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Perseverança

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2013

Caro amigo,
Você tem um sonho? Uma grande objetivo que deseja alcançar - mais do que isso: algo que faria sua vida completa?
Ou melhor, você sabe qual é o seu grande sonho? Acredito que todo mundo tenha um, alguns só não descobriram qual é.
O problema dos grandes sonhos é que em geral as pessoas não levam fé neles. Geralmente te dizem que você esta desejando algo que esta além da sua capacidade e que você não tem o tal "pé no chão". As vezes são os pais que dizem isso, as vezes são os "amigos", as vezes nós mesmo dizemos isso porque temos medo de enfrentar qualquer luta para conquistar algum sonho porque temos medo de não conquistar nada e  por tanto, não lutamos.
A verdade é que não há nada mais horrível do que esmagar os sonhos de alguém - não há nada mais baixo.
É realmente terrível quando isso acontece, seja porque a pessoa que te diz para desistir não alcançou os próprios sonhos, seja por inveja ou por um falso conceito de proteção que ela tenta por em prática.
Porque lutar por sonhos não é sobre conquistá-los e sim a tentativa de alcança-los. É sobre o processo. Eu acho que as pessoas que conquistam seus sonhos são aquelas que lutariam tudo de novo mesmo que não ganhassem nada, porque isso mostra quanta paixão elas tem por aquilo que desejam. E a paixão é o combustível, não é?! A inspiração.
Thomas Edison estava absolutamente certo quando disse que é 1% de inspiração e 99% de perseverança, mas o que eles esqueceu de mencionar é que esse 1% por cento de inspiração é o que faz todo os 99% de perseverança existam. É o que move o lutador na guerra por sucesso.
Sonhos - todos os tem. Alguns são grandiosos e outros são simples.
Não vou mentir para você amigo, a luta pelos nossos sonhos é árdua. Sei disso porque estou lutando pelo meu grande sonho com tudo que eu tenho. Luto por ele com tanto amor que morreria por ele, e sei que quando eu o conquistar eu serei a pessoa mais feliz do mundo.
Eu admiro os sonhadores pela força de vontade de um dia serem tão felizes que poderiam explodir de emoção assim como um balão explode quando é enchido demais. A felicidade que se alcança ao conquistar um sonho não é o mais especial a respeito deles, mas ainda é indescritível.
Eu gostaria que você se sentisse assim um dia.
Eu não sei qual é o seu sonho amigo, você pode me contar se quiser. Eu gostaria de ouvir e também de te ajudar a conquistá-lo. É difícil, mas eu ficaria feliz em te ajudar e lutar contra a maré.
E vencer.

Com amor, 
Luna.

Dias de Glória

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2013



Caro amigo,
Eu estou ficando velha.
Antes de você perguntar se eu estou fazendo aniversário ou exclamar que eu só tenho 17 anos, eu devo explicar que tenho uma forte tendencia a começar com frases impactantes pois acredito que o principio define o fim.
Eu vi um episódio de uma série que eu adoro hoje, e um dos personagens disse para o outro "Fique nos 16 o máximo que conseguir".
Acho que existe alguma coisa mágica em fazer 16, melhor do que fazer 18, porque é o auge da adolescência onde você ainda pode ser irresponsável e errar, e tem liberdade para se aventurar. Infelizmente, crescer é assumir muitas responsabilidades para as quais não estamos preparados e perder parte do frescor imprudente que só os adolescentes possuem.
Embora eu tenha "só" 17, eles vão passar por mim mais rápido do que eu desejo, embora eu de fato aproveite; eu não quero que esses dias acabem. No fundo no fundo, todos queremos ser jovens para sempre.
Talvez devido a uma consciência coletiva  de que nada jamais será tão bom quanto é agora.
Encontrar um amigo na entrada que não se espera ver, não resistir ao sono e dormir na aula,  marcar um ponto num esporte que se é péssimo e ser aplaudida pela turma, ler no sol nos tempos vagos, tirar um cochilo no sofá da sala de história e ser acordada por alguns dos seus professores preferidos te tacando clips a distancia, virar madrugadas estudando na semana de provas, tirar notas altas depois de se esforçar, pedir o biscoito de alguém, ficar com alguém escondido dos inspetores, o colégio inteiro sabendo que você ficou com aquela pessoa, o dia em que as férias começam e também o dia em que elas terminam porque inevitavelmente todos sentem saudade da escola.
São os melhores dias da minha vida. Os melhores dias das nossas vidas. São dias de glória. Podemos aproveitá-los ao máximo como o ultimo limão disponível uma limonada, extraindo todo o suco, ou desperdiçar o ultimo refresco por considerá-lo insuficiente. É uma escolha.
Se eu não posso fazer durar, quero me lembrar desses dias sabendo que eles não poderiam ter sido melhores.
E estar em paz com isso.
Espero que você esteja aproveitando seus dias de glória amigo.

Com amor, 
Luna.

Sussurro

Rio de Jnaeiro, 26 de julho de 2013

Caro amigo,
Terminei de ler um livro  agora - alias, terminei outro livro. Nessas férias tenho lido muito e agradeço por isso, já que em época de aulas quase não tenho tempo de ler.
O livro que terminei se chama Murmúrio. Eu gosto dos títulos que  a autora costuma dar para seus livros e da mensagem de cada um deles, afinal, como dizia Victor Hugo, o livro tem um papel social - não se escreve por escrever e sim por um proposito.
E concordo com a autora, as vezes nos preocupamos demais em escutar a voz da multidão e não damos atenção aos sussurros do nosso coração. Eu não nego que ser festejado proporciona uma ótima sensação, porque faz com que aquele que a gente se sinta notado num mundo habitado de pessoas "invisíveis". Mas tentar agradar os outros e desprezarmos quem realmente somos nunca é uma coisa boa, principalmente quando cada um de nós esquece quem é.
Acho isso uma questão preocupante.
A cada dia eu vejo uma pessoa diferente se transformar, deixando de ser alguém autentico para atender as necessidades  de entretenimento dos outros, copiando um padrão de comportamento que o grupo em que ela quer ser aceita pratica. Porque essa pessoa acha que eles são amigos dela ou ela quer ser amiga deles. Porque ela quer se destacar. E no final ela se torna só mais uma.
O que é irônico, porque as pessoas mais se destacam quando menos tentam agradar.
Eu acredito piamente que cada um tem seu brilho e que cada brilho é único. Se aquele grupo não gosta de você porque você é diferente deles, que importa?! Acho que quem perde são eles.  Acho que amizade vem com uma clausula implícita de aceitação - quem é nosso amigo não vai pedir para ignorarmos nossa essência, só para que fiquemos parecidos.
Mas antes de ser aceito pelos outros, cada um tem que aceitar a si mesmo. Uma coisa não pode ser conquistada sem a outra. É como o que dizem sobre o amor: antes de amar os outros temos que amar a nós mesmos.
Se você tenta agradar a multidão, amigo, eu te aceito do jeito que você é. Não se preocupe em tentar me agradar - comigo você pode ser você mesmo.

                                                               Com amor,
 Luna.

A primeira peça

Rio de Janeiro, 25 de julho de 2013.

Caro amigo,
Ou amiga. Eu não sei bem quem você é e provavelmente você também não sabe quem eu sou.
E talvez seja melhor assim.
Mas antes que você se perca eu vou explicar porque estou te escrevendo.
Eu li um livro nessas férias sobre um cara que gostava de fazer acontecer e um outro livro sobre um garoto que escrevia cartas para um amigo anônimo. E eu percebi que ao escrever ele estava fazendo acontecer mesmo que estivesse apenas relatando o que ele observou, porque o que ele dizia inevitavelmente afetava o amigo que lia suas cartas. E eu pensei: por que eu não escrevo também?
Uma amiga minha certa vez disse que eu percebo coisas surpreendentes. E acho que é egoísmo da minha parte não compartilhar essas coisas. E permitir que você compartilhe de volta o que você pensa.
Porque fazer acontecer é também aprender e ensinar. E é isso que eu pretendo com essas cartas se alguém estiver disposto ao menos a lê-las.
Você pode estar pensando que na verdade pretendo me sentir importante como se eu fosse uma grande sabichona que quer se exibir. Mas não, eu não quero.  E também não estou tentando imitar o garoto do segundo livro. Mas acredito que tudo que fazemos funciona como uma grande cadeia de dominós e que sempre que fazemos ou pensamos algo, uma peça é derrubada e você pode atingir o mundo todo. É claro que o ultimo não será tão afetado quando o primeiro, mas antes pouco do que nada.
Acho que fazer acontecer é fazer a diferença. Na sua própria vida ou na de outras pessoas.
Então eu queria dizer que estou feliz em ter feito um novo amigo. Feliz que você tenha se tornado meu amigo.
 É, VOCÊ - criança, adolescente, adulto ou senhor; pertencente ao sexo feminino, masculino ou intermediário; crente em qualquer religião; tendo qualquer opção sexual.
É um prazer te conhecer.

Com amor,
Luna.

o meu melhor amigo .


Capitulo I - Presentes Inesperados (Parte 2)



Houve mais uma converssa no domingo, que evoluiu para um ''oi'' no colégio.
- Tudo bom? - Eupergunto a ele, que estava com uma amiga vindo pelo corredor circular. - Tudo e você? - Ela responde. - Bem - Sorriu feliz com tudo aquilo. Ela sempre me pareceu uma garota legal. - Acabei de voltar da biblioteca, estava zoando o Lucas. Foi Maravilhoso! - E riu. - É talvez eu passe por lá. - Devia - Eu segui para a biblioteca e ''sem querer'' encontrei o Lucas na saída da biblioteca. Bom, o Lucas é alto, o cabelo grande na altura dos olhos, é um castanho loiro bagunçado e ainda assim perfeito. um dos garotos mais cobiçados do colégio, e eu estava ficando com ele. Sorte a minha! Não durou muito, porque ele era uma ilusão de principe encantado e principes encantados nãoe xistem. Junto com ele, foi tudo que me faria acreditar em ilusões, comeceia ter os pés cravados no chão. Mas a Thaty não se foi com ele, o que me deixou muito feliz. Na semana seguinte, ficamos inteiramente garradas, o que provocou um profundo desgosto nas minhas colegas de sala. Mas eu sabia que estava fazendo oc erto em me tornar amiga dela, todo o meu interior dizia que sim. A Thaty me perguntou quem era Patrícia e Juliana, eu respondie ela foi falar com elas. Eu me sentei e percebi ao meu lado, uma menina cghorando, ouvindo cartas para você, do NxZero - uma música que particularmente não gosto, mas não quero me precipitar. Me sentei ao seu lado. - Tudo bem com você? - A pergunto, sem ao menos saber seu nome. - Não... Eu gosto muito de um garoto, tinha um rolo com ele a mais de um ano, mas ele terminou comigo. - Ela me respondeu amoada, com o rostinhos de boneca inchado com as lagrimas, os olhos vermelhos e o celular bem proximo do ouvido. - Quer um conselho? - Eu ofereço. Ela assenti ainda chorando. - Se convença de que não o ama mais, pare de ouvir músicas que te lembrem dele, porque foi assim que eu esqueci um grande amor e se não curar, ao menos te ajuda. - Mas isso não é mentir para si propia? - Sim - Respondo - Mas é melhor do que sofer por uma despedia. Ela assentiu de novo e desligou a música do celular. Começoua enxugar as lágrimas e eu a ajudei enquanto uma menina se aproximava de nós. A garota que chorava entregou o celular a garota que chegou e mais uma se aproximou, junto com a Thaty. - Voce está melhor? - Perguntoua segunda que chegou, colocando uma mecha de cabelo atras da orelha da que chorava. - Sim - A menina respondeu e se virou para mim - Ela me ajudou. Então todas as quatro olhavam fixamente para mim, todas amigas da ex do Lucas, Nycole, que eu odiva até as tripas. - É, eu ajudei - Respondi e sem saber, foi ali que comecei a fazer parte delas.
 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana