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o anjo da morte


Capitulo VI - Minha fantasma preferida

Acordei sonza, parecia que um caminhão, um rolo compres
sor tinha passado por cima de mim e uma dor de cabeça horrorosa me pegou. Então percebi que os outros também tinham acordado e também sentiam da dor.
- Vocês viram ? - Perguntou Lily contando o silêncio.

- Uau! Eu vi e ... - Começou Izie.

- Foi sinistro - Completou Matt.
- Agora já sabemos como ela morreu - Eu disse.
- Tudo bem, cara? - Perguntou
Paul para Jack.
- Estou. Pelo menos ela morreu me amando. - Respondeu.

- Ele é um vampíro? - Perguntei com o copo do Ouija posicionado no centro. Foi uma pergunta para Angie. SIM, foi sua resposta.

- E o que acontece agora? Sua alma vai ri embora para aluz no estilo Ghost Whisper? - Quem perguntou foi Izie. SIM, novamente - Sempre achei que aquilo fosse bobagem - Argumentou Jack. O copo moveu-se mesmo sem ter sido feito uma pergunta. Angie queria dizer alguma coisa. A-M-O V-O-C-Ê-S
- Também te amo, Angie - Dissemos em unisono para o nosso fantasma preferido. Eu continuei - Vamos acha-lo, e faze-lo
pagar.
C-U-I-D-A-D-O A-D-E-U-S
E o carvalho do lado de fora parou de se agitar, o recinto ficou mais quente.

- Ela
se foi - Eu disse, mas todos já sabiam. Assim que eu terminei a frase alguém bateu na porta do quarto de Angie.
- A mãe dela esta em casa? - Perguntou Paul confuso.

-
Que eu saiba ela e o pai da Angie se mudaram por não suportar ficar aqui - Explicou Cole. Eu me levantei para abrir a porta e Paul veio junto comigo, passou o braço protetoramente sobre minha cintura e eu abri a porta branca de carvalho. Abri a porta e... ...e vi um brilho azul céu no meio da escuridão. O dono dos olhos sorriu e eu enrijeci. Todos se viraram para olhar e também enrijeceram.Instintivamente enchi os pulmões de ar enquanto Paul apertava o seu abraçono meu corpo puxando-me para si. Eu fiz a única coisa que achei que poderia fazer, sabendo que não adiantaria nada. Gritei, o som prencheu o vazio silêncioso da casa da minha melhor amiga morta.
Meu sinal sumiu no ar, and
ou para longe e jamais encontrou ouvidos.
O anjo da morte estava ali e nos escol
heu como suas proximas vítimas.

FIM

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Capitulo V - Sexo e morte

Ele é um vampíro! A conclusão explodiu em minha mente como uma das bombas que costumavam ser jogadas na segunda guerra mundial. O Anjo a jogou dentro do freezer, a despiu e despiu a si própio. Rasgou novamente sua pele, com as presas e sugou seu sangue. E começou transar com ela, enquanto ela tentava ao máximo não sentir prazer, ele por outro lado se delíciava com o sexo e em morder e dilacerar pedaços do corpo fragiu dela. Lá pela vigésima mordida misturada a várias sugadas de seu sangue, Angie olhou lamentavel e culpadamente para delicada aliança de prata, com um enorme diamante em seu anelar esquerdo - sim, Angie tinha 16 e estava noiva de Jack, na verddae eles se casariam assim que acabasse a High School -, e uma lágrima escorreu de seus olhos.

Jack, espero que você me perdoe, mas a dor é insuportavel...


Então se agarrou ao corpo musculoso do vampíro que a matava e se deixou sentir prazer - porque não havia nada a ser feito, ninguém a salvaria e ela sabia que ia morrer -, perdendo-se em gemidos e arfadas, chegando até asugar o sangue dele. Por alguns minutos, foi assim, uma tremenda cena de sexo selvagem e sugassão de sangue, entre um vamíro gostoso e uma humana gostosa.
Até que os gemidos e arfadas diminuirame ficaram mais fracos e mais fracos, até sessarem lentamente. Angie deu uma ultima olhada na aliança

... e eu te amo mais do que tudo no mundo Jack, eu te amo!

A cabeça da minha melhor amiga tombou em seguida, ela se entregou a morte, abrindo os braços para aquela que a faria descansar em paz, enquanto o Anjo sugava sua essência, sua alma.
Ele vestiu a roupa e sumiu na noite, comos enda tivesse acontecido, como se não fosse um mosntro, mas esta deve ser sua natureza. Tuer ou être tué, mate ou seja morto.
E novamente a pressão veio, me invadindo, me derrubando e cai no chão, tudo ficou mais escurou do que já estava e eu apaguei.

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Capitulo IV - A mordida

E
le então a beijou. Ela pousou as mãos sobre o peito musculuso dele e ele pos as mãos em sua cintura e desceu a mão pelas curvas de seu corpo, enfou a mão no bolso de trás da calça jeans e pegou o celular dela, jougou-o longe.
Os corpos começaram a serem pressionados um contra o outro. Ele me surprendeu parando o beijo e falando.
- Venha - a induziu, puxando-a para perto de um dos freezers de refrigerante em pé. A largou por um momento e tirou todas as prateleiras com um rápido movimento. O que le estava fazendo?

Eu não tinha noção do que estava fazendo. Foi como se ele entrasse na minha mente e me hipnotizasse. Eu queria. Mas de algum modo me livrei da frenesi e pensei em Jack.


Ela se dispersou de seu efeito hipnotico, balançou a cabeça e foia em direção a porta, mas ele foi mais rápido, pegando-a em uma velocidade inumana, envolveu-a com seus braços e apertou. - Não fuja, baby - Ele afastou um mecha de cabelo loiro dela e disse num sussurro em seu ouvido. Angie protestou ao seu aperto.
- Aonde você pensa que vai? - Ele perguntou com zombaria.

- Vou ficar com o meu namorado - Respondeu com desdem.

- Não vai, não - E começou a arrasta-la em direção ao frezer, a resistencia de seu corpo pareceu inútil. Angie, olhou desafiadoramente nos olhos do Anjo da Morte, encheu os pulmões de ar e gritou tanto, que tive de tapar meus ouvidos.
Ele a calou com a mão, ela mordeua mão dele e manchas escarlate começaram a brotar de sua pele dor de marmore.
- Beba! - Ordenou - se você tentar sentir prazer, não é doloroso.
Ela se recusou a beber, o anjo da Morte avirou de costas e seus detes lhe rasgaram a pele, perfurandoa jugular. Ele começou a sugar sua vida.
A vida da minha melhor amiga.

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Capitulo III - Azul céu


Você também pensaria isso se visse um breu e caisse desmaida no chão, mas aí veio um clarão. Eu fui para o céu? Pensei. E contrariando todas as minhas expectativas, eu me vi na filial do Burguer King e a angie estava fechando a loja. Olhei para os lados imaginando se meus amigos estavam ali, mas eu estava sosinha.
Subtamente, as luzes se apagaram, o silêncio tomou conta do recinto e percebi que angie olhava fixamente para um ponto no meio da escuridão. Eu me aproximei para ver do que se tratava e vi um brilho azul de olhos, no breu... Olhos humanos! Tive medo de ele me ver.
- Corre, Angie! - Gritei, tentando arrasta-la, mas o meu toque não chegava nela, era como se eu fosse feita de névoa. Que otimo, eu era o fantasma agora!
O dono dos olhos verde musgo, sorriu em meio a escuridão. Um sorriso malicioso que me arrepiou.

''Eu tive muito medo e não soube o que fazer.
Ele era incrivelmente lindo e asustador''


Era a voz de Angie, mas ela não falava. Estava na minha mente.
- Posso ajuda-lo? - ela perguntou receosa e percebi seu corpo enrijecer.
- Pode - A voz groça ressoou em meus auvidos.
- Talvez tenhamos um problema com a energia, mas quer fazer seu pedido? Já sabe o que vai querer? - Ela engoliu em seco.
Ele saiu das sombras, usava sapatos pretos, jeans escuro, blusa de malha preta e jaqueta de couro preta cobrindo 1,90 de musculos. O cabelo preto contrastava com a pele branca e os olhos azul celeste. Lindo, gostoso, cara de mal... Simplismente uma delícia! eu se fosse ela já teria me atirado nos braços dele a muito tempo!
- Sim - Ele respondeu - Eu sei o que eu quero. Você! - Se aproximou del, olhando seus olhos fixamente. o corpo dela antes rígido, relaxava. Os olhos do medo, passaram ao inexpressivo, parando na comtemplação.
- Qual é o seu nome? - Perguntou o delícinha musculoso.
- Angeline... Angie.
- Oi, Angie - Ele pegou a mão dela.
- Qual é o seu nome? - A. perguntou erguendo uma das sombrancelhas com ar sugestivo.
- Não importa, mas se quiser - Chegou perto do ouvido dela e susurrou - pode me chamar de Anjo da Morte.

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Capitulo II - O carvalho

Aguardei.
Derrepente um vento invadiu janela que deixamos a berta, o carvalho do lado de fora começou a fazer barulho e senti um formigamento nas veias e... algo frio me tocou levemente, e quando me virei para ver o que era, não havia nada. Mas o copo estava se mexendo e eu gelei, porque ele parou no SIM. Paul me deu um olhar incrédulo. Recolhi o copo para o centro, respirei fundoe fiz a segunda pergunta.
- Você é um espirito do bem? - Tive muito medo de não ser, porque aquilo era um jogo sério. Podia muito bem aparecer uma alma penada e assombrar a mim e meus amigos para resto da vida.
Então aquele troço gelado me tocou de novo e parou no SIM novamente. E o frio me deixou
- O nome! - Alertou-me Cole.
- Ah, sim. Pode nos dizer seu nome? - Veio de novo, me tocou e arrastou o copo em cima do SIM e seguiu para as letras.
A-N-G-E-L-I-N-E S-T-U-A-R-T.

- Angie, é você? - Jack disse antes que eu terminasse de recolher o copo. O troço gelado me tocou e puxou me braço contra minha vontade para o SIM, fazendo Jack ficar a beira das lágrimas. Não o culpo, pois Jack e Angie eram, ou são apaixonados desde a segunda série. Antes mesmo de saber o que é amor, compromisso ou beijo, já sabiam o que era amor.
- Angie, você sabe porque estamos aqui?
SIM, foi sua resposta.
- Então pode nos contar como você morreu?
A resposta foi diferente, NÃO.
- Por que não? - O toque dirigiu minhas mãos as letras H-O-R-R-I-V-E-L
- Angie, queremos te ajudar. Portanto, nos ajude. Queremos fazer justiça! - Eu quase berrei a ultima palavra, eu estava ficando nervosa.
Demorou um tempo, ela estav hesitando e depois de uns 2 minutos, seu toque gelido pocou sobre minha pele e parou no SIM. Olhei fundo nos olhos de cada um dos meus amigos, esperando que me dessem uma resposta se devia continuar. Todos, um por um, assentiram firmemente.
- Prontos - Verbalizei por todos e ao terminar a palvra senti algo estranho, uma espécie de pressão sobre meu corpo, como se uma caminhão passasse por cima de mim. A fraqueza veio, não consegui resistir e caimos juntos, uns sobre os outros enquanto tudo ficava turvo e negro. Em questão de segundos, não vi mais nada.
Eu morri!



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Capitulo I - Ouija

Dia 30 de outubro de 2009, hoje faz um ano da morte da minha melhor amiga Angie Stuart. Uma morte que donfundiu toda a cidade, porque os peritos disseram que ela foi morta por um animal, pois foi encontrada sem sangue no interior do corpo e manchas vermelhas pelo corpo, que foi dilacerado em vários pequenos pedaços. Mas o que um animal faria numa filial do Burguer King, em pleno Halloween? Nem eu, nem Paul - meu namorado -, Jack - o namorado dela -, Lily, Izie, Matt ou Cole, acreditam que que tenha sido um animal, isso é História para boi dormir. Até porque ninguém seria capaz de fazer mal a ela. Angie era adoravel, com seus cabelos loiros e seus olhos azuis como o oceano, além de ser uma pessoa maravilhosa. Por isso, resolvemos nos encontrar em seus lugar preferido, o quarto para tentarmos fazer um jogo de espiritos e descobrir quem foi capaz de mata-la. Entramos escondidos em seu quarto, silenciosamente - sua mãe tinha se mudado com o resto da família, mas não vendeu a casa. Preparamos o tabuleiro, posicionei - eu seria a mediadora - o copo vrigem no centro, papel e caneta ao lado. as velas estavam todas acesas em volta de nós que formavamos um circulo sentados. Olhei para os meus amigos incerta do que iamos fazer, mexer com espiritos é meio ruim, e se aparecesse um espirito do mal. Bom, para isso eu troxe a erva-doce e a salvia, peguei-as na mochila e acendi como um incenso. Espalhei pastante a fumaça e posicionei ao lado do tabuleiro.
- Para que isso? - Perguntou Izie, mechendo nos cabelos cor de areia.

- Para não atrair espiritos do mal.

- Mas assim, a Angie pode não vir ...
- Disse ela chorosa. Nem todas as louras são burras, a A. é prova disso, mas a Izie me irrita por não usar seus neoronios.

- Você acha memso que a nossa Angie, a criatura mais gentil e boa do mundo não vai vim por causa da salvia que só espanta espiritos ruins? - Nem sei se ela entendeu, mas não quis carregar o ambiente. Ele precisava estar limpo. Depois que terminei me sentei de frente para o tabuleiro. Escolhemos esse dia por ser o aniversário de morte dela e principalmente por ser Halloween, quando o véu entre o mundo dos mortos e dos vivos está mais tenue.
- Esta pronta Kara? - Paul pos uma mecha do meu cabelo castanho atrás da orelha. Eu assenti seria, olhando meu namorado gato e forte, campeão de futebol junto com os meninos, com cabelo

- Tem certeza?- Ele me olhou, os olhos cor de mel eram capazes de ler minha alma.
- Você não precisa fazer isso

- Eu preciso e quero. A. é minha melhor amiga, eu devo a ela ! - Praticamente berrei. respirei fundo, tentei mater o controle.
- Então comece - Pediu por fim.
Por favor Angie, por favor mesmo, apreça. Eu preciso, nós precisamos... Só aparece, amiga. Só responda nossa perguntas. Por favor! Fiz uma prece silenciosa e comecei.
- Tem algum espirito neste quarto?



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oi amores! essa historia é para o concurso do dia do escritor do Once Upon a Time.
Hope you enjoy it ;*

 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana