E assim será...
E como nada é por acaso a vida seguirá no caminho que tiver que seguir como se nada e tudo tivessem acontecido.
Destino ou acaso seguirão seu rumo para se encontrar e se esbarrar e cair e tropeçar se erguer cair e vomitar e tudo terá seu próprio tempo sem que nada dure... para sempre
A vida tomará o caminho das ondas de ar como o espirito dos ventos determinou e tal como um juiz, decidiu por ela que esse seria o caminho. Não há um herói para ela e todos, absolutamente todos, são
vilões .
A vida seguirá porque não para de seguir, porque não para, porque continua, porque atropela e porque devora, assim como o tempo e nos digere - lenta ou rapidamente -, mas como o tempo é relativo, sobre isso não se pode dar um veredito ou fazer juízo de valor. Não se pode determinar nada, além da verdade, que doí, mas não a negamos quando a negamos, porque o desprezo pela veracidade é também seu desejo. O desejo pela verdade é o masoquismo inegável que alimentamos porque somos humanos e isso significa ser auto-torturadores. Menos para ele, que decidiu não se torturar, egoistamente escolhendo a tortura dela.
Não que se possa dizer que qualquer mágica metafisica tenha deixado de existir, porque as coisas ainda corroem como o ácido que faz escorrer o brilho e o renova, do meso modo que se pole uma panela: destruindo camadas de metal para deixá-lo mais bonito. Res-plan-de-cen-te.
Não que se possa ignorar o efeito psico-químico-fisco-biológico e suas consequências e por isso eles se mantem apart - para evitar que qualquer coisa impeça as decisões da natureza.
E tudo passa, pois assim corre o tempo. E se tudo passar tudo irá se decompor numa velocidade inacreditável para quando virmos em câmera acelerada no final da vida, mas por agora, vivendo, estamos desacelerando e prosseguido. Digerindo. Meticulosamente. E
desexistindo.
A lagrima escorre e se esvai um pouco da dor que, como a cabeça de uma hidra se multiplica e se expande até que não reste nada da menina dos olhos. Inteiramente consumida.
A água gelada . O vento. O ser humano em negação. = Sobrevivência. E o tempo. A trilha sonora será um violino chorando as lágrimas que se esgotaram porque ela esta desidratada e já não possuía uma marca sequer dele em seu corpo, mas se pergunta se alguma das suas ainda está nele e se qualquer outra as verá em breve e se elas desaparecerão a tempo de ele ter outra e se a outra se perguntará quem fez aquilo nele e pensará, que ele talvez pertença a outro alguém e se ele consegue não pensar nela. A menina dos olhos se pergunta se ele pensa; ela pensa.
E talvez não conseguisse parar de olhá-lo se se encontrasse em suas madrugadas ensolaradas quando ela acordava primeiro e contempla-o com todos os sentido do corpo humano. No seu próprio mundo.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::(o silêncio do luto; de quem procura palavras)::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Tudo vai seguir.
Acordaremos todos na manhã seguinte.
E o tempo vai con-su-mir.
O tempo vai se mostrar.
E as cicatrizes jamais serão esquecidas e os olhos ainda serão cruelmente honesto com a crueldade praticada pelos seres humanos que, na verdade, é apenas suas vidas, enquanto eles apenas
vivem.
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a historia da nossa vida
Ao som de Story of My Life, One Direction
Estou escorrendo por dentro. Chorando internamente as lágrimas que meus olhos se recusam a permitir que escorram.
A historia da minha vida é feita de coisas que eu não consigo mudar e não mudaria, porque fizeram de mim quem eu sou. Mas há dias em que eu imagino como seria se eu tivesse escolhido a direita ao invés da esquerda e vice versa, indo em qualquer direção contrária a que eu de fato fui. Me pergunto porque gostaria de saber se esses cinco anos seriam cinco anos de nós e não de eu & você.
Eu não estou te esperando, mas se você vier, eu estarei aqui. Eu estou sempre aqui. Eu e você, querendo e não querendo um ao outro ao longo de um terço de nossas vidas....
As vezes me pergunto se é fantasia o modo como te vejo e se as coisas que penso conhecer sobre você são falsas. Mas se eu olho por um segundo nos seus olhos de por do sol, eu sei que não é ilusão, mentira ou ficção. Eu sei que te enxergo assim como você me enxerga.
E sinto egoistamente que você é, ainda que em pedaço, meu, como eu, em pedaço, sou sua.
Toda garota quer um romance de tirar o fôlego. Eu ganhei um romance de tirar a razão. Devemos ter cuidado com o que desejamos. As minhas e a suas vontades nós assombram por toda a nossa historia.
Eu juro que eu tento me apaixonar por outros e as vezes consigo, mas você esta onipresente em todo o tempo, como um animal caçador, esperando pelo vacilo da presa para atacar e me fazer desmoronar de novo por você.
Esta escrito e perpetuado, a história das nossas vidas foi feita do desespero que nos torna tão dependentes um do outro. E das palavras que eu amo, mas nunca serão nunca capazes de explicar o que eu sinto por você e tudo que eu faria para te ver feliz.
preciso confessar: estou congelando e gradativamente quebrando. Acho preocupante porque sei que o único capaz de derreter os pedaços e uni-los é você. Me unir em um abraço, um dos abraços de milhões de anos que nós damos, quando eu apareço na sua porta desesperada por cinco minutos ou quando você me procura tímido pedindo pelos mesmo cinco minutos.
Estou preocupada de perecer. Estou preocupada de não existir até vocês acabarem. Até eu ter uma chance.
Estou preocupada de jamais haver um dia em que eu não te ame.
As paredes assistiram a tudo e se falassem, contariam melhor do que nós tudo que viram e nós vivemos.
Eu queria ter te abraçado mais forte, queria ter olhado mais tempo nos seus olhos, queria ter ouvido mais a sua voz, queria ter sentido mais do seu cheiro e honestamente, provado novamente seu gosto.
A historia das nossas vidas são todos esses anos em que destruímos e reconstruímos um o outro, caçando nuvens como se elas fossem resolver o impossível.
Mas eu já te disse tudo que deveria e sei que no tempo certo tudo se encaixará. E sei também que tudo pode sair do lugar. E me conformo porque nada é por acaso.
Eu conto abraços e não anos. Conto sorrisos. Conto risadas. Conto até as lágrimas. Mas não conto o tempo, não conto os cinco anos que estamos envolvidos nas ondas. Conto as vezes em que estivemos juntos. Conto aquilo que faz genuinamente nossa história: eu conto nossos sentimentos.
Estou escorrendo por dentro. Chorando internamente as lágrimas que meus olhos se recusam a permitir que escorram. A historia da minha vida é feita de coisas que eu não consigo mudar e não mudaria, porque fizeram de mim quem eu sou. Mas há dias em que eu imagino como seria se eu tivesse escolhido a direita ao invés da esquerda e vice versa, indo em qualquer direção contrária a que eu de fato fui. Me pergunto porque gostaria de saber se esses cinco anos seriam cinco anos de nós e não de eu & você.
Eu não estou te esperando, mas se você vier, eu estarei aqui. Eu estou sempre aqui. Eu e você, querendo e não querendo um ao outro ao longo de um terço de nossas vidas....
As vezes me pergunto se é fantasia o modo como te vejo e se as coisas que penso conhecer sobre você são falsas. Mas se eu olho por um segundo nos seus olhos de por do sol, eu sei que não é ilusão, mentira ou ficção. Eu sei que te enxergo assim como você me enxerga.
E sinto egoistamente que você é, ainda que em pedaço, meu, como eu, em pedaço, sou sua.
Toda garota quer um romance de tirar o fôlego. Eu ganhei um romance de tirar a razão. Devemos ter cuidado com o que desejamos. As minhas e a suas vontades nós assombram por toda a nossa historia.
Eu juro que eu tento me apaixonar por outros e as vezes consigo, mas você esta onipresente em todo o tempo, como um animal caçador, esperando pelo vacilo da presa para atacar e me fazer desmoronar de novo por você.
Esta escrito e perpetuado, a história das nossas vidas foi feita do desespero que nos torna tão dependentes um do outro. E das palavras que eu amo, mas nunca serão nunca capazes de explicar o que eu sinto por você e tudo que eu faria para te ver feliz.
preciso confessar: estou congelando e gradativamente quebrando. Acho preocupante porque sei que o único capaz de derreter os pedaços e uni-los é você. Me unir em um abraço, um dos abraços de milhões de anos que nós damos, quando eu apareço na sua porta desesperada por cinco minutos ou quando você me procura tímido pedindo pelos mesmo cinco minutos.
Estou preocupada de perecer. Estou preocupada de não existir até vocês acabarem. Até eu ter uma chance.
Estou preocupada de jamais haver um dia em que eu não te ame.
As paredes assistiram a tudo e se falassem, contariam melhor do que nós tudo que viram e nós vivemos.
Eu queria ter te abraçado mais forte, queria ter olhado mais tempo nos seus olhos, queria ter ouvido mais a sua voz, queria ter sentido mais do seu cheiro e honestamente, provado novamente seu gosto.
A historia das nossas vidas são todos esses anos em que destruímos e reconstruímos um o outro, caçando nuvens como se elas fossem resolver o impossível.
Mas eu já te disse tudo que deveria e sei que no tempo certo tudo se encaixará. E sei também que tudo pode sair do lugar. E me conformo porque nada é por acaso.
Eu conto abraços e não anos. Conto sorrisos. Conto risadas. Conto até as lágrimas. Mas não conto o tempo, não conto os cinco anos que estamos envolvidos nas ondas. Conto as vezes em que estivemos juntos. Conto aquilo que faz genuinamente nossa história: eu conto nossos sentimentos.
Dores em vermelho
(...) riu sozinha. Ria sozinha quase o tempo todo, uma moça magra querendo controlar a própria loucura, discretamente infeliz.
- Caio Fernando Abreu, O dia em que Júpiter encontrou Saturno
A visão dela estava toldada de vermelho. Havia vermelho em tudo: nas paredes, no chão, nas lâminas, no coração. Escorria de seus pulsos lentamente, levando-lhe a vida. E ador em seu peito.
Ah, dores. Ela as sentia por todo o corpo de modo entorpecedor - era tudo que sentia, quando sentia.
Estava
sentada no canto do box, o corpo molhado e os olhos borrados de preto. A
água escaldante caia sobre suas pernas encolhidas junto ao corpo,
deixando os membros vermelhos. Fumava vagarosamente um cigarro, soprando
longas baforadas no ar quente e vaporizado do banheiro.
Deu um trago ao rir sosinha e soprou a fumaça no ar sentindo-se miserável, acabada.
Só queria dormir; dormir para sempre.
Mas
nem sempre foi assim. Costumava ser inocente, sonhar com contos de
fadas. Despertava todas as manhãs porque acreditava. Agora, sangrava
porque sonhava em morrer cedo, sonhava em estancar seu sofrimento.
Mas
se fosse para entregar-se para a morte, que fosse nos braços dele. Que
seu lindo rosto fosse a ultima coisa que visse e sua linda e grossa voz a
ultima coisa que ouvisse. Estaria conformada e em paz ao partir, se
assim fosse. Abandoria a vida e aquele mundo de sofrimento de bom grado,
pois de qualquer modo, já não possuia gosto pela vida nem vontade de
lutar pela felicidades. Não quando quem ela mais amava dizia que não
mais a queria.
Quem saberia?
Ao som de Who Knew, Pink
Eles eram jovens demais para saber que, no final, todos os sonhos que tinham não iriam os levar a lugar algum. E que todas as promessas poderiam ser quebradas, assim como as regras. Mas quem se importaria?!
Eles eram jovens demais para imaginar que se o mundo os levou a se encontrarem, também poderia levá-los a se separarem. Mas se alguém te dissesse que tudo acabaria um dia, mesmo assim, você deixaria de aproveitar aquela pessoa que está do seu lado?
Eles evitaram fazer planos e prometeram não dizer, para sempre, nunca ou jamais, só para não provocar o destino. E de vez em quando, percebiam que sonhavam com o futuro, e secretamente, desejavam que fosse para sempre, que nada nunca pudesse separá-los e que não mudasse jamais. Porque era inevitável.
Uma sensação de vazio tomava a ambos. Ela dizia um adeus sufocado e exausto, porque estava farta de lutar por ele. E ele a via partir, sem saber o que fazer, com algo se afundando em seu peito; não queria perdê-la.
Seria sempre a melhor e mais doce de todas as lembranças, forjada do amargor da dor. Mas ela tinha que ir. Mas não significava que ele não devia lutar por ela. Tinham medo de que fosse tarde demais para salvarem o amor que sentiam, tinham medo de terem errado demais para serem perdoados.
Eram sempre dois caminhos. Eles sempre estavam sempre entre a escolha de partir ou ficar. E ficar parecia certo, mas as vezes doia como o inferno. E partir era uma decisão tomada com a secreta conciência de que aquele caminho, por mais esforçada que fossem suas tentativas de fazê-lo bem sucedido, era impossível.
Porque quando estavam juntos era como deveria ser. Completo. Feliz. Sereno. Era o que era.
Eles teriam dito que todos estavam errados, teriam dito que tudo daria certo. Mas estavam errados.
Se há um ano me dissessem que nós não ficaríamos juntos, mesmo assim eu teria escolhido ficar com você. Eu teria escolhido toda a dor e todas as lágrimas, os momentos de desespero e sufocamento, escolheria até o odio. Eu escolheria ter todas as coisas ruins, só para ter as boas.
Para ouvi-lo dizer que seria meu alicerce, que eu sou uma icognita e um anjo caído. Por te beijar na chuva e dizer meu primeiro eu te amo. Por rir histericamente de cada uma das suas piadas bobas. Por te beijar como se nunca me satisfizesse de você. Por saber que você me amou tanto quanto eu te amei. E por ser verdadeiramente feliz pela primeira vez na vida.
Se me dissessem que tudo ia acabar, eu teria escolhido você.
Mas quem saberia?
4.000 anos

De play e espere a música começar para ler. Franklin, Paramore.
Nós erramos, nós caímos, nós desistimos. Então é esse o final da história, é assim que acabam as pessoas mais felizes do mundo? Sem nada?
Não esqueça se doí, não importa quem lute contra você, lembre-se de quem um dia já lutou com você. Nós éramos muito mais do que amigos - amizade é uma palavra muito fraca para descrever aquele tipo de amor.Então me diga uma coisa e eu juro que eu nunca mais pertubo nenhum de vocês, ok? Se vocês conseguirem me olhar nos olhos, ou me falarem por onde for - comentem a resposta! - que aquela não foi a época mais feliz da sua vida, que você não se sentia indestrutível, que você teve tudo, mesmo tento tão pouco, que você não se sentia dono do mundo, que você não sorria apenas pela beleza da vida, por ter ao seu lado as pessoas mais incríveis do mundo, que você não era Invencível, eu não digo mais nada e sinto vergonha por você. Mas eu duvido que você consiguirá me dizer que não foi feliz naqueles dias e que não queria vive-los de novo e parar naquele tempo.
Porque eu sei que você sente tanta falta quanto eu de quem costumava ser. E eu sei também que nós mudamos, que aquele verão nos mudou. Mas eu também sei que nós podemos lutar contra tudo isso.
Eu sei que o nosso problema é que nós deixamos de acreditar. Mas se você acreditou um dia, por que não pode acreditar de novo? Porque não pode acreditar que nossa amizdae será como o vidro, que demorará 4.000 anos para se decompor? Eu não quero que meus amigos se tornem estranhos, eu quero que ele sme deem a mãoe lutem comigo e expulsem os intrusos e quem quer que tente destruir essa magia que existe em nós, porque, meu amor, existe magia em cada um de nós. Então, meu amor, me dá a mão? Mesmo você de quem eu nunca fui muito chegada - mas que de algum modo interifiriu na minha vida naquela época - me dá a mão? Luta comigo? De a mão para outro d enós e faça-o dar a mão para o proximo?
Não pare de acreditar, está bem? Você confia em mim? Porque eu acredito. Houve um tempo em que nada era impossível par
a nós, porque nós acreditávamos. Eu acho que eestá na hora desse tempo voltar, vocêão acha? Vamos escurtar as distancias e passsar a diante aquilo que aprendemose vamos mudar o mundo, fazer aquilo que nascemos para fazer. Vamos vencer?
Porque nós temos que voltar para o nosso lar, para os braços daquele que nós amamos. Nossos pecados serão perdoados, se nós acreditarmos. Então vamos coltar ao lugar ao qual pertencemos?
Você vem comigo? Você luta junto comigo? Você acredita?
Eu sei que o nosso problema é que nós deixamos de acreditar. Mas se você acreditou um dia, por que não pode acreditar de novo? Porque não pode acreditar que nossa amizdae será como o vidro, que demorará 4.000 anos para se decompor? Eu não quero que meus amigos se tornem estranhos, eu quero que ele sme deem a mãoe lutem comigo e expulsem os intrusos e quem quer que tente destruir essa magia que existe em nós, porque, meu amor, existe magia em cada um de nós. Então, meu amor, me dá a mão? Mesmo você de quem eu nunca fui muito chegada - mas que de algum modo interifiriu na minha vida naquela época - me dá a mão? Luta comigo? De a mão para outro d enós e faça-o dar a mão para o proximo?
Não pare de acreditar, está bem? Você confia em mim? Porque eu acredito. Houve um tempo em que nada era impossível par
a nós, porque nós acreditávamos. Eu acho que eestá na hora desse tempo voltar, vocêão acha? Vamos escurtar as distancias e passsar a diante aquilo que aprendemose vamos mudar o mundo, fazer aquilo que nascemos para fazer. Vamos vencer?Porque nós temos que voltar para o nosso lar, para os braços daquele que nós amamos. Nossos pecados serão perdoados, se nós acreditarmos. Então vamos coltar ao lugar ao qual pertencemos?
Você vem comigo? Você luta junto comigo? Você acredita?
Eu estou do lado de fora
Eu pulei nos braços dele como eu sempre soube que pularia. todo o resto também foi como eu sempre soube que seria - meu coração martelando contra as costelas, olhos marejados, a respiração ofegante. Parecia uma cena de filme. Exceto por um coisa: aquele não era o meu melhor almigo.
Sim, era o Aro, mas não era o meu Aro. Como se o meu Aro tivesse morrido e essa fosse uma copia barata, um clone sem vida posto no lugar.
Eu quase consegui ignorar essa sensação, mas ela estava presente a cada respiração. A voz, o toque, o sorriso, o cheiro, e até o brilho dele estavam diferentes. Era um completo estranho.
Eu sabia que minha inquetação se acalmaria depois que eu tivesse uma prova de sua presença. Mas de repente ele estava perto demais físicamente e longe demais espiritualmente. O chão entre nós rachava - eu percebia a diferença dele com todos que vinham falar com ele - e do meu lado, os velhos amigos do Neil Brown, do outro, ele e os amiguinhos do colégio de merda dele. Eu odiei o pai dele mais do que nunca naquele momento, por tê-lo tirado do meu colégio. Eu o abraçava, mas era como abraçar o vazio, um fantasma da pessoa que ele um dia foi, do amigo que eu perdi.
Eu tinha evitado olhar nos olhos dele temendo o que já sabia. E o que eu vi, aliás, o que eu não vi e não senti, me deixou asustada. Mais do que isso, apavorada - eu entrei em pânico. Fui embora grata por ele não me acompanhar, sorrindo falsamente para não ter que dar explicações; corri furiosamente com os pensamentos me picando comos vespas. Deus, quem era áquela pessoa? O que aconteceu com o meu melhor amigo, o garoto que salvou minha vida?
Cansada, encostei na parede de um lugar onde já não podiam mais me ver. Passei a mão no cabelo, desabei na calçada. O sol que brilhava sumiu, a chuva caia forte e me enxarcava, eu chorava como uma criança assustada.
O problema, é que eu quando eu olhei nos olhos do Aro - a cor de pôr-do-sol sumira, ag
ora era só um castanho qualquer -, eu não vi um motivo para viver, eu não senti a onda de Esperança que eu sempre sentia ao fazê-lo. O que eu sentia agora era o meu peito cortado, com os orgãos espostos, o meu coração na mão. Como se eu tivesse tomado um soco de um gigante e surgisse um ematoma por todo o meu corpo, deixando tudo dormente e entorpecido. Fiquei sentada na chuva por um tempo infinito, implorando para que a dor me deixasse e quando ela finalmente o fez, eu ainda não tinha sarado. A cirurgia é a parte fácil, difícil é a recuperação.
Eu voltei a estaca zero. Estava sosinha. Sem Esperança. Sentada na chuva. Tremendo. Não sabia o que fazer e nem sabia se queria fazer alguma coisa - ficar ali parada na chuva, parecia bom demais comparado a perspectiva de me erguer e encarar o mundo. Eu não sentia nada, pela primeira vez eu cai e se sentisse, desejaria ser salva. Desejaria que me seguracem, aparacem minha queda.
Porque eu continuava caíndo, caíndo, caíndo. Tudo passava por mim, mas eu não prestava atenção. E eu continuei a cair. E eu continuo caíndo. E eu percebo, que fico melhor quando atinjo o chão.
Sim, era o Aro, mas não era o meu Aro. Como se o meu Aro tivesse morrido e essa fosse uma copia barata, um clone sem vida posto no lugar.
Eu quase consegui ignorar essa sensação, mas ela estava presente a cada respiração. A voz, o toque, o sorriso, o cheiro, e até o brilho dele estavam diferentes. Era um completo estranho.
Eu sabia que minha inquetação se acalmaria depois que eu tivesse uma prova de sua presença. Mas de repente ele estava perto demais físicamente e longe demais espiritualmente. O chão entre nós rachava - eu percebia a diferença dele com todos que vinham falar com ele - e do meu lado, os velhos amigos do Neil Brown, do outro, ele e os amiguinhos do colégio de merda dele. Eu odiei o pai dele mais do que nunca naquele momento, por tê-lo tirado do meu colégio. Eu o abraçava, mas era como abraçar o vazio, um fantasma da pessoa que ele um dia foi, do amigo que eu perdi.
Eu tinha evitado olhar nos olhos dele temendo o que já sabia. E o que eu vi, aliás, o que eu não vi e não senti, me deixou asustada. Mais do que isso, apavorada - eu entrei em pânico. Fui embora grata por ele não me acompanhar, sorrindo falsamente para não ter que dar explicações; corri furiosamente com os pensamentos me picando comos vespas. Deus, quem era áquela pessoa? O que aconteceu com o meu melhor amigo, o garoto que salvou minha vida?
Cansada, encostei na parede de um lugar onde já não podiam mais me ver. Passei a mão no cabelo, desabei na calçada. O sol que brilhava sumiu, a chuva caia forte e me enxarcava, eu chorava como uma criança assustada.
O problema, é que eu quando eu olhei nos olhos do Aro - a cor de pôr-do-sol sumira, ag
ora era só um castanho qualquer -, eu não vi um motivo para viver, eu não senti a onda de Esperança que eu sempre sentia ao fazê-lo. O que eu sentia agora era o meu peito cortado, com os orgãos espostos, o meu coração na mão. Como se eu tivesse tomado um soco de um gigante e surgisse um ematoma por todo o meu corpo, deixando tudo dormente e entorpecido. Fiquei sentada na chuva por um tempo infinito, implorando para que a dor me deixasse e quando ela finalmente o fez, eu ainda não tinha sarado. A cirurgia é a parte fácil, difícil é a recuperação.Eu voltei a estaca zero. Estava sosinha. Sem Esperança. Sentada na chuva. Tremendo. Não sabia o que fazer e nem sabia se queria fazer alguma coisa - ficar ali parada na chuva, parecia bom demais comparado a perspectiva de me erguer e encarar o mundo. Eu não sentia nada, pela primeira vez eu cai e se sentisse, desejaria ser salva. Desejaria que me seguracem, aparacem minha queda.
Porque eu continuava caíndo, caíndo, caíndo. Tudo passava por mim, mas eu não prestava atenção. E eu continuei a cair. E eu continuo caíndo. E eu percebo, que fico melhor quando atinjo o chão.
Desejos, wishs, desidere, désirs..
Ao som de Airplanes, B.o.B. feat. Hayley Williams.Eu podia arrumar um meio de voltar àqueles dias simples, porque hoje em dia as coisas são confusas demais para que eu possa entender. Tudo ficou uma bagunça e as coisas ficaram turvas, então eu me pergunto o que aconteceu com todo o brilho, o glamour, a festa e a alegria estampada nos nossos rostos.
Acho que tudo se perdeu no meio do tempo, ou melhor, na falta de tempo e no joguinho escroto que a vida fez conosco. E por mais que nós esperemos e rezemos, tenhamos toda a Esperança do mudno, as coisas não mudam, não voltam, não melhoram...
Então tudo se desenrola, o mundo da voltas e ganhamos outra chance, mas não é exatamente uma chance, se não temos o que queriamos para ser completos, nossos planos fracassam e nós só temos um único desejo que jamais será atendido.
"Qual seria seu pedido se pudesse fazer só um?". Eu pediria eles, eu pediria ter tudo como era antes, nós pediríamos uns aos outros.
Eu vou arrumar um jeito de fazer tudo dar certo, antes que tudo se acabe. Eu vou fazer um milhão de pedidos, de desejos, até que o que eu quero se realize, eu vou correr atrás do que nós foi tirado e luto até contra o destino se preciso. Eu só não aceito perdê-los.
Alguém me leve de volta aos dias, ao tempo em que não precisávamos fazer força para sobreviver e simplesmente abraçavamos uns aos outros, não porque a saudade doia, mas pelo prazer de ter a presença deles todo dia.
Muito antes de o tempo ser curto e a tristeza e o medo virem em ondas que nós quase não pudemos suportar e os dias ruins começarem, não por causa de pesadelos, de sonhos, mas sim pela realidade e pela falta das pessoas naqueles corredores lotados.
Acho que tudo perdeu a relevancia, e se eu pudesse fazer um pedido, eu voltaria àqueles dias e eu faria alguns desejos aos aviões, se me faltassem estrelas.
I've just one wish

Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2010
Querido Papai Noel,
O Natal, para muitos é conhecido como o nascimento de cristo, época de dar e receber, da mesa farta, dos presentes, dos abraços e da família. Aprendi muito sobre o Ntal com minhamãe, quando ela me sentava em sue colo e me contava sobre as histórias natalinas, mas ela nunca me ocntou da essência do Natal.
Eu sempre achei que o Natal fosse uma época mágica, é a única noite do ano que tudo é possível, por isso fazemos pedidos para o senhor. Eu descobri a magia do Natal, no ano passado, quando eu pedi o Aro de presente e o sonhor tão bondoso, de-o para mim.
Esse ano, eu vou te pedir algo ainda mais difícil, mas como fui uma boa menina esse ano - sempre boa amiga, educada, sincera e tudo bem que eu aprontei algumas esse ano, mas a intenção não er fazer mal a ninguém, mas simplesmente me divertir - sei que o senhor fará o máximo possível para atender meu pedido.
É difícil, eu sei, mas não há nada que eu queira mais do que o o para sempre dos invencíveis, porque se nós nascemos para mudar o mundo, temos de permanescer juntos, para podermos estar fortes para resistir a tudo. Acredite, ninguém é tão sortudo quanto nós por ter uns aos outros, por existir e por ter essa imensa capacidade de aprender com as experiências de vida.
Nós somos o que somos, feitos desse amor, desse laço que nos uni e eu só queria que o senhor colocasse um veu protetor sobre esse elo, para que nem o tempo, nem a suadade, despedidas, lágrimas, outras pessoas e nada que exista ou venha a existir, seja capaz de abalar esse nosso amor absoluto, único, inegavel e irracional. Nós só queremos um final feliz e parece que por agora, virão muitas tormentas para nos testar. Se for impossível, eu quero que você torne possível, porque não há nada mais importante no mundo para mim, do que essas pessoas.
Faça de nós eternos, pois já somos incríveis,
nós somos os invencíveis e só queremos um final feliz.
"Greeting cards have all been sent The Christmas rush is through But I still have one more wish to make A special one for you Merry Christmas Darling We're apart that's true But I can dream and in my dreams, I'm Christmas-ing with you. The lights on my tree I wish
you could see I wish it every day The logs on the fire fill me with desire To see you and to say That I wish you a merry Christmas Happy New Year, too I've just one wish on this Christmas Eve I wish I were with you The logs on the fire Fill me with desire To see you and to say"
you could see I wish it every day The logs on the fire fill me with desire To see you and to say That I wish you a merry Christmas Happy New Year, too I've just one wish on this Christmas Eve I wish I were with you The logs on the fire Fill me with desire To see you and to say"
Julia Berbet.
diz que é mentira
Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2010.
Paramore,
O que é ser um fã?
Houve um tempo em que eu pensei que seria gastar milhões em coisas sobre e do meu ídolo, ir a todos os shows, gritar, berrar, chorar e enlouquecer ao vê-los, mas conforme fui amadurecendo e aprendedo , fui percebendo que ser fã não tem a ver com o seu nível de desespero pelo ídolo nem o quanto você o idolatra e beija seus pés. Ser fã é mais do que isso.
Tem a ver com a sensação que você tem quando pensa e vê seu idolo - os mais puros fãs são aqueles que encotram paz e inspiração. E sobre como sua música nos influencia e nos muda, nos torna pessoas melhores e mais fortes.
Como quero ser escritora, busco inspiração na música, que eu acredito ser a poesia ritmada, da vida e foi justamente na música que me encontrei - não em uma música qualquer - , nas músicas do Paramore. Elas possuem uma magia que me prende a elas e cada letra possui uma variação de lição de vida que muda de acordo com a nossa interpretção. Com um ritmo atraente e viciante, é o encaixe perfeito.
Eu conheço e acompanho o Paramore des de a primeira vez que os ouvi, em 2007. Sei que são só três, dos seis ano da banda, mas mesmo assim, sei que o importante é o amor que eu sinto por vocês, pois de algum modo, você são capazes de tornar o inferno suportável e até feliz. Eu já passei por uma cota suficientemente grande de coisas na vida, para dizer que as vezes, ficamos tão sem consolo que nem os que mais amamos são capazes de cuidar de nós, mas que quando o meu mundo todo despenca, só há uma coisa capaz de me manter firme, viva: o Paramore. A unidade que Hayley, Jeremy, Taylor, Josh e Zac formam - aliais, formavam. Uma vez, ouvi numa entrevista de vocês, que a banda quase acabou em 2008 e eu achei que essa seria a mior decepção da minha vida, mas como vocês, achei que o Brand New Eyes fosse capaz de curar essas feridas e hoje tenho minha maior decepção, pois me anganei.
Quando soube da notícia, meu mundo despencou, mas só que dessa vez, não havia nada que me segurasse e fosse capaz de me manter, pois tudo que sobrou foram as músicas e o medo, de não existirem novas perolas mágicas como estas. Eu quero que o Josh e o Zac sigam felizes suas vidas, mas sinto que isso não seja junto com o Taylor, Jeremy e Hayley, porque se houve algo no mundo que mais se aproximasse da perfeição, foi esta formação da banda.
Tenho que dizer que tanto eu, quanto todos os fãs do Paramore estão desapontados e decepicionados com isso tudo, todo esse pandemonio, e que todos eles rezam muito, pedindo que seja mentira, que seja só um pesadelo estúpido para que quando a gente acorde e olhe no site, veja a foto dos cinco sorrindo e sorria junto, só pelo fato de vocês exsitirem. Acho que os Farro podiam ter aguentado um pouco mais e tantado um pouco mais, poderiam ter se pronunciado e não feito como fizeram, não darem uma notícia e nem uma despedida.
Acho que o que mais nos desaponta, é o fato de saírem antes da turnê da America do Sul, porque os fãs brasileiros, como eu, esperam a tanto tempo por vocês que já não sabem o que esperar dessa turnê, se não lagimas e desconcolo. Quero ter o melhor de todos os shows aqui no Rio de Janeiro. Espero que o resto da banda não se altere e nem mude de uma forma negativa com isso e muito menos que o Paramore acabe, porque aí sim, seria o fim do mundo. Me pergunto quem serão os próximos integrantes e se eles serão bons o suficiente para ocupar o lugar dos irmãos.
Eu como fã, me sinto vazia, como se tivesse caído do céu e só queria que vocês ficassem junto, porque é tudo que preciso. Mesmo assim, se J&Z querem ir, então eles devem ir, mas não prometo não chorar, porque minha infelicidade é tamanha, que seria pedir demais de mim. Sei que o Paramore me ensinou muito sobre as mais incríveis coisas e me conquistou para sempre. Faria qualquer coisa para conhecer vocês: Hayley, Jeremy e Taylor. Vocês não sabem o quanto significam para mim! E nem o quanto sou uma pessoa melhor, por culpa de vocês - os cinco na verdade.
Eu não serei a mesma, meu coração não será o mesmo, porque já faz muito tempo que ele bate por vocês, com esse meu amor incondicional e absoluto por cinco pessoas que só conheço por fotos e por letras de músicas, mas que tem a mais bela voz, a mais bela história e fazem parte de algo tão maior para mim, que eu jamais deixarei morrer.
Num mundo onde muita gente é feita de ganancia, modismo, mentiras, farsa, dinheiro e estuídes hipócrita e fútil, eu encontrei vocês, a melhor banda do mundo. Vocês me fizeram acreditar que contos d efadas, até podem ser possíveis. Muito obrigada por existirem, por escreverem as melhores músicas, por serem pessoas incríveis e principalmente obrigada por mudraem a minha vida,
Paramore,
O que é ser um fã? Houve um tempo em que eu pensei que seria gastar milhões em coisas sobre e do meu ídolo, ir a todos os shows, gritar, berrar, chorar e enlouquecer ao vê-los, mas conforme fui amadurecendo e aprendedo , fui percebendo que ser fã não tem a ver com o seu nível de desespero pelo ídolo nem o quanto você o idolatra e beija seus pés. Ser fã é mais do que isso.
Tem a ver com a sensação que você tem quando pensa e vê seu idolo - os mais puros fãs são aqueles que encotram paz e inspiração. E sobre como sua música nos influencia e nos muda, nos torna pessoas melhores e mais fortes.
Como quero ser escritora, busco inspiração na música, que eu acredito ser a poesia ritmada, da vida e foi justamente na música que me encontrei - não em uma música qualquer - , nas músicas do Paramore. Elas possuem uma magia que me prende a elas e cada letra possui uma variação de lição de vida que muda de acordo com a nossa interpretção. Com um ritmo atraente e viciante, é o encaixe perfeito.
Eu conheço e acompanho o Paramore des de a primeira vez que os ouvi, em 2007. Sei que são só três, dos seis ano da banda, mas mesmo assim, sei que o importante é o amor que eu sinto por vocês, pois de algum modo, você são capazes de tornar o inferno suportável e até feliz. Eu já passei por uma cota suficientemente grande de coisas na vida, para dizer que as vezes, ficamos tão sem consolo que nem os que mais amamos são capazes de cuidar de nós, mas que quando o meu mundo todo despenca, só há uma coisa capaz de me manter firme, viva: o Paramore. A unidade que Hayley, Jeremy, Taylor, Josh e Zac formam - aliais, formavam. Uma vez, ouvi numa entrevista de vocês, que a banda quase acabou em 2008 e eu achei que essa seria a mior decepção da minha vida, mas como vocês, achei que o Brand New Eyes fosse capaz de curar essas feridas e hoje tenho minha maior decepção, pois me anganei.
Quando soube da notícia, meu mundo despencou, mas só que dessa vez, não havia nada que me segurasse e fosse capaz de me manter, pois tudo que sobrou foram as músicas e o medo, de não existirem novas perolas mágicas como estas. Eu quero que o Josh e o Zac sigam felizes suas vidas, mas sinto que isso não seja junto com o Taylor, Jeremy e Hayley, porque se houve algo no mundo que mais se aproximasse da perfeição, foi esta formação da banda.
Tenho que dizer que tanto eu, quanto todos os fãs do Paramore estão desapontados e decepicionados com isso tudo, todo esse pandemonio, e que todos eles rezam muito, pedindo que seja mentira, que seja só um pesadelo estúpido para que quando a gente acorde e olhe no site, veja a foto dos cinco sorrindo e sorria junto, só pelo fato de vocês exsitirem. Acho que os Farro podiam ter aguentado um pouco mais e tantado um pouco mais, poderiam ter se pronunciado e não feito como fizeram, não darem uma notícia e nem uma despedida.
Acho que o que mais nos desaponta, é o fato de saírem antes da turnê da America do Sul, porque os fãs brasileiros, como eu, esperam a tanto tempo por vocês que já não sabem o que esperar dessa turnê, se não lagimas e desconcolo. Quero ter o melhor de todos os shows aqui no Rio de Janeiro. Espero que o resto da banda não se altere e nem mude de uma forma negativa com isso e muito menos que o Paramore acabe, porque aí sim, seria o fim do mundo. Me pergunto quem serão os próximos integrantes e se eles serão bons o suficiente para ocupar o lugar dos irmãos.
Eu como fã, me sinto vazia, como se tivesse caído do céu e só queria que vocês ficassem junto, porque é tudo que preciso. Mesmo assim, se J&Z querem ir, então eles devem ir, mas não prometo não chorar, porque minha infelicidade é tamanha, que seria pedir demais de mim. Sei que o Paramore me ensinou muito sobre as mais incríveis coisas e me conquistou para sempre. Faria qualquer coisa para conhecer vocês: Hayley, Jeremy e Taylor. Vocês não sabem o quanto significam para mim! E nem o quanto sou uma pessoa melhor, por culpa de vocês - os cinco na verdade.
Eu não serei a mesma, meu coração não será o mesmo, porque já faz muito tempo que ele bate por vocês, com esse meu amor incondicional e absoluto por cinco pessoas que só conheço por fotos e por letras de músicas, mas que tem a mais bela voz, a mais bela história e fazem parte de algo tão maior para mim, que eu jamais deixarei morrer.
Num mundo onde muita gente é feita de ganancia, modismo, mentiras, farsa, dinheiro e estuídes hipócrita e fútil, eu encontrei vocês, a melhor banda do mundo. Vocês me fizeram acreditar que contos d efadas, até podem ser possíveis. Muito obrigada por existirem, por escreverem as melhores músicas, por serem pessoas incríveis e principalmente obrigada por mudraem a minha vida,
Julia Berbet
eu só rezo para ficar bem,

Luna? – O meu irmão mais velho, Luc, me chamou pondo a cabeça dentro do meu quarto
Eu estava lendo. Fechei o livro e olhei para ele.
- O PC morreu - Ele disse. Eu não assimilei as palavras de imediato, de modo que demorou alguns segundos até as palavras dele realmente me atingirem.
- Você ouviu direito - Ele falou, diante da minha ausência de resposta.
Olhei para ele erguendo uma sobrancelha, como se dissesse "você só pode estar me zoando".
- O PC inspetor do colégio? - Era o único que eu conhecia, mas parecia difícil de acreditar.
- É, ele mesmo!
Eu entrei no msn mais tarde e fui bombardeada por comentários sobre a morte daquele inspetor, sempre tão simpático, que nos contava sobre a vida dele, ria e zoava com a gente.
Todos os ninks ou subninks tinham uma flor e escrito "LUTO", e "PC descanse em paz". Fizeram comunidades e tópicos no orkut.
Ainda era difícil de acreditar, surreal demais. Afinal, ele tinha um jeito cativante, receptivo. Tratava os alunos de igual para igual, não como subordinador, mas como amigos. Sempre sorria, sempre brincava. Eu nunca vi o PC triste - talvez fosse aquela aura dele que sempre nos fazia sentir que qualquer coisa que acontecesse conosco, não importava, porque no final, tudo ficaria bem.
A morte dele foi um choque - não só para mim, tenho certeza que foi para cada pessoa que já o conheceu. Me fez pensar no quanto a vida é frágil e curta - podendo acabar com um piscar de olhos e nós nem sabemos porque morremos.
Nós vamos todo dia dormir, contando que haverá um amanhã, deixando para depois o que se pode fazer hoje. Nem pensamos que podemos não acordar e deixamos de dizer tantas coisas importantes para as pessoas que amamos.
Talvez nós devêssemos pensar mais antes de agir e agir com o coração. Talvez devêssemos ser mais justos e julgar menos as pessoas. Talvez nós devêssemos dizer mais "eu te amo", mas de forma verdadeira, não como se fosse "bom dia". Talvez devêssemos ser mais simpático com nosso inimigo e ter mais compaixão. Talvez agir mais e falar menos. Sermos mais sinceros, mentir menos, xingar menos, amar mais. Talvez aceitar mais e criticar menos a vida. Talvez aproveitar mais, talvez sermos mais feliz.
Afinal, nunca sabemos quando a vida vai acabar. Ela é frágil e incerta. Pode ser bela e bem vivida, ou doida e desperdiçada - depende de como nós a enfrentaremos. E como o futuro a Deus pertence, eu só rezo para ficar bem.
___________________________
Dedico esta postagem ao melhor inspetor, Paulo César, do Colégio Brigadeiro Newton Braga, quer veio a falecer no dia 27/11 de 2010, após ser atropelado no dia anterior, por um motorista de ônibus babaca, que ultrapassou o sinal. Agradeço por todas as alegrias, por todas as risadas, por cada momento difícil compartilhado e pela sua ajuda quando ela foi precisa. Descanse em paz. (F)
Novembro, ainda me lembro
Capitulo XV - Perdas no caminho?
Luna Waldorf diz: Voce é péssimo de cumprir promessas, sabia?
Aro Pontielli diz: Porque ?
Julia diz: Lembra do ano passado, quando a gente tava na quadra? Eu estava ficando com o Nate, ai todo mundo saiu e ficamos só eu e voce?
Aro Pontielli diz: Lembro .
Luna Waldorf diz: Lembra das promessas?
Aro Pontielli diz: Não, me fala .
Luna Waldorf diz: - Me promete uma coisa? - Voce assentiu.
- Vai ser sempre meu melhor amigo e nunca vai me esquecer?
Voce assentiu novamente, beijou minha testa.
Aro Pontielli diz: E eu descompri a promessa ?
Luna Waldorf diz: Parece que sim
Aro Pontielli diz: :S
Luna Waldorf diz:
Voce esté distante, mas só faz a cara de eu sou frio e seco e diz que não
Aro Pontielli diz: Só tenho uma cara
Luna Waldorf diz: Tem só uma cara, mas várias expressões. Essas expressões parecem uma mascara...
Você sabe que precisa de uma mudança, não sabe?
Aro Pontielli diz: Eu sei
Luna Waldorf diz: E porque não começou ainda?
Aro Pontielli diz: Sinceramente eu não sei.
Luna Waldorf diz: Perdi, mas eu agora sei exatamente o que eu quero
Aro Pontielli diz: O que você quer?
Luna Waldorf diz: Eu quero você
Os joguinhos por mais divertidos não vão nos levar a lugar nenhum, por mais divertidos que sejam e no fim seremos só eu e você, Aro. E as perdas no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo.
Luna Waldorf diz: Voce é péssimo de cumprir promessas, sabia?
Aro Pontielli diz: Porque ?
Julia diz: Lembra do ano passado, quando a gente tava na quadra? Eu estava ficando com o Nate, ai todo mundo saiu e ficamos só eu e voce?
Aro Pontielli diz: Lembro .
Luna Waldorf diz: Lembra das promessas?
Aro Pontielli diz: Não, me fala .
Luna Waldorf diz: - Me promete uma coisa? - Voce assentiu.
- Vai ser sempre meu melhor amigo e nunca vai me esquecer?
Voce assentiu novamente, beijou minha testa.
Aro Pontielli diz: E eu descompri a promessa ?
Luna Waldorf diz: Parece que sim
Aro Pontielli diz: :S
Luna Waldorf diz:
Voce esté distante, mas só faz a cara de eu sou frio e seco e diz que não
Aro Pontielli diz: Só tenho uma cara
Luna Waldorf diz: Tem só uma cara, mas várias expressões. Essas expressões parecem uma mascara...
Você sabe que precisa de uma mudança, não sabe?
Aro Pontielli diz: Eu sei
Luna Waldorf diz: E porque não começou ainda?
Aro Pontielli diz: Sinceramente eu não sei.
Luna Waldorf diz: A vida é muito curta. Faça mas do que pense em fazer, no fim você se arrepende mais do que não fez, e não do que fez. Faça e aceite as consequencias. Eu não fiquei com o Besta?
Aro Pontielli diz: Ficou e me perdeuLuna Waldorf diz: Perdi, mas eu agora sei exatamente o que eu quero
Aro Pontielli diz: O que você quer?
Luna Waldorf diz: Eu quero você
Os joguinhos por mais divertidos não vão nos levar a lugar nenhum, por mais divertidos que sejam e no fim seremos só eu e você, Aro. E as perdas no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo.
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