E mais do que tudo isso: elas me ensinaram a acreditar.
Extraordinário.
E mais do que tudo isso: elas me ensinaram a acreditar.
I believe that there's hope

O que nós vivemos, não foi uma simples história. O que nós estamos vivendo.
Antes de dormir, eu acredito que ainda vai ter um final feliz e é isso que me mantem. Nós somos épicos, nós construímos castelos de fé; muros de força. Uma fortaleza indestrutível; ela está em algum lugar, embora nós não sejamos capaz de achá-la. Somos as estrelas mais brilhantes daquele céu, embora estejamos com um brilho fraco - talvez só estejamos sendo ofuscados.
Mas quando eu ponho a cabeça no meu travesseiro e fecho os olhos, ainda sou a mesma cretina de sempre, ainda vivi o mesmo dia difícil, bem diferente dos dias dourados, ainda sinto saudade dos velhos tempo e ainda escorrem lágrimas dos meus olhos ao lembrar desses tempos ouvindo música no volume máximo e cantando com a voz abafada pelo travesseiro. Posso ter passado o dia inteiro desacreditada, mas quando eu estou prestes a dormir, algo em mim me da esperança e me diz que não é o fim. Que se não acabou bem é porque não acabou.
Eu acredito que há Esperança!
4.000 anos

De play e espere a música começar para ler. Franklin, Paramore.
Nós erramos, nós caímos, nós desistimos. Então é esse o final da história, é assim que acabam as pessoas mais felizes do mundo? Sem nada?
Não esqueça se doí, não importa quem lute contra você, lembre-se de quem um dia já lutou com você. Nós éramos muito mais do que amigos - amizade é uma palavra muito fraca para descrever aquele tipo de amor.Então me diga uma coisa e eu juro que eu nunca mais pertubo nenhum de vocês, ok? Se vocês conseguirem me olhar nos olhos, ou me falarem por onde for - comentem a resposta! - que aquela não foi a época mais feliz da sua vida, que você não se sentia indestrutível, que você teve tudo, mesmo tento tão pouco, que você não se sentia dono do mundo, que você não sorria apenas pela beleza da vida, por ter ao seu lado as pessoas mais incríveis do mundo, que você não era Invencível, eu não digo mais nada e sinto vergonha por você. Mas eu duvido que você consiguirá me dizer que não foi feliz naqueles dias e que não queria vive-los de novo e parar naquele tempo.
Eu sei que o nosso problema é que nós deixamos de acreditar. Mas se você acreditou um dia, por que não pode acreditar de novo? Porque não pode acreditar que nossa amizdae será como o vidro, que demorará 4.000 anos para se decompor? Eu não quero que meus amigos se tornem estranhos, eu quero que ele sme deem a mãoe lutem comigo e expulsem os intrusos e quem quer que tente destruir essa magia que existe em nós, porque, meu amor, existe magia em cada um de nós. Então, meu amor, me dá a mão? Mesmo você de quem eu nunca fui muito chegada - mas que de algum modo interifiriu na minha vida naquela época - me dá a mão? Luta comigo? De a mão para outro d enós e faça-o dar a mão para o proximo?
Não pare de acreditar, está bem? Você confia em mim? Porque eu acredito. Houve um tempo em que nada era impossível par
a nós, porque nós acreditávamos. Eu acho que eestá na hora desse tempo voltar, vocêão acha? Vamos escurtar as distancias e passsar a diante aquilo que aprendemose vamos mudar o mundo, fazer aquilo que nascemos para fazer. Vamos vencer?Porque nós temos que voltar para o nosso lar, para os braços daquele que nós amamos. Nossos pecados serão perdoados, se nós acreditarmos. Então vamos coltar ao lugar ao qual pertencemos?
Você vem comigo? Você luta junto comigo? Você acredita?
Eu estou do lado de fora
Sim, era o Aro, mas não era o meu Aro. Como se o meu Aro tivesse morrido e essa fosse uma copia barata, um clone sem vida posto no lugar.
Eu quase consegui ignorar essa sensação, mas ela estava presente a cada respiração. A voz, o toque, o sorriso, o cheiro, e até o brilho dele estavam diferentes. Era um completo estranho.
Eu sabia que minha inquetação se acalmaria depois que eu tivesse uma prova de sua presença. Mas de repente ele estava perto demais físicamente e longe demais espiritualmente. O chão entre nós rachava - eu percebia a diferença dele com todos que vinham falar com ele - e do meu lado, os velhos amigos do Neil Brown, do outro, ele e os amiguinhos do colégio de merda dele. Eu odiei o pai dele mais do que nunca naquele momento, por tê-lo tirado do meu colégio. Eu o abraçava, mas era como abraçar o vazio, um fantasma da pessoa que ele um dia foi, do amigo que eu perdi.
Eu tinha evitado olhar nos olhos dele temendo o que já sabia. E o que eu vi, aliás, o que eu não vi e não senti, me deixou asustada. Mais do que isso, apavorada - eu entrei em pânico. Fui embora grata por ele não me acompanhar, sorrindo falsamente para não ter que dar explicações; corri furiosamente com os pensamentos me picando comos vespas. Deus, quem era áquela pessoa? O que aconteceu com o meu melhor amigo, o garoto que salvou minha vida?
Cansada, encostei na parede de um lugar onde já não podiam mais me ver. Passei a mão no cabelo, desabei na calçada. O sol que brilhava sumiu, a chuva caia forte e me enxarcava, eu chorava como uma criança assustada.
O problema, é que eu quando eu olhei nos olhos do Aro - a cor de pôr-do-sol sumira, ag
ora era só um castanho qualquer -, eu não vi um motivo para viver, eu não senti a onda de Esperança que eu sempre sentia ao fazê-lo. O que eu sentia agora era o meu peito cortado, com os orgãos espostos, o meu coração na mão. Como se eu tivesse tomado um soco de um gigante e surgisse um ematoma por todo o meu corpo, deixando tudo dormente e entorpecido. Fiquei sentada na chuva por um tempo infinito, implorando para que a dor me deixasse e quando ela finalmente o fez, eu ainda não tinha sarado. A cirurgia é a parte fácil, difícil é a recuperação.Eu voltei a estaca zero. Estava sosinha. Sem Esperança. Sentada na chuva. Tremendo. Não sabia o que fazer e nem sabia se queria fazer alguma coisa - ficar ali parada na chuva, parecia bom demais comparado a perspectiva de me erguer e encarar o mundo. Eu não sentia nada, pela primeira vez eu cai e se sentisse, desejaria ser salva. Desejaria que me seguracem, aparacem minha queda.
Porque eu continuava caíndo, caíndo, caíndo. Tudo passava por mim, mas eu não prestava atenção. E eu continuei a cair. E eu continuo caíndo. E eu percebo, que fico melhor quando atinjo o chão.
Desejos, wishs, desidere, désirs..
Ao som de Airplanes, B.o.B. feat. Hayley Williams.Eu podia arrumar um meio de voltar àqueles dias simples, porque hoje em dia as coisas são confusas demais para que eu possa entender. Tudo ficou uma bagunça e as coisas ficaram turvas, então eu me pergunto o que aconteceu com todo o brilho, o glamour, a festa e a alegria estampada nos nossos rostos.
Acho que tudo se perdeu no meio do tempo, ou melhor, na falta de tempo e no joguinho escroto que a vida fez conosco. E por mais que nós esperemos e rezemos, tenhamos toda a Esperança do mudno, as coisas não mudam, não voltam, não melhoram...
Então tudo se desenrola, o mundo da voltas e ganhamos outra chance, mas não é exatamente uma chance, se não temos o que queriamos para ser completos, nossos planos fracassam e nós só temos um único desejo que jamais será atendido.
"Qual seria seu pedido se pudesse fazer só um?". Eu pediria eles, eu pediria ter tudo como era antes, nós pediríamos uns aos outros.
Eu vou arrumar um jeito de fazer tudo dar certo, antes que tudo se acabe. Eu vou fazer um milhão de pedidos, de desejos, até que o que eu quero se realize, eu vou correr atrás do que nós foi tirado e luto até contra o destino se preciso. Eu só não aceito perdê-los.
Alguém me leve de volta aos dias, ao tempo em que não precisávamos fazer força para sobreviver e simplesmente abraçavamos uns aos outros, não porque a saudade doia, mas pelo prazer de ter a presença deles todo dia.
Muito antes de o tempo ser curto e a tristeza e o medo virem em ondas que nós quase não pudemos suportar e os dias ruins começarem, não por causa de pesadelos, de sonhos, mas sim pela realidade e pela falta das pessoas naqueles corredores lotados.
Acho que tudo perdeu a relevancia, e se eu pudesse fazer um pedido, eu voltaria àqueles dias e eu faria alguns desejos aos aviões, se me faltassem estrelas.
nada de Eternidade para mim

- Você tem uma escolha - A mulher de branco que me encarava e eu não conseguia acreditar ainda que era minha mãe, começou a falar com um tom tão sério que me fazia tremer - São duas opções, uma faca de dois gumes: por um lado, você pode ficar aqui, no seu paraíso particular, o lugar que você almejou em sonhos e desejo por tanto tempo, que acabou vivendo e se mantendo da Esperança de viver os dias dourados dos Invencíveis de novo. Ou, pelo outro, pode voltar a realidade, ao mundo duro, cruel, difícil, impossível - e todos os adjetivos mais que você costuma atribuir a ele - que você bem conhece, onde, não só seus amigos te esperam, como o resto do mundo, que clama por uma mudança que você nasceu para levar.

Yuri, Aragão e eu estávamos na quadra jogando futebol ─ bom, eles jogavam e eu tentava jogar.
Eu estava correndo para pegar a bola do Aragão e dei um carrinho com muita Esperança, que se dissolveu, quando ele me driblou e fez gol. Eu bufei, enquanto o Yuri me ajudava a me levantar, e depois saiu correndo atrás da bola, tentou dar uma driblada no Aragão, mas não conseguiu, e sai bufando, deu uma volta no próprio eixo.
─ Qual é Yuri, você é melhor do que isso! ─ Eu gritei.
─ Falou a boa jogadora ─ Ele ironizou.
Eu parei e o fitei seriamente ofendida. Aragão parou no meio do chute que faria e olhou para mim. Pela cara dele, eu estava com uma expressão assassina. Yuri pareceu desconfortável.
─ Eu não estava sendo irônica. ─ Falei e virei às costas para me afastar deles.
─ Julião ─ Me chamaram pelo meu antigo apelido odiado ─ na verdade, já não me incomodava tanto com ele hoje, me parecia mais um modo carinhoso de me chamar. Mesmo assim, não olhei para eles.
Continuei andando até que senti um par de mãos, um de cada lado, me segurar e me impedir de continuar seguindo.
─ Desculpa ─ Pediu o Yuri com uma vozinha doce. Não em virei.
─ Vai, Julião ─ Aragão me puxou para trás querendo me abraçar. Eu me recusei e tentei continuar seguindo, mas eles apertaram as mãos no meu pulso e no meu braço.
─ Por favor, me desculpa ─ Insistiu Yuri, me abraçando pelas costas. Empinei o nariz e tentei me soltar.
─ Ah, é assim né?! ─ Aragão pegou minhas pernas, o Yuri meus braços e começaram a me balançar no ar como se eu fosse uma criança. Eu sorri inevitavelmente E era bom, era como voar e eu me senti livre e plena. E um pouco tonta. E mais tonta.
─ Para, to tonta ─ Resmunguei.
─ Só vamos para quando você aceitar as desculpas. ─ Aragão respondeu.
Gemi alto por causa da tontura. Era meio agonizante.
─ Por que estão fazendo isso comigo? ─ Gemi de novo.
─ É só você aceitar as desculpas ─ Yuri respondeu.
Bufei. Suspirei. Gemi. Eu era muito orgulhosa, mas ia acabar desmaiando se continuasse assim.
─ Tudo bem, tudo bem! ─ Gritei ─ Eu aceito.
Puseram-me no chão e se entre olharam maliciosamente. Eu mal me recuperei e eles me atacaram me fazendo cosquinhas. Caímos no chão rindo pelas cosquinhas, que eu fazia neles e eles faziam em mim.
De repende ouvimos umas risadas e Larissa, Edith, Thaty e Edith se aproximaram de nós, vindo de trás de umas arvores. Elas riam com tanta vontade, que simplesmente achamos que devíamos rir junto. Só por rir.
Yuri se levantou, aproximou-se de Thaty e começou a fazer cosquinhas nela e eu e Aragão seguimos seu exemplo, fazendo cosquinhas em todas. Rindo, rindo feitos sete maníacos loucos. Por que mesmo? Ah, sim. Porque a vida é bela. E então fizemos mais consquinhas uns nos outros e rimos mais. Gargalhamos mais.
Exausto, contemplamos o céu estrelado que cobria nossas cabeças. Era tudo lindo, como num conto de fadas. Eu via tudo, tudo colorido com um milhão de estrelas e constelações brilhando acima de nós.
Eu senti pela primeira vez na vida que finalmente tinha encontrado o meu lugar naquele mundo. Num planeta, dentre seis bilhões de pessoas, seis bilhões de almas e tudo que eu precisava eram seis. Era o bastante para eu sobreviver.
Se existe a perfeição, ela se resumia a isso
I've just one wish

Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2010
Querido Papai Noel,
O Natal, para muitos é conhecido como o nascimento de cristo, época de dar e receber, da mesa farta, dos presentes, dos abraços e da família. Aprendi muito sobre o Ntal com minhamãe, quando ela me sentava em sue colo e me contava sobre as histórias natalinas, mas ela nunca me ocntou da essência do Natal.
Eu sempre achei que o Natal fosse uma época mágica, é a única noite do ano que tudo é possível, por isso fazemos pedidos para o senhor. Eu descobri a magia do Natal, no ano passado, quando eu pedi o Aro de presente e o sonhor tão bondoso, de-o para mim.
Esse ano, eu vou te pedir algo ainda mais difícil, mas como fui uma boa menina esse ano - sempre boa amiga, educada, sincera e tudo bem que eu aprontei algumas esse ano, mas a intenção não er fazer mal a ninguém, mas simplesmente me divertir - sei que o senhor fará o máximo possível para atender meu pedido.
É difícil, eu sei, mas não há nada que eu queira mais do que o o para sempre dos invencíveis, porque se nós nascemos para mudar o mundo, temos de permanescer juntos, para podermos estar fortes para resistir a tudo. Acredite, ninguém é tão sortudo quanto nós por ter uns aos outros, por existir e por ter essa imensa capacidade de aprender com as experiências de vida.
Nós somos o que somos, feitos desse amor, desse laço que nos uni e eu só queria que o senhor colocasse um veu protetor sobre esse elo, para que nem o tempo, nem a suadade, despedidas, lágrimas, outras pessoas e nada que exista ou venha a existir, seja capaz de abalar esse nosso amor absoluto, único, inegavel e irracional. Nós só queremos um final feliz e parece que por agora, virão muitas tormentas para nos testar. Se for impossível, eu quero que você torne possível, porque não há nada mais importante no mundo para mim, do que essas pessoas.
Faça de nós eternos, pois já somos incríveis,
nós somos os invencíveis e só queremos um final feliz.
you could see I wish it every day The logs on the fire fill me with desire To see you and to say That I wish you a merry Christmas Happy New Year, too I've just one wish on this Christmas Eve I wish I were with you The logs on the fire Fill me with desire To see you and to say"
o meu melhor amigo .

O sonho sempre vem, Pra quem sonhar...
Tudo pode ser Só basta acreditar...
Tudo que tiver que ser, será...
Prólogo
Solidão lha incomoda? Também incomodava a mim. Senta-me fraca, insegura e por isso tinha medo.
A verdade numero um sobre a solidão, é que ela nunca et abandona - pense nos momentos em que esteve cercada de gente e se sentiu isolada, por fora, em outro mundo... tão só. A verdade numero dois, é que nos pensamos que ela nos enfraquece, sendo que faz exatamente o contrário, ela nos fortalece, pois é como sentar numa sala você e você mesmo, com Esperanças, sonhos, medo e o infinito confuso de seu interior. Verdade numero três, você pode ter todos os amigos do mundo, sendo eles os melhores, mas nenhum deles fará por você o que a solidão faz.
Pode ser uma pessoa qualquer e realmente é, de modo que você pode trata-la de duas maneira a) interpretando-a de maneira errada e reclamando o resto de sua vida de como odeia ficar só e b) você pode se tornar amigo dela, pode descobrir e aprender coisas com ela.
A solidão pode ser sua melhro amiga.
De qualquer modo, tem que encara-la. Pois apenas na solidão, se tem as melhores e/ou maiores percepções e descobertas de sua vida.
My hero
- Quanto você pesa? - Perguntou ele.
- Uns 35kg. Por que?
- Eu peso 63, quase o dobro -Respondeu me zoando.
Uma garota esbarrou em mim, e eu gemi.
- Ai! - Que foi? - Aquela vagaba esbarrou em mim! - Indiquei a garota - Invejosa!
- Só você. Invejosa? - É, ela bem que queria estar no meu lugra, memso com o pé machucado. - Pausei dando de ombros
-Encare, elas babam por você! - Você riu e eu ri. Pousei a cabeça nos eu ombro. Nosso ex professor, estava logo depois do Vital e nós parou.
- Gente, o que é isso? - Disse ele assustado, gesticulando para eu no seus braços. - Ela machucou o pé - Você respondeu me virando para que ele pudesse ver meu machucado. O professor Lúcio tirou uma foto de voce me carregando no colo e você seguiu comigo.
- Te devo uma -Rasguei as risadas.
- Deve nada.
- Devo sim - Insisti
- Não deve não, você é minha amiga - Foi a primeira vez que você me chamou de sua amiga e confesso que pulei por dentro.
- De qualquer modo, se precisar de qualquer coisa, venha falar comigo.
- Mas eu não quero nada.
- Não quer nada agora, mas um dia pode precisar. - Me deixou na minha conduçao, eu me despedi de você ocm um beijo, um abrço e um sorriso que dizia ''muito obrigado, melhor amigo'', que você retribui com ''se cuida''. Para ser sincera, o tenho como um heroi para mim, por a) admirar seu modo de vida, despreucupado com as consequências e com o amor e b) por sempre cuidar de mim, me apoiar e dar coragem quando eu preciso. Sinceramente, Pedro, eu não sei o que seria de mim sem você!

Pegue suas fotos e as segure bem(...)
Lá vai meu herói
Observe-o enquanto ele se vai
Lá vai meu herói
Ele é como eu e você
Não é que o melhor deles sangra
Enquanto o resto desaparece
Verdade ou consequência, diga em voz alta
Use aquela evidência, saia correndo
Glória para o meu herói, abandonando todos os melhores
Você conhece meu herói, aquele que está por cima
livro: o meu melhor amigo .

Eu gosto desse livro, pois Julia -a protagonista que narra a história -, é muito corajosa; vai se metendo pela vida, caindo e levantando tantas vezes que chega a desitir, mas percebe que só desistem os fracos e volta a lutar, porque acredita que se pode ter tudo que se quer, se tentando com bastante afindo. Julia faz questinoamentos sobre Deus e o destino, sobre como as pessoas vão julgando as coisa sem conhecer, sobre como o ser humano perdeu a capacidade de entender um ao outro, sobre orgulho e merecimento, força de vontade e recompensa.
Mas um dos principais pontos é a amizade entre ela e os Invencíveis - ela pegou o hábitos de chama-los assim por causa da música Lua de Cristal -, que no final, são só seres humanos, mas que como todos os amigos, são muito fortes unidos. Um laço, mágico até - eu diria -, há entre eles, e depois de todas as brigas eles sempre se reestabelecem, aprendendo algo muito importante sobre a vida.
Porém, o mais importante é que a história é veridica, e eu sou a protagonista. Escrevi minha história, pois um dia uma pessoa virou para mim e disse:
- Você faz tanto por todos que ama. Se pudesse fazer pelo que não ama, tenho certeza que faria. e com um talento tão grande nas mãos para escrever, deveria aproveitare contar ao mundo dua história, a mais bela história.
A menina que um dia teve tudo.Nós fazemos nossa própria sorte, e então chamamos de destino.
Talvez você não os conheça, mas um dia há de ouvir falar deles. Porque juntos, contruiram a mais bela história que o mundo já viu, sem ao menos saber disso. Nós aprendemos muito com o que passou, no entanto, ainda há muito a se aprender. Ainda iremos olhar para tudo passado e tirar lições de tudo aquilo, de tudo isso
.Quem somos? Muito prazer, nós somos os invéncíveis!
Eu via muito bem como todos olhavam para nós, como se fossemos superiores, como se não pudessemos ser desafiados, pois a vitoria era nossa e certamente eles sairiam fracos e humilhados, mesmo essa não sendo o proposito inial, só que nós somos muito fortes.
Uma unidade indivisível, perfeita quando unida, forte junta, fraca separada, mais estar separado era uma possibilidade incogitável, afinal, era de certa forma dependentes um dos outro. Tão nescessários, que era como ar que respiravams, e a saudade, quando vinha, doisa como a pior de todas as dores.
Brigas marcavam e nós uniam quando superávamos, o que era uma regra.
Um grupo que era lindo de se observar. Encantador ver os sorisos em nossos rosto, o quais podiam iluminar toda uma cidade, pois irradiavámos alegria, amor e amizade.
Cada um de nós, era como um ele de uma corrente e acda um dos elos, se prendia a varios outros. Relações tão diferentes e tão lindas e tão complicadas.
Sobre o velho orgulho e a amizade
We could sing our own but what would it be without you?





