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Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIV - Eu pertenço só a você

Ao som de Estrandeg, Guns N' Roses

Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditaveis, inimaginaveis, e até por vezes, patéticas. Todos são variaveis de um só: amor. Eu nunca imaginei me apaixonar por meu melhor amigo, nunca acreditei ser capaz de ama-lo tanto quanto amo, e isso é patético.
Eu nunca vou achar alguém para te subistituri. Acho que vou ter de superar isso dessa vez, porque voce entrou em mim sem me deixar escolha, você foi tomando tudo que era meu e agora eu já não sou mais ninguém, sem você. Você existe então isto me basta para viver. Acho que eu supus errado, em dizer que você nunca me amou e nunca precisou de mim. Você sempre foi melhor que todos, mesmo quando diziam que o Pedro te ofusacava, mas a verdade é que você é uma pessoa melhor do que ele. Você não mente, apesar de omitir. É um bom menino, costumava vestir uma mascara, para não aparentar seu verdadeiro eu, para evitar a dor, acho que você é cuidadoso demais, ou tem um segredo - Me responda! Qual é o teu segredo. Doque você tem medo? O que há por trás dessa mascara? Eu cuido de você -, e raras foram as vezes que eu te vi sem essa mascara, como no ponto, no meio de um beijo ou quando você passava ao mão na minha franja, e essas vezes são as minhas lembranças mais felizes. Seu sorriso não é muito comum, mas expressa toda a sinceridade, e momentos de sua maior felicidade, mesmo quando você tenta conte-lo, posso ver pelo seu olhar - o pôr-do-sol. Não joga com as garotas, não vive uma vida despreucupada apesar de ser considerado galinha.
Você sofre, eu te fiz sofrer. Mais do que você deixou aparentar? Disso eu tenho certeza, mas agora não há como mudar o passado, temos apenas de tentar ser pessoas melhores. Eu & você, talves em caminhos, rumos diferentes.
Mas antes de você partir, preciso te revelar uma coisa muito importante... Não importa, o que quer que aconteça, eu nunca vou deixar de ser sua, mesmo que me entregue a outros. Pertenço a uma pessoa só e isso nunca mudará, Aro.
Somos muito jovens, ainda há muito o que aprender... Eu não ligo mais para onde o futuro vai me levar, desde que eu nunca te esqueça.

Sei que talvez seja rídicula a forma como temos que aprender certas coisas, mas aqui estamos.
Eu já tentei desistir inumeras vezes, pensei ter desistido, mas nunca realmente o fiz e não sei porque. Mas foi você quem me disse porque. Porque eu te amo.
Você bem sabe que precisa de uma mudança, não começa porque talvez não queira mudar na facilidade de achar que tudo vai dar certo no final. Te digo É tempo de recomeçar, de refazer e reavaliar, de sermos pessoas melhores do que eramos antes.
Talvez eu também precise de uma mudança, talvez eu precise parar de te cobrar o que eu mesma não faço. Seja o que for, eu o farei.
Porque como você disse, eu não desisto porque eu te amo. E não vou mentir, talvez eu sempre ei de amar. Mas quanto a este por quê, a resposta é um mistério.


Jovem de coração mas está ficando muito tarde Para nos achar tão separados Eu não sei como você supunha Me encontrar depois E o que mais você poderia querer de mim Como você pode dizer que eu nunca precisei de você Quando você tomou tudo Digo que você tomou tudo de mim
Jovem de coração e está tão difícil esperar Quando ninguém que eu conheça pode me ajudar agora Velho de coração mas eu não devo hesitar Se eu quero encontrar minha saída Então ninguém nunca nos contou baby Como seria Então o que acontecerá conosco, baby Acho que vamos ter de esperar e ver Quando eu achar todas as razões Talvez eu ache de outra forma Ache um outro dia Com todas as mudanças de estações de minha vida Talvez eu faça certo da próxima vez E agora que você está por baixo Com sua cabeça fora das nuvens
Você está de volta ao chão E você não fala tão alto E você não anda tão orgulhosa Não mais, e para que? Bem eu pulei no rio Vezes demais para fazer dele um lar Eu estou sozinho aqui fora, vagando sozinho Se não parece, dê um tempo Para ler nas entrelinhas Porque eu vejo a tempestade se aproximando E as ondas estão tão altas Parece que tudo o que sempre soubemos está aqui Porque isto deveria derivar e morrer? Eu nunca vou achar ninguém para te substituir Acho que vou ter de superar isso dessa vez Dessa vez Sem você
Eu sabia que a tempestade se aproximava
E todos os meus amigos diziam que eu estava alto
Mas tudo o que sempre soubemos está aqui



Eu nunca quis que aquilo morresse



o anjo da morte


Capitulo VI - Minha fantasma preferida

Acordei sonza, parecia que um caminhão, um rolo compres
sor tinha passado por cima de mim e uma dor de cabeça horrorosa me pegou. Então percebi que os outros também tinham acordado e também sentiam da dor.
- Vocês viram ? - Perguntou Lily contando o silêncio.

- Uau! Eu vi e ... - Começou Izie.

- Foi sinistro - Completou Matt.
- Agora já sabemos como ela morreu - Eu disse.
- Tudo bem, cara? - Perguntou
Paul para Jack.
- Estou. Pelo menos ela morreu me amando. - Respondeu.

- Ele é um vampíro? - Perguntei com o copo do Ouija posicionado no centro. Foi uma pergunta para Angie. SIM, foi sua resposta.

- E o que acontece agora? Sua alma vai ri embora para aluz no estilo Ghost Whisper? - Quem perguntou foi Izie. SIM, novamente - Sempre achei que aquilo fosse bobagem - Argumentou Jack. O copo moveu-se mesmo sem ter sido feito uma pergunta. Angie queria dizer alguma coisa. A-M-O V-O-C-Ê-S
- Também te amo, Angie - Dissemos em unisono para o nosso fantasma preferido. Eu continuei - Vamos acha-lo, e faze-lo
pagar.
C-U-I-D-A-D-O A-D-E-U-S
E o carvalho do lado de fora parou de se agitar, o recinto ficou mais quente.

- Ela
se foi - Eu disse, mas todos já sabiam. Assim que eu terminei a frase alguém bateu na porta do quarto de Angie.
- A mãe dela esta em casa? - Perguntou Paul confuso.

-
Que eu saiba ela e o pai da Angie se mudaram por não suportar ficar aqui - Explicou Cole. Eu me levantei para abrir a porta e Paul veio junto comigo, passou o braço protetoramente sobre minha cintura e eu abri a porta branca de carvalho. Abri a porta e... ...e vi um brilho azul céu no meio da escuridão. O dono dos olhos sorriu e eu enrijeci. Todos se viraram para olhar e também enrijeceram.Instintivamente enchi os pulmões de ar enquanto Paul apertava o seu abraçono meu corpo puxando-me para si. Eu fiz a única coisa que achei que poderia fazer, sabendo que não adiantaria nada. Gritei, o som prencheu o vazio silêncioso da casa da minha melhor amiga morta.
Meu sinal sumiu no ar, and
ou para longe e jamais encontrou ouvidos.
O anjo da morte estava ali e nos escol
heu como suas proximas vítimas.

FIM

o anjo da morte


Capitulo V - Sexo e morte

Ele é um vampíro! A conclusão explodiu em minha mente como uma das bombas que costumavam ser jogadas na segunda guerra mundial. O Anjo a jogou dentro do freezer, a despiu e despiu a si própio. Rasgou novamente sua pele, com as presas e sugou seu sangue. E começou transar com ela, enquanto ela tentava ao máximo não sentir prazer, ele por outro lado se delíciava com o sexo e em morder e dilacerar pedaços do corpo fragiu dela. Lá pela vigésima mordida misturada a várias sugadas de seu sangue, Angie olhou lamentavel e culpadamente para delicada aliança de prata, com um enorme diamante em seu anelar esquerdo - sim, Angie tinha 16 e estava noiva de Jack, na verddae eles se casariam assim que acabasse a High School -, e uma lágrima escorreu de seus olhos.

Jack, espero que você me perdoe, mas a dor é insuportavel...


Então se agarrou ao corpo musculoso do vampíro que a matava e se deixou sentir prazer - porque não havia nada a ser feito, ninguém a salvaria e ela sabia que ia morrer -, perdendo-se em gemidos e arfadas, chegando até asugar o sangue dele. Por alguns minutos, foi assim, uma tremenda cena de sexo selvagem e sugassão de sangue, entre um vamíro gostoso e uma humana gostosa.
Até que os gemidos e arfadas diminuirame ficaram mais fracos e mais fracos, até sessarem lentamente. Angie deu uma ultima olhada na aliança

... e eu te amo mais do que tudo no mundo Jack, eu te amo!

A cabeça da minha melhor amiga tombou em seguida, ela se entregou a morte, abrindo os braços para aquela que a faria descansar em paz, enquanto o Anjo sugava sua essência, sua alma.
Ele vestiu a roupa e sumiu na noite, comos enda tivesse acontecido, como se não fosse um mosntro, mas esta deve ser sua natureza. Tuer ou être tué, mate ou seja morto.
E novamente a pressão veio, me invadindo, me derrubando e cai no chão, tudo ficou mais escurou do que já estava e eu apaguei.

Novembro, ainda me lembro


Capitulo XIII - Adeus (Parte II - Mais uma carta)

Ao som de Get Back, Demi Lovato

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2010

Aro,

A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com cautela, mas aqui está e encare-a como for melhor:
nós dois não somos mais aqueles dois adolescentes assustados que começavam a descubrir o mundo e experimentar o gosto da liberdade. Nós mudamos, nesses dois ultimos anos e parece que depois de termos passado por tanto, por tudo, nossos caminhos se separam.
Mas não vou negar que se você fosse um pouco persuasivo, em algumas palavras me convenceria a ficar, pois de fato, agora estou indo de encontro ao amor com o qual parti seu coração - me desculpe?, peço mais uma vez.
Oh, eu sei. Sou tão cruel! Mas você não me quer, certo? De que adianta eu querer que você mude, batalhar por sua mudança, se você, não quiser mudar?
E ao mesmo tempo, parece que você quer que eu mude, como se fizesse tudo isso pra me ensinar uma lição. Se for isso, por favor, me de um sinal, que eu jogo seu jogo e vamos desafiar um ao outro. Me chame de Lua, como tinha o costume de chamar, depois que eu fiquei com o Dado, nas olimpíedas de 2008, no surubão. Passe a mão pela minha franja, como fazia quando estavámos juntos. Faça algo atípico, eu vou entender se for um sinal. Eu te conheço.
Mas se você não o fizer, não me culpe, nem me julgue por ir embora e tentar seguir em frente, mesmo que seja com ele.
Mas essa é só mais uma das cartas que eu jamias vou te entregar e que vai para a minha caixa junto com as outras vinte e tantas. Sou louca? Foi você que me deixou assim e eu gostaria de saber como, tanto quanto goataria de te entender. Só que talvez ambos sejam impossíveis, só depende de você.

Você pode ser desse jeito Eu vejo nos seus olhos Não se preocupe comigo
Eu estou bem Não vou mentir... Eu tenho estado uma bagunça

Desde que você partiu E toda vez Que eu te vejo Fica mais
E mais intenso

o anjo da morte


Capitulo IV - A mordida

E
le então a beijou. Ela pousou as mãos sobre o peito musculuso dele e ele pos as mãos em sua cintura e desceu a mão pelas curvas de seu corpo, enfou a mão no bolso de trás da calça jeans e pegou o celular dela, jougou-o longe.
Os corpos começaram a serem pressionados um contra o outro. Ele me surprendeu parando o beijo e falando.
- Venha - a induziu, puxando-a para perto de um dos freezers de refrigerante em pé. A largou por um momento e tirou todas as prateleiras com um rápido movimento. O que le estava fazendo?

Eu não tinha noção do que estava fazendo. Foi como se ele entrasse na minha mente e me hipnotizasse. Eu queria. Mas de algum modo me livrei da frenesi e pensei em Jack.


Ela se dispersou de seu efeito hipnotico, balançou a cabeça e foia em direção a porta, mas ele foi mais rápido, pegando-a em uma velocidade inumana, envolveu-a com seus braços e apertou. - Não fuja, baby - Ele afastou um mecha de cabelo loiro dela e disse num sussurro em seu ouvido. Angie protestou ao seu aperto.
- Aonde você pensa que vai? - Ele perguntou com zombaria.

- Vou ficar com o meu namorado - Respondeu com desdem.

- Não vai, não - E começou a arrasta-la em direção ao frezer, a resistencia de seu corpo pareceu inútil. Angie, olhou desafiadoramente nos olhos do Anjo da Morte, encheu os pulmões de ar e gritou tanto, que tive de tapar meus ouvidos.
Ele a calou com a mão, ela mordeua mão dele e manchas escarlate começaram a brotar de sua pele dor de marmore.
- Beba! - Ordenou - se você tentar sentir prazer, não é doloroso.
Ela se recusou a beber, o anjo da Morte avirou de costas e seus detes lhe rasgaram a pele, perfurandoa jugular. Ele começou a sugar sua vida.
A vida da minha melhor amiga.

o anjo da morte


Capitulo III - Azul céu


Você também pensaria isso se visse um breu e caisse desmaida no chão, mas aí veio um clarão. Eu fui para o céu? Pensei. E contrariando todas as minhas expectativas, eu me vi na filial do Burguer King e a angie estava fechando a loja. Olhei para os lados imaginando se meus amigos estavam ali, mas eu estava sosinha.
Subtamente, as luzes se apagaram, o silêncio tomou conta do recinto e percebi que angie olhava fixamente para um ponto no meio da escuridão. Eu me aproximei para ver do que se tratava e vi um brilho azul de olhos, no breu... Olhos humanos! Tive medo de ele me ver.
- Corre, Angie! - Gritei, tentando arrasta-la, mas o meu toque não chegava nela, era como se eu fosse feita de névoa. Que otimo, eu era o fantasma agora!
O dono dos olhos verde musgo, sorriu em meio a escuridão. Um sorriso malicioso que me arrepiou.

''Eu tive muito medo e não soube o que fazer.
Ele era incrivelmente lindo e asustador''


Era a voz de Angie, mas ela não falava. Estava na minha mente.
- Posso ajuda-lo? - ela perguntou receosa e percebi seu corpo enrijecer.
- Pode - A voz groça ressoou em meus auvidos.
- Talvez tenhamos um problema com a energia, mas quer fazer seu pedido? Já sabe o que vai querer? - Ela engoliu em seco.
Ele saiu das sombras, usava sapatos pretos, jeans escuro, blusa de malha preta e jaqueta de couro preta cobrindo 1,90 de musculos. O cabelo preto contrastava com a pele branca e os olhos azul celeste. Lindo, gostoso, cara de mal... Simplismente uma delícia! eu se fosse ela já teria me atirado nos braços dele a muito tempo!
- Sim - Ele respondeu - Eu sei o que eu quero. Você! - Se aproximou del, olhando seus olhos fixamente. o corpo dela antes rígido, relaxava. Os olhos do medo, passaram ao inexpressivo, parando na comtemplação.
- Qual é o seu nome? - Perguntou o delícinha musculoso.
- Angeline... Angie.
- Oi, Angie - Ele pegou a mão dela.
- Qual é o seu nome? - A. perguntou erguendo uma das sombrancelhas com ar sugestivo.
- Não importa, mas se quiser - Chegou perto do ouvido dela e susurrou - pode me chamar de Anjo da Morte.

o anjo da morte

Capitulo II - O carvalho

Aguardei.
Derrepente um vento invadiu janela que deixamos a berta, o carvalho do lado de fora começou a fazer barulho e senti um formigamento nas veias e... algo frio me tocou levemente, e quando me virei para ver o que era, não havia nada. Mas o copo estava se mexendo e eu gelei, porque ele parou no SIM. Paul me deu um olhar incrédulo. Recolhi o copo para o centro, respirei fundoe fiz a segunda pergunta.
- Você é um espirito do bem? - Tive muito medo de não ser, porque aquilo era um jogo sério. Podia muito bem aparecer uma alma penada e assombrar a mim e meus amigos para resto da vida.
Então aquele troço gelado me tocou de novo e parou no SIM novamente. E o frio me deixou
- O nome! - Alertou-me Cole.
- Ah, sim. Pode nos dizer seu nome? - Veio de novo, me tocou e arrastou o copo em cima do SIM e seguiu para as letras.
A-N-G-E-L-I-N-E S-T-U-A-R-T.

- Angie, é você? - Jack disse antes que eu terminasse de recolher o copo. O troço gelado me tocou e puxou me braço contra minha vontade para o SIM, fazendo Jack ficar a beira das lágrimas. Não o culpo, pois Jack e Angie eram, ou são apaixonados desde a segunda série. Antes mesmo de saber o que é amor, compromisso ou beijo, já sabiam o que era amor.
- Angie, você sabe porque estamos aqui?
SIM, foi sua resposta.
- Então pode nos contar como você morreu?
A resposta foi diferente, NÃO.
- Por que não? - O toque dirigiu minhas mãos as letras H-O-R-R-I-V-E-L
- Angie, queremos te ajudar. Portanto, nos ajude. Queremos fazer justiça! - Eu quase berrei a ultima palavra, eu estava ficando nervosa.
Demorou um tempo, ela estav hesitando e depois de uns 2 minutos, seu toque gelido pocou sobre minha pele e parou no SIM. Olhei fundo nos olhos de cada um dos meus amigos, esperando que me dessem uma resposta se devia continuar. Todos, um por um, assentiram firmemente.
- Prontos - Verbalizei por todos e ao terminar a palvra senti algo estranho, uma espécie de pressão sobre meu corpo, como se uma caminhão passasse por cima de mim. A fraqueza veio, não consegui resistir e caimos juntos, uns sobre os outros enquanto tudo ficava turvo e negro. Em questão de segundos, não vi mais nada.
Eu morri!



o anjo da morte



Capitulo I - Ouija

Dia 30 de outubro de 2009, hoje faz um ano da morte da minha melhor amiga Angie Stuart. Uma morte que donfundiu toda a cidade, porque os peritos disseram que ela foi morta por um animal, pois foi encontrada sem sangue no interior do corpo e manchas vermelhas pelo corpo, que foi dilacerado em vários pequenos pedaços. Mas o que um animal faria numa filial do Burguer King, em pleno Halloween? Nem eu, nem Paul - meu namorado -, Jack - o namorado dela -, Lily, Izie, Matt ou Cole, acreditam que que tenha sido um animal, isso é História para boi dormir. Até porque ninguém seria capaz de fazer mal a ela. Angie era adoravel, com seus cabelos loiros e seus olhos azuis como o oceano, além de ser uma pessoa maravilhosa. Por isso, resolvemos nos encontrar em seus lugar preferido, o quarto para tentarmos fazer um jogo de espiritos e descobrir quem foi capaz de mata-la. Entramos escondidos em seu quarto, silenciosamente - sua mãe tinha se mudado com o resto da família, mas não vendeu a casa. Preparamos o tabuleiro, posicionei - eu seria a mediadora - o copo vrigem no centro, papel e caneta ao lado. as velas estavam todas acesas em volta de nós que formavamos um circulo sentados. Olhei para os meus amigos incerta do que iamos fazer, mexer com espiritos é meio ruim, e se aparecesse um espirito do mal. Bom, para isso eu troxe a erva-doce e a salvia, peguei-as na mochila e acendi como um incenso. Espalhei pastante a fumaça e posicionei ao lado do tabuleiro.
- Para que isso? - Perguntou Izie, mechendo nos cabelos cor de areia.

- Para não atrair espiritos do mal.

- Mas assim, a Angie pode não vir ...
- Disse ela chorosa. Nem todas as louras são burras, a A. é prova disso, mas a Izie me irrita por não usar seus neoronios.

- Você acha memso que a nossa Angie, a criatura mais gentil e boa do mundo não vai vim por causa da salvia que só espanta espiritos ruins? - Nem sei se ela entendeu, mas não quis carregar o ambiente. Ele precisava estar limpo. Depois que terminei me sentei de frente para o tabuleiro. Escolhemos esse dia por ser o aniversário de morte dela e principalmente por ser Halloween, quando o véu entre o mundo dos mortos e dos vivos está mais tenue.
- Esta pronta Kara? - Paul pos uma mecha do meu cabelo castanho atrás da orelha. Eu assenti seria, olhando meu namorado gato e forte, campeão de futebol junto com os meninos, com cabelo

- Tem certeza?- Ele me olhou, os olhos cor de mel eram capazes de ler minha alma.
- Você não precisa fazer isso

- Eu preciso e quero. A. é minha melhor amiga, eu devo a ela ! - Praticamente berrei. respirei fundo, tentei mater o controle.
- Então comece - Pediu por fim.
Por favor Angie, por favor mesmo, apreça. Eu preciso, nós precisamos... Só aparece, amiga. Só responda nossa perguntas. Por favor! Fiz uma prece silenciosa e comecei.
- Tem algum espirito neste quarto?



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oi amores! essa historia é para o concurso do dia do escritor do Once Upon a Time.
Hope you enjoy it ;*

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XII - Pelas tardes de novembro que eu passei junto a ti

Ao som de Amanhcer No Teu Olhar, Restart

Peguei a caneta, encarei o papel em branco e escrevi... A verdade é que é um passado que deve ser esquecido, mas mesmo assim eu não consigo, porque de alguma forma, estou ligada você. Eu escrevi para direcionar todas as palavras a você, tentar te fazer enxergar, mas só agora vejo que foi errado. Não devo te dar as respostas e sim te fazer as perguntas, para que você descubra sozinho com responder e então amadureça. Sei que ainda há muito para rolar e que no fundo, tudo isso só vai ser bom para não errarmos no futuro.
As pessoas têm o poder de mudar como as estações, mas não mudam porque convém a facilidade de achar que o mundo tem que mudar por elas e não elas pelo mundo. Seu erro é esse. Mas já descobri sua mascara e a farei cair, porque a cada dia mais cada uma das minhas lágrimas vale mais a pena, meu Aro. Sim, meu e de mais ninguém.
- Eu odeio te ver chorar, portanto, acabe com suas lágrimas e escute. Eu só ficaria com você por pena. - Foi o que você me disse.
Quando a estação mudar a mudança vai se instalar... Perto de seu aniversário, você irá começarapensar e depois disso, no equinócio de primavera, você terá mudado.E se nós não tivermos voltado, nós nos consumiremos novamente como fogo e pólvora na sua despedida. E mesmo que a vida nos leve a rumos diferentes a partir daí, não importa, estaremos com o futuro mais selado do que nunca, a voltar onde a vida nos encontrar, não importa quando for.
E eu vou esperar por esse dia, tão ansiosa que posso morrer antes. NÂO, não morro antes, não vou morrer até ter você de volta, mesmo que eu morra no dia seguinte. Não me importo quanto tempo leve, eu espero por você.
Você sabe que não adianta, eu sempre estarei aqui e que você não me esqueceu, você ainda gosta de mim. A maior prova de todas é fingir me tratar de forma tão indiferente, e não falar com ele. Você tem ódio dele e ainda se rói pelo que eu fiz, mas entenda querido, eu sempre vou pertencer a você.
Então vamos jogar. Mas é tempo de tornar àquela tarde de novembro, uma tarde clara e fresca, sossegada como a nossa casa e o trecho da rua em que morávamos.
Porque quando ele me beijou, eu quis tanto você que doeu. Eu reprimi a vontade de me afastar e tentei me enganar, mas não dá, eu não posso negar esta verdade. É incontestavel, mas enquanto isso vou tentar ir seguindo, até ver quando minha vida irá novamente se encostar na tua.

Como se agora não existisse mais ninguém Sobre a maior falta que eu sinto de alguém
É incrível como você me deixou assim Pedindo a Deus para que isso nunca tenha fim Já é fim de noite e eu aqui a te esperar Escrevo essa canção para que eu possa me lembrar
Daquelas tardes que eu passei junto a ti Juras de amor para poder se divertir Já não importa o que passou Ou se em tudo a gente errou Deixa eu te fazer feliz Como eu sonhei Como você sempre quisNoites acordado sem conseguir te esquecer Textos rabiscados procurando entender Palavras que o tempo não consegue destruir Por toda vontade que eu só encontro em ti Já amanheceu e o sol me lembra teu olhar Pego o violão e toco para te lembrar Aquela melodia que eu fiz pra te dizer Não importa o que aconteça Eu só preciso de você Já não importa o que passou Ou se em tudo a gente errou Deixa eu te fazer feliz Como eu sonhei



Como você sempre quis...

Novembro, ainda me lembro



Capitulo X - Talvez seja você que me completa

Ao som de Vou Cantar Restart

Apaguei de novo. A escuridão me abraçou e eu me deixei levar.
Não sei se morro ou se vivo, porque a vida me parou. Por que resistir? É muito mais fácil ir, e ao lembrar me despedir. Pensei no rosto de meus amigos: Pedro, Dado, Lara, Marina, Matheus, Irina, Carol, Thiago... me demorando no rosto de cada um, uma brisa quente me envolveu enquanto lembrava deles. E Aro... Aro, meu melhor amigo, o amor da minha vida, o centro do meu mundo. Há muito tempo que minha vida passou a se resumir nele. Aro lavando meu machucado - que eu fiz na educação física jogando futebol, me pedindo para esperar para irmos para o ponto de ônibus do colégio, as mãos dadas no final do ano, o primeiro beijo no surubão, a festa à fantasia... Cada uma das lembranças me acalentava. Mas duas me prendiam a atenção, o dia em que eu o conheci e nós dois deitados na quadra poliesportiva. Então alguma coisa dentro de mim, gritou uma das minha odiosas percepções. O fato de eu - encaro a verdade - te-lo traído, não apaga os ultimos dois anos. Me lembrei da água gelada que cobriu meu corpo, depois que eu me joguei do penhasco, e de sentir a presença dele ao meu lado, de saber que ele jamais me abondaria. Que se eu morresse ele sempre estaria cuidando de mim, onde quer que eu fosse parar e então me entregar, e ser salva pelo Besta. Se aconteceu, aconteceu! ''De qualquer modo, de que adianta chorar quando todas as lágrimas do mundo não mudariam o que aconteceu?'' O que importa é daqui para frente, o que fazemos à partir de então? Desistir é algo que não existe para mim, só desistem os fracos. Lutar, é o que deveria fazer, assim como ele. Em algum lugar da minha mente, eu lembrei de algo que eu não faço ideia de onde ter ouvido ou lido "Nunca se canse de fazer pequenas coisas para os outros. Às vezes essas pequenas coisas ocupam a maior parte de seus corações." Embora seja sempre eu que lute por ele, eu que o procuro e me acabo no final, não posso desistir! Eu tinha que resistir aos braços da morte, que agora me engliam, me prendendo no fatal final. Eu tinha de resistir, por ele! Não podia me entregar, não agora. Não pare de acreditar Se segure na sensação, ouvi minha mente dizer. De algum modo eu despertei, com os olhos de Mariana sobre mim, as lágrimas rolavam loucamente. Ela abriu um sorriso. - Luna! - Pulou sobre mim - Você ficou louca? - Por um momneto, eu esqueci de acreditar. Esqueci que por pior que tudo esteje, eu não posso desistir. Mesmo sem esperança, preciso continuar por vocês, por ele! Amanhã começa a última semana do outono, pensei. Seria quinta-feira e aquele era um dia mágico para mim, pois eu nasci numa quinta e as coisas impostantes na minha vida acontecem numa quinta - como começar e terminar com o Aro. Esse dia é cercado de magia e eu conheço algumas delas. Quando eu estava passando, esbarrei em uma garota da qual eu não gosto e nem ela gosta de mim. Ela se sentiu com moral e veio para cima de mim, mas Aro se jogou sobre ela protetoramente, intintivamente... - Ô garota! - Ela foi interrompida por ele e fiquei pensando nisso. Todavia, acabei na cordenação e a coordenadora da manhã, me absolveu e eu contai a ela tudo que acontecera depois de abrir o berrero.
- Lute pelo q
ue você acredita! - Ela disse enquanto eu saia. E não possso negar que foi um sinal, eu senti quele formigamente no peito, quando tenho um. O fone no ouvido, sai sorrindo e cantando.


Sei que os dias passaram E eu vejo que o nosso pra sempre acabou E nada do que nos foi contado, Os desejos e sonhos que a vida mudou
E hoje eu acordei pensando Naquilo tudo que eu ia te dizer Nas verdades e nas mentiras Em todos os planos que eu fiz pra te ter
Não vou deixar você ir Não vou deixar você ir
Vou cantar, até você ouvir Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir E dizer, talvez seja você, Que me completa e me faz querer viver


Não vou deixar você ir !

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Oi, meu queridos. Estou com um certo bloqueio criativo e se o texto não ficou muito bom, peço as mais sinceras desculpas. Sei também que não tenho respondido meus comentários a um tempo, mas só tenho tempod e postar e sair, então vou tesntar responder todos até o fim do final de semana. Hope you enjoy it ;*

Novembro, ainda me lembro

Capitulo V - Já tomei minha decisão e não a mudarei

Fui em bora atônita. Cometi um erro, o pior de todos os erros. Liguei para Marina como de costume e lhe contei tudo, pedindo o telefone de Aro, para ele entrar no msn, eu contar a ele, mesmo sabendo no que daria, mas era mais traição não contar, me calar, porque seria como se eu escolhesse o Besta. Liguei para o Pedro pedindo o telefone de Aro, já que não o consseguira com Marina e ele deduziu tudo, simplismente sabia de alguma forma, talvez pelo meu tom de voz. E ele também sabia algo sobre o Aro, mas não cheguei a perguntar.
- Você ficou com o Besta - Declarou ele. Eu gelei. Ele continuou - Ele não vai perdoar você.
No silêncio mortal, todos os detalhes de repente se encaixaram, numa explosão subita de intuição. E junto com aquela percepção, veio um jorro de lágrimas que eu não pude controlar, elas saiam por mais que eu tentasse faze-las parar. Não, eu sabia que ele não iria me perdoar e que tudo viria tona no momento que eu proferrisse aquelas palavras,cinco palavras que mudariam tudo, mas eu tinha que falar. Mas então, isso significaria que eu escolhi o Aro.
- Você vai contar a ele? - Perguntou Pedro
- Vou! Preciso fazer isso! - Respondi
- Você está chorando? - Murmurei um uhum e só. Me despedi, liguei para ele. A irmã dele atendeu e ele não estava em casa. Merda.
Segunda eu o vi e lutei para as lágrimas não virem de novo, pois eu sabia que se eu começasse a chorar, não pararia mais.
- Eu não vou mais falar com ele - Prometi
- Obrigada - Eu me deixei cair sobre seus braços e ele brincou com a minha unha. Eu contaria amanhã e de amanhã não passaria.
-
Já tomei minha decisão e não a mudarei. É você que eu quero! Você e os olhos que eu nunca trocaria por nada no mundo.

O sol queimava a pino e nós quatr
o fomos para o ponto: Marina do outro lado da passarela, Pedro comigo e com Aro. Ele se sentou longe nos deixando a sós. O olhei nós olhos, ele já esperava uma bomba, eu percebia.
- Fala logo! - Pediu agoniado.

- Eu... fiquei .... com ... o... deer... - Eu achava que tinha visto toda a dor possível no Aro, mais aquilo superou tudo. Ele estava em, choque, com o olhar distante. Dolorido. E ele fez como de costume, não falou nada e justamente por isso eu sabia como ele estava acabado.
Eu escolhi, assim que provei e soube, soube quando meus lábios tocaram os dele, com cada celula do meu corpo, nada se comparava e jamais se compararia a Aro e eu era uma idiota por pensar, mesmo que por uma fração de segundo, que alguém poderia fazer comigo o que ele fazia, mas eu só saberia e soube, provando. Mas só percebi que sabia de tudo, depois que Pedro me declarou a verdade. E eu sabia que o perderia. E isso, acabava comigo, me fazendo sentir uma dor quase tão grande quanto aquela da briga. Quando eu fui falar com o Pedro para ir embora, eu vi a Marina vindo na minha direção. Eu a abracei com dor, tanta dor e fui embora dali, porque me entorpecia e ele precisava de um tempo para pensar. Eu esperava que sim, era tudo que eu tinha para me agarrar. Não converssamos até quinta. Eu fui falar com ele e ele estava puto.
- O que você fez, foi como se eu tivesse ficado com a Raquel - Comp
arou ele. É, eu sabia mais do que nunca o tamanho da besteira que eu tinha feito.
- Então, como ficamos? - Eu não queria perguntar, pois já haviam me adiantado uma resposta negativa e no fundo da alma eu sabia que cedo ou tarde ela se concretizearia
- Não sei, estou pensando - Respo
ndeu. Eu o acompanhei até o ponto. Ele pos as mãos em meu rosto, me olhou nos olhos. Ele viu toda aminha alma e toda a dor que eu sentia por ter feito o que fiz. Então... Ele balançou a cabeça.
- Isso é um ... - Forcei as palavras a sairem. Eu não podia acreditar - não?
- Não sei - Respondeu ele. Eu soube, assim que ele respondeu que ele desistiu de terminar comigo. Ele não ag
uentava. Ele fez uma expressão de ''que se foda'', segurou minha mão, me abraçou.
Seus lábios tocaram os meus. SIM. Me beijou com dor, eu podia sentir as ondas de dor irradiando dele e chegando em mim, me fazendo sentir dor juntamente com ele. Mas durante aquele beijo, que nós compartilhamos tanta confusão, ele voltou para mim.

Ele voltou para mim!

Novembro, ainda me lembro


Capitulo lll - With eyes like a sunset, baby '♫


Eu esperei por Aro sendo passiente e acreditando naquele nós impossível, enquanto ele dizia que queria outra. Tão cruel, mas não o culpo. Ele seuqer sabia o que se passava dentro de mim. Amava-o de todo meu coração e fazia aquilo tudo como boa amiga, chegando a até a me sentir triste e feliz por ele quando me contava que a havia visto, ou quando eles perderam o ''quê".
Até que em algum momento eu percebi os abrços demorarem mais, o carinho vindo dele aumentar. Ele se importar comigo e demostrar isso. Na brincadeira de fazer qual a ''Letra do meu namorado'' com o anel da latinha deu 27, eu transformei em letra e virou o alfabeto até a letra A. O que era impossível, até agora. Tudo aquilo me dava uma esperança que eu não podia ter, alimentando um sonho que ao se desfazer, me quebraria junto com ele. Mas haviam sinais, diversos deles, como entre 180 alunos eu peguei um dos livros dele. Então fui tirar minhas duvidas com uma só pergunta: - Porque nós paramos de ficar no ano passado ? - Perguntei pelo msn no mesmo dia. - Nem sei - Então era isso. Ele não sabia e nem eu. Paramos com algo do nada sem saber o porquê. Fantástico! - Segunda, chega cedo no colégio - Pediu ele logo em seguida. - Por que? - Questionei - Porque eu quero falar com você! - Sobre? - Segunda eu falo - Provavelmente seria sobre sua nova paixão. Nossa, eu era tão autuista e nobre, prefiria o meu sofrimento ao deixar ele saber que gostava dele e acabar com essa amizade. E da uktima vez que nós brigamos, não deu muito certo.. - Fala logo, se não, não irei cedo - Você sabe porquê nós paramos de ficar? - Perguntou. É impressionante a maneira que ele consegue me deixar tão confusa. Minha cabeça doia. - Não, e nem você. Certo? - Então... sobre isso - Meu coração martelou uma vez, duro, espremendo duas lágrimas quentes em meus olhos ... Nós voltamos a ficar na segunda-feira, a felicidade podia se ver irradiar de mim a quilometros de distância. A muito não ficava feliz assim e talvez tudo tivesse valido a pena. Até a pior noite de todas, com cada lágrima que eu derramei. Quando ele enconstos os lábios no meu, senti o mundo parar e voltar a girar... Um extase extremo, uma alegria. Vontade de ficar ali para sempre. Ele me puxou para sí, senti seu alito doce banhar meu rosto, me hipnotizando e me prendendo em uma frenesi encantadora. Ele me beijou, eu senti algo indescritivel e ao mesmo tempo indescritivel - pois afinal, todas as palavras que eu usaria seriam as mais sinceras de todas, mas ainda assim seriam poucas - aquele beijo era tudo e muito mais. Melhor do que acampar numa campina e acordar a meia-noite com o céu todo estrelado. Melhor do que o sol queimando as costas na praia, numa manhã de verão. Mais forte do que o mais forte de todos os temporais. Aquele beijo continuou a nossa história. Quando o beijo acabou eu olhei de imediato em seus olhos... aqueles olhos de por do sol que novamente me fizeram perder o folego e querer saber o que se passava em sua cabeça, eu tinha tantas perguntas. Ele me beijou de novo, eu prefiri deixar as perguntas para depois. Ele estva ali e isso que realmente importava.

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Olá meus queridos leitores! Primeira vez que os deixo um recado, hihi :B Bom, desculpe pela demora na continuação dessa minha histórinha,mas viajei no fim de semana passado e para onde fui a internet é muito lenta. Então, espero que gostem! Muito obrigada por me visitarem, beijos babys ;*

 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana