É uam faca em mim!
- Eu não posso, você me odiaria e eu evitei isso tempo demais para jogar tudo na sua cara agora - Solto a mão dele.
- Volte! - Ele implora.
- Eu não vou - Sinto pena dele, porque o tempo todo foi uma mentira, tudo foi uam mentira.
- Eu te amei tanto, eu fui tudo que você quis de mim, eu me fodi por você o tempo todo enquanto todos me diziam que você não prestava! Eu te amo, Luna! Fica comigo - Ele se ajoelha.
- Não foi - Ele tentou.
- Você é exatamente como eles dizem, Luna - Ele cospe no chão - Uma vaca maldita, hipócrita, que não tem amigos de verdade e só está desesperada por popularidade. Que substitui aqueles que te ama, porque não está satisfeita com ninguém, só com os perfeitos Invencíveis - Ele bateu em meu rosto - Uma piranha vadia!
- Você não devia ter feito isso - Eu digo enfurecida, prestes a quebrar minha promessa de não contar a ele o motivo do fim.
Eu o empurro na árvore, tiro sua blusa, e o beijo, beijo com um desejo falso que nunca existiu, o desejo e sempre, arranho o peito e a barriga malhada dele. Eu permito que ele deslize as mãos pelo meu corpo, finjo tão perfeitamente, minto tão convincentemente, que ele de novo, acredita. Então me afasto de sua boca e sussurro em seu ouvido.
- Sabe aquela sensação quente, de que você esta, como fogo e polvora s econsumindo com a garota dos seus sonhos? - Eu ri, senti a Esperança vindo dele - É uma mentira. - Me afasto , pondo as mãos no peito dele - Você me amou tanto que se sufocou no veneno dele.
Ele me jogou no chão, na grama e tentou tirar minah blusa.
- Você vai ser minha! - Ele disse enfurecido.
- Eu nunca fui. E nunca serei. - O mordo e cravo minhas unhas nos braços dele, sinto elas abrirem caminho pela pele e então algo quente. Sangue.
- É por causa dele, sua vaca? - Ele me segura pelo pulso com força, já de pé.
- Você quer realmente saber? Quer saber de tudo?- Eu rio dele, como ele pode acreditar?
- Quero! - Ele segura meus braços acima da cabeça e tanta me beijar. Desiste por não obter o que quer - DIGA!
- Fique queto e me sinta queimando de amor por ele. - Eu sinto o veneno nas minahs palavras - Porque cada uma das vezes que você me beijou, eu quis ele e senti o gosto dele.
Ele saiu d ecima d emim, rolou para o lado e pos as mãos sobre o rosto.
- Eu sei que tenho um temperamento difícil e que estou terminando com você de novo. Mas dessa vez a culpa não é do meu temperamento - Respiro fundo, olho para ele, que se senta e me olha, pega minhas mãos e faz com que eu me sente.
- Não, a culpa não é sua, é minha. Então por favor fique, não vá! - Ele implora de novo - Não ve o quanto eu te amo? O quanto sou sincero? Por que faz isso comigo?
- Por que eu sou sincera - Tiro minahs mãos das dele.
- Então a culpa é sua - Ele poem a cabeça apoiada nos joelhos.
- Se você quer culpar alguém, culpe a si memso, não a mim! Você que começou tudo isso!
- E você esta terminando!- Ele argumenta.
- Você fala como se isso fosse uam história de maor, uma drama de final feliz!
- E não será?
- Não! - Passo a mão no cabelo - Você começou no dia em que me cobiçou, em que me desejou! Mas eu era de outro e você não devia ter se metido, você não devia ter me iludido! Scontece, que eu nunca deixei de ser dele e memso que eu nunca volte com ele, eu nunca serei sua. Porque não é assim que é para ser!
- Você é memso como eles dizem!
- Já que eu sou assim, vou te dizer o que jurei não dizer - Olho para ele - Você quem pediupor isso, não me culpe. Eu sei que eu fiz coisas, que eu disse coisas, e nós voltamos ao memso padrão, querido. Mas eu nunca fui sua e você se enganou o tempo todo, você acreditou nas mentiras.
Eu sou uam mentirosa!
- Eu amo o jeito como você mente! - Ele chora. - MAs se você tentar ir embora, eu te mato e taco fogo no seu corpo!
- Você pode tentar, mas você me ama demais para me ver queimar - Eu me levanto com a blusa e o casaco na mão - Isso nunca foi um conto de fadas para ter um final feliz. Eu peço desculpas, memso sabendo que é mentira.
- Você está voltando para ele? para os braços dele? Estão juntos de novo? - Ele se atrapalha com as palavras.
- Eu não voltei com ele, mas sempre irei para os braços dele. Ele é o meu mehlor amigo, eu o amo e sempre o amarei. O amo como nunca te amei - Vestida, comecei a dar as costas a ele que se levantou e me assistiu partir, com o coração na mão.



eu só rezo para ficar bem,


Luna? – O meu irmão mais velho, Luc, me chamou pondo a cabeça dentro do meu quarto
Eu estava lendo. Fechei o livro e olhei para ele.
- O PC morreu - Ele disse. Eu não assimilei as palavras de imediato, de modo que demorou alguns segundos até as palavras dele realmente me atingirem.
- Você ouviu direito - Ele falou, diante da minha ausência de resposta.
Olhei para ele erguendo uma sobrancelha, como se dissesse "você só pode estar me zoando".
- O PC inspetor do colégio? - Era o único que eu conhecia, mas parecia difícil de acreditar.
- É, ele mesmo!
Eu entrei no msn mais tarde e fui bombardeada por comentários sobre a morte daquele inspetor, sempre tão simpático, que nos contava sobre a vida dele, ria e zoava com a gente.
Todos os ninks ou subninks tinham uma flor e escrito "LUTO", e "PC descanse em paz". Fizeram comunidades e tópicos no orkut.
Ainda era difícil de acreditar, surreal demais. Afinal, ele tinha um jeito cativante, receptivo. Tratava os alunos de igual para igual, não como subordinador, mas como amigos. Sempre sorria, sempre brincava. Eu nunca vi o PC triste - talvez fosse aquela aura dele que sempre nos fazia sentir que qualquer coisa que acontecesse conosco, não importava, porque no final, tudo ficaria bem.
A morte dele foi um choque - não só para mim, tenho certeza que foi para cada pessoa que já o conheceu. Me fez pensar no quanto a vida é frágil e curta - podendo acabar com um piscar de olhos e nós nem sabemos porque morremos.
Nós vamos todo dia dormir, contando que haverá um amanhã, deixando para depois o que se pode fazer hoje. Nem pensamos que podemos não acordar e deixamos de dizer tantas coisas importantes para as pessoas que amamos.
Talvez nós devêssemos pensar mais antes de agir e agir com o coração. Talvez devêssemos ser mais justos e julgar menos as pessoas. Talvez nós devêssemos dizer mais "eu te amo", mas de forma verdadeira, não como se fosse "bom dia". Talvez devêssemos ser mais simpático com nosso inimigo e ter mais compaixão. Talvez agir mais e falar menos. Sermos mais sinceros, mentir menos, xingar menos, amar mais. Talvez aceitar mais e criticar menos a vida. Talvez aproveitar mais, talvez sermos mais feliz.
Afinal, nunca sabemos quando a vida vai acabar. Ela é frágil e incerta. Pode ser bela e bem vivida, ou doida e desperdiçada - depende de como nós a enfrentaremos. E como o futuro a Deus pertence, eu só rezo para ficar bem.



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Dedico esta postagem ao melhor inspetor, Paulo César, do Colégio Brigadeiro Newton Braga, quer veio a falecer no dia 27/11 de 2010, após ser atropelado no dia anterior, por um motorista de ônibus babaca, que ultrapassou o sinal. Agradeço por todas as alegrias, por todas as risadas, por cada momento difícil compartilhado e pela sua ajuda quando ela foi precisa. Descanse em paz. (F)

cara irmãzinha desvirtuada,


Cheguei no meu quarto, tirei o jeans Abercrombie & Fitch e os Manolos. deitei na cama com a calcinha La Perla e a camiseta que tinha comprado amis cedo na Barney's. Estava quase pegando no sono, enquanto as imagens da festa de despedida do verão e minha despedida, dançavam na parte interna de minhas palpebras.
Alguém bate na porta e entra.
- Chegou para a senhorita Yves, não faz muito tempo - Disse a empregada austriaca Beline. Eu não dei muita confiança, queria dormir, estava completamente exausta - São dos gêmeos De Vries.
Aquilo me fez levantar.
- Me dê - pedi estendendo a mão para a carta. Paul e Jared estavam em Yale e eram caluros ano passado, mas esse anos, já eram veteranos e eu seria a irmã caloura gostosa dos veteranos fodoes. Os caras iam cair matando em cima de mim, mas tudo bem.


Cara irmãzinha desvirtuada,

Comemos umas gêmeas ruivas hoje, Você deveria ter vindo na
festa do Antonie, foi muito louca. Sentimos sua falta, você provavelmente teria dançado em cima das mesas com uam garrafa de champange e dado para um cara louro que todas as garotas estavam em cima. Esperamos ver você chegando amanhã. Beijos dos seus irmãos pegadores,
Paul e Jared De Vries.

A carta era o verso de uma foto, dos meus dois gatos caídos e loucos de tão bêbados.Mordi o lábio pensando em escrevera elesum e-mail, já que a carta chegaria depois d emim amanhã. Peguei o Nootbook vermelho e entrei na minah conta.

De: yves@devries.com
Para: paul@dvries.com jared@dvries.com

Caros irmãoszinhos pegadores,

Espero mesmo que essas gêmas sejam boas, porque senão, vou bater em vocês. Vou pegar o Trem na Grand Central Station as 7, então devo chegar as 10 da manhã. Vai dar tempo de preparar minha festa de Boas Vindas com toda a classe e dinheiro que podemos gastar. eu quero conhecer o louro, chamem ele para a festa desde já. A Mit e a Penny me deram uma festa e eu bebi muito e advinhem, danceie m cima da mesa com vodka. Me pegem na estação de New Haven.
beijos da sua irmâzinha desvirtuada,
Yves De Vries.

A festa renderia comentários e eu entraria em Yale com o pé direito, pronta para ser a Queen Y. de lá, como era do Upper East Side.



Starland


Capitulo 1 - Bem vinda a Terra das Estrelas
(Parte 1)


Uma casa vazia na minha rua sempre me despertou a criatividade, pois de fato nunca vi ninguém passar por alí, mesmo quando voltava tarde para casa, depois das festas. Sempre me perguntei o que e quem havia em seu interior, então tomei coragem e entrei nela num fim de tarde, torcendo para que nenhum maluca psicotico me matasse.
Fui entrando, metendo as caras pelos recintos pintados de preto do teto ao chão, com as janelas lacradas. Não entrava siquer um raio de sol na casa.
O ultimo quarto da casa, era o único colorido, e suas paredes eram a replica do céu a noite, com um mlihão de estrelas coloridas,constelações e nuvens de poeira cosmica, transmitindo uma magia de contos de fada ao ambiente. No fundo do quarto, uma caixa de papelão fexada. Um feixe de luz escapando me atraiu para mais perto, eu abri a caixa e me deparei com um incrível mundo, um outro mundo.

O brilho da caixa começou a ziguezaguear e me puxou para o interior da caixa.
A grama era a mais verde que eu já vi, cor de Esperança, com as postas amareladas, iluminadas pelo sol, o céu era de um azul claro mais forte do que o dia uma piscina, as arvores aproximadamente cor de pera misturada com musgo. Havia vales e vales e tres colinas no horizonte e entre elas, podia se ver que mais além, havia uma praia, onde a água era cristalina e cor de oceano. Virei a cabeça para o meu lado esquerdo ao notar que estava sendo observada.
- Bem vinda a Terra das Estrelas! - Disse um menino de cabelos castanho dourado e olhos verde musgo. Tão lindo, que me fez perder o fôlego.

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIV - Eu pertenço só a você

Ao som de Estrandeg, Guns N' Roses

Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditaveis, inimaginaveis, e até por vezes, patéticas. Todos são variaveis de um só: amor. Eu nunca imaginei me apaixonar por meu melhor amigo, nunca acreditei ser capaz de ama-lo tanto quanto amo, e isso é patético.
Eu nunca vou achar alguém para te subistituri. Acho que vou ter de superar isso dessa vez, porque voce entrou em mim sem me deixar escolha, você foi tomando tudo que era meu e agora eu já não sou mais ninguém, sem você. Você existe então isto me basta para viver. Acho que eu supus errado, em dizer que você nunca me amou e nunca precisou de mim. Você sempre foi melhor que todos, mesmo quando diziam que o Pedro te ofusacava, mas a verdade é que você é uma pessoa melhor do que ele. Você não mente, apesar de omitir. É um bom menino, costumava vestir uma mascara, para não aparentar seu verdadeiro eu, para evitar a dor, acho que você é cuidadoso demais, ou tem um segredo - Me responda! Qual é o teu segredo. Doque você tem medo? O que há por trás dessa mascara? Eu cuido de você -, e raras foram as vezes que eu te vi sem essa mascara, como no ponto, no meio de um beijo ou quando você passava ao mão na minha franja, e essas vezes são as minhas lembranças mais felizes. Seu sorriso não é muito comum, mas expressa toda a sinceridade, e momentos de sua maior felicidade, mesmo quando você tenta conte-lo, posso ver pelo seu olhar - o pôr-do-sol. Não joga com as garotas, não vive uma vida despreucupada apesar de ser considerado galinha.
Você sofre, eu te fiz sofrer. Mais do que você deixou aparentar? Disso eu tenho certeza, mas agora não há como mudar o passado, temos apenas de tentar ser pessoas melhores. Eu & você, talves em caminhos, rumos diferentes.
Mas antes de você partir, preciso te revelar uma coisa muito importante... Não importa, o que quer que aconteça, eu nunca vou deixar de ser sua, mesmo que me entregue a outros. Pertenço a uma pessoa só e isso nunca mudará, Aro.
Somos muito jovens, ainda há muito o que aprender... Eu não ligo mais para onde o futuro vai me levar, desde que eu nunca te esqueça.

Sei que talvez seja rídicula a forma como temos que aprender certas coisas, mas aqui estamos.
Eu já tentei desistir inumeras vezes, pensei ter desistido, mas nunca realmente o fiz e não sei porque. Mas foi você quem me disse porque. Porque eu te amo.
Você bem sabe que precisa de uma mudança, não começa porque talvez não queira mudar na facilidade de achar que tudo vai dar certo no final. Te digo É tempo de recomeçar, de refazer e reavaliar, de sermos pessoas melhores do que eramos antes.
Talvez eu também precise de uma mudança, talvez eu precise parar de te cobrar o que eu mesma não faço. Seja o que for, eu o farei.
Porque como você disse, eu não desisto porque eu te amo. E não vou mentir, talvez eu sempre ei de amar. Mas quanto a este por quê, a resposta é um mistério.


Jovem de coração mas está ficando muito tarde Para nos achar tão separados Eu não sei como você supunha Me encontrar depois E o que mais você poderia querer de mim Como você pode dizer que eu nunca precisei de você Quando você tomou tudo Digo que você tomou tudo de mim
Jovem de coração e está tão difícil esperar Quando ninguém que eu conheça pode me ajudar agora Velho de coração mas eu não devo hesitar Se eu quero encontrar minha saída Então ninguém nunca nos contou baby Como seria Então o que acontecerá conosco, baby Acho que vamos ter de esperar e ver Quando eu achar todas as razões Talvez eu ache de outra forma Ache um outro dia Com todas as mudanças de estações de minha vida Talvez eu faça certo da próxima vez E agora que você está por baixo Com sua cabeça fora das nuvens
Você está de volta ao chão E você não fala tão alto E você não anda tão orgulhosa Não mais, e para que? Bem eu pulei no rio Vezes demais para fazer dele um lar Eu estou sozinho aqui fora, vagando sozinho Se não parece, dê um tempo Para ler nas entrelinhas Porque eu vejo a tempestade se aproximando E as ondas estão tão altas Parece que tudo o que sempre soubemos está aqui Porque isto deveria derivar e morrer? Eu nunca vou achar ninguém para te substituir Acho que vou ter de superar isso dessa vez Dessa vez Sem você
Eu sabia que a tempestade se aproximava
E todos os meus amigos diziam que eu estava alto
Mas tudo o que sempre soubemos está aqui



Eu nunca quis que aquilo morresse



I can't be tamed


Rio de Janeiro, 21 de julho de 2010

Querido L,

Venho aqui te escrever esta carta por um só motivo. Eu não posso ser domada!
Nasci uma fera selvagem de alma livre, que voa com o vento. Sou uma vaca maldita do inferno porque posso ser extremamente cruel brincando com os sentimentos alheios. Pois é o que eu gosto de fazer: brincar. É da minha natureza ser assim, não posso mudar quem sou e tentar ser boa, serei sempre uma menina má.
Meu andar confiante os seduz, e quanto mais eu os desprezo, mas eles me querem. Todos são cachorros correndo desesperados atrás de mim, dizendo ''eu te amo'', ''eu te quero'' e ''seja minha''.
Sou um furacão, uma mordida é o suficiente para te ter na mão, uma noite é o suficiente para eu mudar de ideia e te esquecer no dia seguinte.
Você já sabia que eu era perigosa, por tanto a culpa não é minha se você se apaixonar por mim.
Vou continuar vivendo e me divertindo causando um inferno dentro de todos que cometerem o mesmo erro.
Pareço um anjo, falo como um anjo, mas sou a personificação do demônio. Sou como eles dizem, uma pertubada gostosa, difícil de entender e mais confusa do que tinta misturada. Eu não posso mudar quem eu sou e é por isso que você esta se apixonando por mim.


''Se você se apaixonar por mim Eu não sou fácil de agradar
Eu posso te destruir Te disse desde o início, baby Desde o início.
Eu só vou partir, partir seu, partir,
partir seu coração. ''
Luna Waldorf ;*

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIII - Adeus (Parte I - Ultimo encontro?)

Ao som de She Will Be Love, Maroon 5

É tão bom ouvir sua voz me dizendo que... está com outra! Pelo menos você diz alguma coisa. Quando eu te abracei, quase não me contive, mas tive de permanescer firma e isso provocou uma discussão.
- Fiquei sabendo que você tomou um toco da Thayane - Comentei. E você foi frio e seco como de costume.
- Ela só parou de ficar comigo por sua causa - Retrucou.
- É carma, Aro.
- O que é carma?
- Eu não quis te tratar como roupa suja, você me tratou como roupa suja e agora foi tratado!
- Nem estou mais correndo atrás dela. Estou correndo atrás da Yasmim - Ah, você me atingiu e soube disso muito antes de dizer aquelas palavras.
- E é por isso que eu estou com o Besta - Nem sei se te peguei, não ligo. Porque a amizade é um amor que nunca morre, mas parece que eu morri para você
.

''E é estranho como a chuva começou junto com a primeira lágrima que escorreu do meu rosto, dando início à um temporal, um temporal de lágrimas, sentimentos e confusão.'' Mais uma vez o mundo chorou por mim, enquanto eu cantava Fim De Tarde sob a chuva e a chuva apertava me enxarcando.


Bela menina de apenas 14 anos Não se aceitava muito bem
Ele sempre estava perto para ajudá-la Ela sempre pertenceu a outro
Eu viajei muitos quilômetros E vim parar na sua porta
Eu tive você tantas vezes Mas, por algum motivo, eu quero mais
Não me importo de ficar todo dia Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido E pergunte se ela quer ficar um pouco

I saw your face in a crowded place


A garota percorria a cidade maravilhada. Mal podia acreditar, após passar a vida inteira almejando ir para Nova York finalmente chegou lá. Ainda morava num pequeno apartamento no Brokylin, mas é provisório, costumava dizer para si mesma. E seria mesmo, ela conseguiu o emprego dos sonhos, na editoria da uma renomada revista de moda. O sorriso irradiava de seu rosto, mesmo com tudo em seu peito. Ela deixou tudo que tinha no Brasil para chegar lá. Mas quando você consegue o que quer, não importa como você consegui, já esta tão feliz por ter conseguido, que apenas se deleita na auto parabenização, em vez de se auto-flagelar, como fez a vida inteira. Sempre soube que iria embora, não sabia exatamente quando, mas iria. E foi. Agora estava ali, sobre o céu de Manhattan, na Quinta Avenida. Um fragmento branco dançou a sua frente, ela olhou para o céu estava nevando. Estendeu a língua para fora e um floco de neve pousou em sua língua. Ela engoliu. Era frio, mas a sensação era boa, como de uma bala de menta. Ela se arrepiou, sorriu. Voltou a andar no meio da multidão, ainda contemplando a cidade. Ela ia atravessar a rua e do outro lado viu um garoto. Era alto, forte - dava para ver pelo suéter -, o cabelo escuro e cacheado, olhos verdes como o do gramado do Central Park na primavera. Ele sorriu para ela. O sinal abriu, eles atravessaram distraídos no rosto do um do outro. se esbarraram, o café nas mãos dele voou na roupa dela, manchando o casaco azul. - Me desculpe - Disse ele em uma voz de soprano maravilhosa. - Tudo bem - Ela disse sem jeito. - Meu nome é Oliver - Ele estendeu a mão para me cumprimentar. - Meu nome é Cristal - Ela o apertou sua mão. - Er, não foi a intenção - Ele apontou para o casaco - Já disse, esta tudo bem. Relaxa - Sorriu C e emendou, esperando que ele encarasse como um convite - Acho que te devo um café. - E eu um casaco. Oliver e Cristal entraram numa cafeteria, depois de perceber que estavam no meio da rua. Marcaram de sair novamente, e dessa vez Oliver pagaria pelo prejuízo. Ele lhe deu um casaco novo quando a levou para jantar. Oliver se formou naquele mesmo ano, tinha 18 anos. A mesma idade dela. Você pode encontrar a sorte em qualquer lugar, até mesmo sem procurar. Encontrar a felicidade no mais simples gesto, no pior erro. Basta saber identificá-lo. Eles dois, são prova disso.

Minha vida é brilhante Meu amor é puro
Eu vi um anjo Disso tenho certeza
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Olá meus queridos leitores! Como vão? Bem, espero. Então, já faz um tempo que não faço outros textos sem ser da saga Novembro, ainda me lembro. Finalmente consegui em concentrar em algo diferente. Espero que gostem. E se vocês estão esperando ansiosos pela continuação do Aro&Luna, não se preocupem, ela vira em breve. Prometo sempre evitar ficar muito tempo sem postar. Beijos ;*

Novembro, ainda me lembro


Capitulo Vl - Eu sei que assim talvez seja melhor, mas eu só queria não ter de recomeçar

Ao som de Recomeçar Restart

Nós voltamos, então tudo bem. Parei de falar co o Besta, por mais que fosse difícil, eu não arricaria Aro por nada. Amava-o demais para isso e já tinha chegado longe demais essa história dos dois, e não saber quem escolher.
Nós viviamos de carinhos e beijos, ele cotumava pegar minha mão, quando estava cansada por não dormir direito, eu deitava acabeça em seu colo e ele cuidava de mim, os beijos sempre calorosos, nós fizemos um mês em uma quarta-feira, eu só lembrei antes de dormir, mas tudo bem, o que importa é que nós dois estavamos juntos. Ele sempre ficava para recuperação de matérias todas as tardes - exeto quinta -, eu vivia fugindo para encontra-lo por isso. E apesar de não serem aqueles beijos, ele várias vezes seguidas pegava minha mão, me abraçava e me dava um selhinho. Até que em umas das quintas, nós fomos para o ponto, eu estava toda feliz, afinal aquele era o único dia que nós dois ficavamos sosinhos.
- Amanhã quero falar com você - Disse ele. Um lampejou passou por minha cabeça tirando o brilho dos meus olhos. Eu sabia, não duraria muito. E simplismente ignorei, insistido em que ele me dissesse.
- O que é?

- Amanhã eu falo.

- Eu vou ficar curiosa... - Me sentei na grade que cercava o canteiro do ponto.

- É que des de que você fez aquilo, eu ... sei lá. Perdi o clima - Ele sentia dor novamente, mas eu não conseguia olha-lo, soube apenas pelo tom de voz. Ele sentia dor por mim e por ele, pois falou cautelosamente.
Eu estava ali parada, odiando sempre ter razão, presionei as unhas sobre a palma da mão com toda força do mundo. Ele ergue meu rosto tocando suavemente meu queixo. O vento chicoteava meus cabelos, mas eu não me movia; estava entorpecida, o torpor era grande demais. Ele me abraçou. Aquelas palavras vieram como facas muito bem miradas direto para o meu coração e turvou minha visão. Mas não turvou com lágrimas. Meus olhos giravam nas orbitas, eu estva confusa. Porque? Ama-lo tanto não é suficiente? Não deve ser.
- Amanhã a gente conversa melhor - Eu ouvi ele dizer, sem dar muita atenção. Já estava tudo acabado, de que adiantava? Ele me beijou cuidadosamente apenas encostando os lábios nos meus, era o beijo da despedida. Sabia disso. Sabia que tudo iria acabar des de que o Pedro me disse pelo telefone, quando eu estava deitada no meu quarto escuro me autoflagelando. Ele se foi e eu fiquei ali, por muito tempo. Até que algo que eu nao sei o que era me despertou. E eu fui para o colégio. assim que pus os pés na sala abri a mão a qual eu pressionei as unhas, quatro manchas escarlate se destacavam na branquidão da minha palma da mão. Corri para o banheiro para lava-las. Fingi que estava tudo bem. E sem perceber, as lagrimas romperam meu bloqueio, uma vez que começaram, não pararam por duas horas. Me deitei entorpecida, quando cheguei em casa. E gritei, com uma força que eu não sabia que tinha, gritei tirando todo o ar dos meus pulmões de uma só vez. E gritei mais e mais, enquanto as lágrimas de derrota escorriam pelas minha bochechas me fazendo ter a pior percepção da minha vida: Acabou. Talvez eu e aro não estivessemos destinados a nada e tudo fora só um erro, todo o verão. Eu lembrava todas as palavras ditas ele em amor a Yasmim, elas vinham como um sussurrar torturante em meu ouvido.'' Eu estou gostando de alguém'', ''O nome dela é Yasmim'', ''Você não a conhece'', ''Eu a vi hoje'', ''Nós quase ficamos, eu a encostei na parede, ai minha irmã apareceu'', ''Eu a vi hoje'', ''Ela voltou a gostar de mim, a se preucupar comigo'' A lembrança daquelas palavras me fez ter raiva e me enchger de mais dor, me debati com a cama e a parede. Rasguei uma fronha. Gritei de novo. Xinguei: - Desgraçado, galinha, te odeio, arda no fogo do irnferno, você não merece ninguém! Te odeio! - Gritei mais. Tomei um banho quente. Deitei, chorei gritei. No dia seguinte, nós sentamso na praça para converssar - meu rosto enfeitado com duas bolsas roxas em baixo dos olhos. Não via porque, nós já tinhamos acabado.
- Eu não queria terminar com você. Mas sei lá. Aquilo que você fez foi horrível.
- E foi super legal ouvi você falando da Yasmi. Sério. - Falei irônicamente. Ele fechou a cara.
- Talvez eu tenha uma fraqueza por causas realmente perdidas - Disse a ele. - Porque eu sempre corro atrás de você, mesmo que ele - Apontei para o Besta que estva no banco da praça - seja melhor que você, goste mais de mim, fale o que eu preciso ouvir e todos me digam que ele é o certo e o melhor para mim, porque não vai embora ano que vem para o colégio naval, e esta a tarde inteira comigo. Ele prefere ficar comigo do que com outras pessoas. - Essa bateu fundo. Aro enrijeceu. Não devia ter falado isso, mas agora estava feito. Afinal, tinha tudo tinha acabado e eu sabia o que devia fazer, embora não conseguisse aceitar que devia faze-lo. É difícil aceitar, recomeçar do zero. Aceitar que acabou, porque eu dei tudo de mim, até amizades, magoando e brincando até os outros por ele. Recomeçar porque a planta que eu cultivei por dois anos com tanto amor morreu. Não a nada a ser feito. Só ... acabou.

Novembro, ainda me lembro

Capitulo V - Já tomei minha decisão e não a mudarei

Fui em bora atônita. Cometi um erro, o pior de todos os erros. Liguei para Marina como de costume e lhe contei tudo, pedindo o telefone de Aro, para ele entrar no msn, eu contar a ele, mesmo sabendo no que daria, mas era mais traição não contar, me calar, porque seria como se eu escolhesse o Besta. Liguei para o Pedro pedindo o telefone de Aro, já que não o consseguira com Marina e ele deduziu tudo, simplismente sabia de alguma forma, talvez pelo meu tom de voz. E ele também sabia algo sobre o Aro, mas não cheguei a perguntar.
- Você ficou com o Besta - Declarou ele. Eu gelei. Ele continuou - Ele não vai perdoar você.
No silêncio mortal, todos os detalhes de repente se encaixaram, numa explosão subita de intuição. E junto com aquela percepção, veio um jorro de lágrimas que eu não pude controlar, elas saiam por mais que eu tentasse faze-las parar. Não, eu sabia que ele não iria me perdoar e que tudo viria tona no momento que eu proferrisse aquelas palavras,cinco palavras que mudariam tudo, mas eu tinha que falar. Mas então, isso significaria que eu escolhi o Aro.
- Você vai contar a ele? - Perguntou Pedro
- Vou! Preciso fazer isso! - Respondi
- Você está chorando? - Murmurei um uhum e só. Me despedi, liguei para ele. A irmã dele atendeu e ele não estava em casa. Merda.
Segunda eu o vi e lutei para as lágrimas não virem de novo, pois eu sabia que se eu começasse a chorar, não pararia mais.
- Eu não vou mais falar com ele - Prometi
- Obrigada - Eu me deixei cair sobre seus braços e ele brincou com a minha unha. Eu contaria amanhã e de amanhã não passaria.
-
Já tomei minha decisão e não a mudarei. É você que eu quero! Você e os olhos que eu nunca trocaria por nada no mundo.

O sol queimava a pino e nós quatr
o fomos para o ponto: Marina do outro lado da passarela, Pedro comigo e com Aro. Ele se sentou longe nos deixando a sós. O olhei nós olhos, ele já esperava uma bomba, eu percebia.
- Fala logo! - Pediu agoniado.

- Eu... fiquei .... com ... o... deer... - Eu achava que tinha visto toda a dor possível no Aro, mais aquilo superou tudo. Ele estava em, choque, com o olhar distante. Dolorido. E ele fez como de costume, não falou nada e justamente por isso eu sabia como ele estava acabado.
Eu escolhi, assim que provei e soube, soube quando meus lábios tocaram os dele, com cada celula do meu corpo, nada se comparava e jamais se compararia a Aro e eu era uma idiota por pensar, mesmo que por uma fração de segundo, que alguém poderia fazer comigo o que ele fazia, mas eu só saberia e soube, provando. Mas só percebi que sabia de tudo, depois que Pedro me declarou a verdade. E eu sabia que o perderia. E isso, acabava comigo, me fazendo sentir uma dor quase tão grande quanto aquela da briga. Quando eu fui falar com o Pedro para ir embora, eu vi a Marina vindo na minha direção. Eu a abracei com dor, tanta dor e fui embora dali, porque me entorpecia e ele precisava de um tempo para pensar. Eu esperava que sim, era tudo que eu tinha para me agarrar. Não converssamos até quinta. Eu fui falar com ele e ele estava puto.
- O que você fez, foi como se eu tivesse ficado com a Raquel - Comp
arou ele. É, eu sabia mais do que nunca o tamanho da besteira que eu tinha feito.
- Então, como ficamos? - Eu não queria perguntar, pois já haviam me adiantado uma resposta negativa e no fundo da alma eu sabia que cedo ou tarde ela se concretizearia
- Não sei, estou pensando - Respo
ndeu. Eu o acompanhei até o ponto. Ele pos as mãos em meu rosto, me olhou nos olhos. Ele viu toda aminha alma e toda a dor que eu sentia por ter feito o que fiz. Então... Ele balançou a cabeça.
- Isso é um ... - Forcei as palavras a sairem. Eu não podia acreditar - não?
- Não sei - Respondeu ele. Eu soube, assim que ele respondeu que ele desistiu de terminar comigo. Ele não ag
uentava. Ele fez uma expressão de ''que se foda'', segurou minha mão, me abraçou.
Seus lábios tocaram os meus. SIM. Me beijou com dor, eu podia sentir as ondas de dor irradiando dele e chegando em mim, me fazendo sentir dor juntamente com ele. Mas durante aquele beijo, que nós compartilhamos tanta confusão, ele voltou para mim.

Ele voltou para mim!

Nós fazemos nossa própria sorte, e então chamamos de destino.

Parte l

- Muito prazer, nós somos os invéncíveis




Talvez você não os conheça, mas um dia há de ouvir falar deles. Porque juntos, contruiram a mais bela história que o mundo já viu, sem ao menos saber disso. Nós aprendemos muito com o que passou, no entanto, ainda há muito a se aprender. Ainda iremos olhar para tudo passado e tirar lições de tudo aquilo, de tudo isso.
Quem somos? Muito prazer, nós somos os invéncíveis!
Eu via muito bem como todos olhavam para nós, como se fossemos superiores, como se não pudessemos ser desafiados, pois a vitoria era nossa e certamente eles sairiam fracos e humilhados, mesmo essa não sendo o proposito inial, só que nós somos muito fortes.
Uma unidade indivisível, perfeita quando unida, forte junta, fraca separada, mais estar separado era uma possibilidade incogitável, afinal, era de certa forma dependentes um dos outro. Tão nescessários, que era como ar que respiravams, e a saudade, quando vinha, doisa como a pior de todas as dores.
Brigas marcavam e nós uniam quando superávamos, o que era uma regra.
Um grupo que era lindo de se observar. Encantador ver os sorisos em nossos rosto, o quais podiam iluminar toda uma cidade, pois irradiavámos alegria, amor e amizade.
Cada um de nós, era como um ele de uma corrente e acda um dos elos, se prendia a varios outros. Relações tão diferentes e tão lindas e tão complicadas.

Sobre o velho orgulho e a amizade

Marina abriu a velha caixa de sapator vermelha, e prosseguiu olhando lentamente o que havia em seu conteudo: uma pulseira que Luna a dera, cartas de Luna e de muitas outras pessoas, mas o que lhe chamou atençõa, foi um envelope colorido, cor de uva.
Lá dentro, uma foto que ela esquecera que tinha, que tinha tirado e do momento que agora relembrara.
Ela deitada olhando para Pedro, que tocava violão. Eles converssavam.
- Nós somos tão diferentes, mas sei lá. A gente respeita a opinião do outro, mesmo sendo tão diferentes. - Disse Marina.
- Macaca! - Ele a gastou.
- Iena! - Retrucou ela. Apesar do apelido ser ofensivo, ela não ligava, contanto que não fosse na frente dos outros.
- Nós brigamos muito! Quase todo dia - Disse Pedro
- Eu sei e tenho medo que um dia a gente não se desculpe mais e fique assim, brigados - Confessou ela. - Eu tenho muito medo de acabar brigando com você e não ser mais sua amiga.
- Você sabe que é muito orgulhosa e que esse seu orgulho todo só te prejudica, mas ele faz parte de você e mudar isso seria quase impossível, até porque ele te proteje em certas situações, como o Yago.
- É, eu sei de tudo isso, mas você também provoca Pedro. Exemplo, se você provoca a Lara, ela brinca, se você me provoca, eu fico puta. Porque vocês dois são mais carinhosos - não que não seja -, e eu me ofendo fácil - Disse Marina, com aquele olhar de ''você sabe que eu estou com a razão''
- A deixa disso, pode ser verdade ou o que for, não é hora para isso, é hora para cantar! My Heart : I am finding out that maybe I was wrong. That I've fallen down and I can't do this alone. Stay with me, this is what. I need, please? Sing us a song and we'll sing it back to you. We could sing our own but what would it be without you?
Uma semana depois os dois brigaram, pois Marina se chateou com ele, por algo que ela nem lembra mais. Concerteza, só mais um motivo idiota que fazia seu orgulho se sentir ofendido e gritar. Mas afinal, aquela droga de orgulho não levra ela a nada, só a fez brigar com o garoto que era seu melhro amigo - embora ela não quisesse rotula-lo assim, devido ao medo de se apaixonar por ele, como aconteceu das outras vezes.
Marina passou os dedos delicadamente sobre a foto tirada com a camera dela mesma, por Aro, quando eles foram viajar para o sul, na formatura do terceiro ano deles. A foto a fez chorar, lagrimas tão delicadas escorriam de seu par de olhos castanho escuro.
Ela largou a foto que segurava com as duas mãos para enxugar o rosto e quando a foto caiu dentro da caixa, viu um numero que ela deletera e com o tempo esquecera por causa da briga, um numero que ela não ligava a muito tempo, mas que procurou durante anos por ele: o numero de Pedro. 
Discou de seu celular e chamou.
BIIIP, BIIIP, BIIIP....
- Alô?- Disse a voz do outro lado da linha. Uma voz que ela reconehceria mesmoe estando morta.
- Me desculpa, Pedro! Me desculpa por brigar com você e fazer essa amizade acabar. Por perder o contato, e esquecer de você. Mas eu lembrei! Lembrei mesmo sendo esquecida de que você é o meu melhor amigo! E que ninguém jamais será como você é para mim. Só... me desculpe ...
- Té tudo bem. Senti suadade de você sabia, Macaca!
- Iena!
 This time I will be listening. Sing us a song and we'll sing it back to you
We could sing our own but what would it be without you?



 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana