Mostrando postagens com marcador Novembro; ainda me lembro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Novembro; ainda me lembro. Mostrar todas as postagens

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XVI - Oh, I need an ending

Ao som de When it Rains, Paramore

Agora é chegado um ponto em que não mais volta, porque nós nos destruimos, e quisemos continuar com isso até chegar a o fundo do poço. Ou voltamos um para o outro, ou seguimos para onde quer que a vida nos leve. Eu vou continuar brincando, destruindo corações - mas sempre pertencerei a só um não importa com quem eu esteja, porque foi o destino que quis assim e com ele não se pode lutar - e você também, destruindo o coração da unica garota que vai te amar além de todos os motivos possíveis, imagináveis e racionais.
Eu não sei como sobrevivi a isso, a tudo isso. Não sei como você sobreviveu. Estou tão cansada do meio termo, de um ''tempo'' e isso torna a questão. Eu preciso de um final, se não vamos ser como antes, se você não vai ficar e se explicar, vá embora. Sabe que estarei aqui quando e se votar, porque eu nasci para isso. Eu te amo mais do que acreditou-se ser possível pelo mundo, de forma tão absurda e plena, que isso me consome. Te amo tão copletamente que é difícil explicar e descrever como, já que nunca niguém amou alguém assim. Não estou exagerando, apenas sendo sincera.
Eu preciso de você e não te-lo é exaustivo, como a nescessidade de um final. Preciso de você como uma estrela precisa da lua, como o fogo e o gelo precisam um do outro para coexistir, tão opostos sem se destruir.
Apenas me de o prazer de poder de abraçar todos os dias e me despedir ao final desse ano, me de o prazer de saber que você vai cumprir ao menos duas promessas que me fez, dos montes que eu já lhe pedi, as duas primeiras: nunca me esquecer e ser para sempre o meu melhor amigo. Me de o prazer de saber que você está bem e feliz e que se eu não ficar com você, pelo menos ache alguém que é o suficientemente boa para você e mesmo que ela seja uma vagaba eu a aceitarei se te fizer feliz e ser boa para você.
Em meus sonhos, você sempre estará comigo, sempre vai voltar e fazer dar certo, sempre vai cuidar de mim. Nós meus sonhos nós somos felizes para sempre na Terra do Nunca, o que me motiva ainda mais achar um meio de fugir daqui para lá.
E mesmo com a cabeça nas nuvens, eu mantenho os pés no chão, sei que um dia este castelo vai cair de vez - já começou a cair amuito tempo -, todas as estrelas do céu vão despencar e os sonhos serão só sonhos, afinal. Mas eu prefiro te-los e nunca deixar de acreditar que você vai voltar e tudo vai se acertar... Não custa sonhar, vai valer à pena esperar e precisar tanto de você.
E eu não ligo mais para onde o futuro vai me levar, desde que eu nunca te esqueça.



We don't miss a thing (...)
And Oh oh how could you do it?
Oh I - I never saw it coming
Oh oh I need an ending
So why can't you stay just long enough to explain?And when it rains
Will you always find an escape?
Just running away from all of the ones who love you
From everything
You made yourself a bed at the bottom of the blackest hole
You'll sleep till May and you'll say that you don't wanna see the sun anymore.
Take your time
Take my time
Take these chances to turn it around
And take these chances and make it somehow
Take these chances to turn it around
Just turn it around...
You can take your time
Take my time(...)

Oh oh, I need an ending

Novembro, ainda me lembro
de como tudo começou...
E do gosto que senti quando você me beijou

FIM

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XV - Perdas no caminho?


Luna Waldorf diz: Voce é péssimo de cumprir promessas, sabia?

Aro Pontielli diz: Porque ?
Julia diz: Lembra do ano passado, quando a gente tava na quadra? Eu estava ficando com o Nate, ai todo mundo saiu e ficamos só eu e voce?
Aro Pontielli diz: Lembro .
Luna Waldorf diz: Lembra das promessas?
Aro Pontielli diz: Não, me fala .
Luna Waldorf diz: - Me promete uma coisa? - Voce assentiu.
- Vai ser sempre meu melhor amigo e nunca vai me esquecer?
Voce assentiu novamente, beijou minha testa.
Aro Pontielli diz: E eu descompri a promessa ?
Luna Waldorf diz: Parece que sim
Aro Pontielli diz: :S
Luna Waldorf diz:
Voce esté distante, mas só faz a cara de eu sou frio e seco e diz que não
Aro Pontielli diz: Só tenho uma cara
Luna Waldorf diz: Tem só uma cara, mas várias expressões. Essas expressões parecem uma mascara...
Você sabe que precisa de uma mudança, não sabe?
Aro Pontielli diz: Eu sei
Luna Waldorf diz: E porque não começou ainda?
Aro Pontielli diz: Sinceramente eu não sei.
Luna Waldorf diz: A vida é muito curta. Faça mas do que pense em fazer, no fim você se arrepende mais do que não fez, e não do que fez. Faça e aceite as consequencias. Eu não fiquei com o Besta?
Aro Pontielli diz: Ficou e me perdeu
Luna Waldorf diz: Perdi, mas eu agora sei exatamente o que eu quero
Aro Pontielli diz: O que você quer?
Luna Waldorf diz: Eu quero você


Os joguinhos por mais divertidos não vão nos levar a lugar nenhum, por mais divertidos que sejam e no fim seremos só eu e você, Aro. E as perdas no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo.

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIV - Eu pertenço só a você

Ao som de Estrandeg, Guns N' Roses

Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditaveis, inimaginaveis, e até por vezes, patéticas. Todos são variaveis de um só: amor. Eu nunca imaginei me apaixonar por meu melhor amigo, nunca acreditei ser capaz de ama-lo tanto quanto amo, e isso é patético.
Eu nunca vou achar alguém para te subistituri. Acho que vou ter de superar isso dessa vez, porque voce entrou em mim sem me deixar escolha, você foi tomando tudo que era meu e agora eu já não sou mais ninguém, sem você. Você existe então isto me basta para viver. Acho que eu supus errado, em dizer que você nunca me amou e nunca precisou de mim. Você sempre foi melhor que todos, mesmo quando diziam que o Pedro te ofusacava, mas a verdade é que você é uma pessoa melhor do que ele. Você não mente, apesar de omitir. É um bom menino, costumava vestir uma mascara, para não aparentar seu verdadeiro eu, para evitar a dor, acho que você é cuidadoso demais, ou tem um segredo - Me responda! Qual é o teu segredo. Doque você tem medo? O que há por trás dessa mascara? Eu cuido de você -, e raras foram as vezes que eu te vi sem essa mascara, como no ponto, no meio de um beijo ou quando você passava ao mão na minha franja, e essas vezes são as minhas lembranças mais felizes. Seu sorriso não é muito comum, mas expressa toda a sinceridade, e momentos de sua maior felicidade, mesmo quando você tenta conte-lo, posso ver pelo seu olhar - o pôr-do-sol. Não joga com as garotas, não vive uma vida despreucupada apesar de ser considerado galinha.
Você sofre, eu te fiz sofrer. Mais do que você deixou aparentar? Disso eu tenho certeza, mas agora não há como mudar o passado, temos apenas de tentar ser pessoas melhores. Eu & você, talves em caminhos, rumos diferentes.
Mas antes de você partir, preciso te revelar uma coisa muito importante... Não importa, o que quer que aconteça, eu nunca vou deixar de ser sua, mesmo que me entregue a outros. Pertenço a uma pessoa só e isso nunca mudará, Aro.
Somos muito jovens, ainda há muito o que aprender... Eu não ligo mais para onde o futuro vai me levar, desde que eu nunca te esqueça.

Sei que talvez seja rídicula a forma como temos que aprender certas coisas, mas aqui estamos.
Eu já tentei desistir inumeras vezes, pensei ter desistido, mas nunca realmente o fiz e não sei porque. Mas foi você quem me disse porque. Porque eu te amo.
Você bem sabe que precisa de uma mudança, não começa porque talvez não queira mudar na facilidade de achar que tudo vai dar certo no final. Te digo É tempo de recomeçar, de refazer e reavaliar, de sermos pessoas melhores do que eramos antes.
Talvez eu também precise de uma mudança, talvez eu precise parar de te cobrar o que eu mesma não faço. Seja o que for, eu o farei.
Porque como você disse, eu não desisto porque eu te amo. E não vou mentir, talvez eu sempre ei de amar. Mas quanto a este por quê, a resposta é um mistério.


Jovem de coração mas está ficando muito tarde Para nos achar tão separados Eu não sei como você supunha Me encontrar depois E o que mais você poderia querer de mim Como você pode dizer que eu nunca precisei de você Quando você tomou tudo Digo que você tomou tudo de mim
Jovem de coração e está tão difícil esperar Quando ninguém que eu conheça pode me ajudar agora Velho de coração mas eu não devo hesitar Se eu quero encontrar minha saída Então ninguém nunca nos contou baby Como seria Então o que acontecerá conosco, baby Acho que vamos ter de esperar e ver Quando eu achar todas as razões Talvez eu ache de outra forma Ache um outro dia Com todas as mudanças de estações de minha vida Talvez eu faça certo da próxima vez E agora que você está por baixo Com sua cabeça fora das nuvens
Você está de volta ao chão E você não fala tão alto E você não anda tão orgulhosa Não mais, e para que? Bem eu pulei no rio Vezes demais para fazer dele um lar Eu estou sozinho aqui fora, vagando sozinho Se não parece, dê um tempo Para ler nas entrelinhas Porque eu vejo a tempestade se aproximando E as ondas estão tão altas Parece que tudo o que sempre soubemos está aqui Porque isto deveria derivar e morrer? Eu nunca vou achar ninguém para te substituir Acho que vou ter de superar isso dessa vez Dessa vez Sem você
Eu sabia que a tempestade se aproximava
E todos os meus amigos diziam que eu estava alto
Mas tudo o que sempre soubemos está aqui



Eu nunca quis que aquilo morresse



Novembro, ainda me lembro


Capitulo XIII - Adeus (Parte IV - Meus Canudelas e não elas pelo mundo. Eu sempre achei qos)

Eu ainda acredito que tudo vai se acertar, eu acredito em você, Aro. Que um dia você vai ser uma pessoa bem melhor do que é e com isso não digo que você é ruim, mas todos temos defeitos e você precisa muda-los, pois eles estão atraplhando sua felicidade. As pessoaa tem a habilidade e o poder de mudar, assim como as estações. Porém, não mudam, porque convem a facilidade de pensar que o mundo tem mudar por ue você fosse melhor do que isso. Eu sempre vi sua essência brilhante, mesmo que quando você me magoasse, todos me dissesse que você não presta por fazer tal coisa comigo. Porque definitivamente, nós não somos como os outros, nós temo que passar por uns trancos e barrancos a mais para aprender e considero isso bom - vendo pelo lado positivo -, porque o aprendizado só vem com o sofrimento. Aprendemos mais errando do que acertando. De alguma forma, eu sei que eu tinha que te conhecer. E hoje você é tão essêncial para mim, que eu não sei o que faria sem você. Meu melhor amigo, aquele que lavou meu machucado quando eu eu chutei chão jogando futebol e ranqui um pedaço do pé, aquele que me abraça e faz o mudno parar. Me traz tamanha segurança que mesmoq ue o mundo acabasse eu estaria bem - tão cliche, mas verdade. Eu morreria feliz. Porque eu já enfrentei coisas muito piores por você, já fui ao inferno e voltei, já quase me entreguei aos braços da morte 3 vezes e resisti, já fiquei depressiva e sem comer, quando houve um decair de estrelas, provocado por nossas brigas. Mas eu percebi, que enquanto Aro Pontielli estivesse vivo, eu jamais poderia me deixar levar por nenhuma dor, porque ele precisa de mim. Ele não acredita em si mesmo, então eu tenho que acreditar por ele. Sinceramente eu não sei porque eu não desito e ainda tento. Por que? Mas a verdade é que eu gostaria sentisse por mim o que sinto por ele, mas se não sente, não tem problema. Sou mais altuista do que isso. Mas você diz que eu não desisto porque eu te amo e isso é verdade. Mas ai eu digo que você não me ama e você diz que ama sim, só não sabe se me ama mais do que como amiga. Mas é que eu te amo tão completamente, que isso me consome.
Eu não sei o que faria sem você.

Que por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIII - Adeus (Parte III - Estrela solitária)

''A palavra é meu domínio sobre o mundo''

Ir embora, não quer dizer que eu vou te esquecer, pois ao contrário de você, eu cumpro muito bem minhas promessas, Aro.
E no fim, acabo escrevendo quinhentas cartas, uma por dia, só para te dizer como eu me acabei, como eu queria que fosse tudo no fim, mas não muda, nada muda. Nem você.
Só escrevo porque sou uma sacudidora de palvras, que as ama e as odeia, pois com ela o mundo pode ser um lugar melhor, podemos muda-lo, torna-lo menos sofrido e mais feliz, mas boa parte do sofrimento é culpa das palavras, por isso as odeio - foram elas que mudaram tudo, foram elas que nos destruiram.
Nas minhas cartas, doidas cartas, deposito minha dor, raiva, angustia e amor, tentando me despedir de você e continuo tentando, por mais inutil que seja. Brinco com as palvras, tentando descobrir novos sentidos, novas perspectivas daquilo que me cerca.
Ponho palavras no papel na tentativa de aprender com o sofrimento, deixo elas fluirem do meu pensamento, meu coração para o papel, porém mais do que por meu coração, minha mente, minha Esperança, minha razão, meu corpo, ponho minha alma, ponho a pobre alma diversas vezes reencarnada no papel.
Sou entre muitas coisas, uma vaca maldita do inferno, mas também sou a sacudidora de palavras, a estrela solitária, que brilha esperançosa no céu.
Talvez eu me torne algué melho, talvez o mundo se torne um lugar melhor - sim, eu queor e vou mudar o mundo -, não sei bem, mas escritor é aquele que tenta.
Que transmite para o papel toda sua dor e sofrimento, é aquele que tem a abilidade de fazer histórias tristes virarem um ensinamento, uma alegria. Os melhores escritores, são aqueles que conseguem encontrar felicidade na tristeza. E alguyns desses escritores, não escrever no papel, escrevem a vida.
São aqueles que no meio do banho, depois d eum filme, um bom livro, ao escutar uma música, mergulhar numa piscina, ou simplismente abrindo a janela, encontram palavras e as libertam, acham inspiração e tenta transmitir seus pensamentos para o mundo.
Eu brinco com a palavra, eu gosto de vesti-las e me transformar nas ideias que elas transmitem, gosto de ser a palavra.
As vezes não sei usa-las corretamente, não sei descrever. Mas o mais importante, é a sensação de descrever o sentimento, descobrir uma palavra nova é como um presente na manhã de Natal, é como o pote de ouro no fim do arco-íris.
Eu jamais me cansarei de escrever, jamais me cansarei da palavra pois é ela que faz de mim quem eu sou: Uma sacudidora de palavras, mais do que isso, uma escritora.




___________________________

Oi amores! O livro esta terminando... Uma pena, mas o segundo esta quase pronto e eu vou começara posta-lo embreve, sendo que talvez eu me ausente por um periódo, pelo meu projeto O Meu Melhor Amigo, porque o Novembro, ainda me lembro é uma história deste.
Agora que eu ganhei meu primeiro premio com o Capitulo XIII - Parte I o 2º lugar, no Once Upon a Time pelo texto com frase, e Capitulo XIII - Parte II o 1º lugar também no OUAT, pelo texto com trecho de música, quero investir no meu livro, aqui tem um post que eu fiz para o projeto How Deal falando um pouco sobre ele.
Ainda há algunmas partes desta história a serem postados e até lá eu deciso o que fazer, mas eu não vou abandonar meu blog jamais, caso eu resova me ausentar. Podem deixar comentários e afim e eu os responderei.
Eu vou terminar a história do Anjo da Morte em breve.

Novembro, ainda me lembro


Capitulo XIII - Adeus (Parte II - Mais uma carta)

Ao som de Get Back, Demi Lovato

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2010

Aro,

A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com cautela, mas aqui está e encare-a como for melhor:
nós dois não somos mais aqueles dois adolescentes assustados que começavam a descubrir o mundo e experimentar o gosto da liberdade. Nós mudamos, nesses dois ultimos anos e parece que depois de termos passado por tanto, por tudo, nossos caminhos se separam.
Mas não vou negar que se você fosse um pouco persuasivo, em algumas palavras me convenceria a ficar, pois de fato, agora estou indo de encontro ao amor com o qual parti seu coração - me desculpe?, peço mais uma vez.
Oh, eu sei. Sou tão cruel! Mas você não me quer, certo? De que adianta eu querer que você mude, batalhar por sua mudança, se você, não quiser mudar?
E ao mesmo tempo, parece que você quer que eu mude, como se fizesse tudo isso pra me ensinar uma lição. Se for isso, por favor, me de um sinal, que eu jogo seu jogo e vamos desafiar um ao outro. Me chame de Lua, como tinha o costume de chamar, depois que eu fiquei com o Dado, nas olimpíedas de 2008, no surubão. Passe a mão pela minha franja, como fazia quando estavámos juntos. Faça algo atípico, eu vou entender se for um sinal. Eu te conheço.
Mas se você não o fizer, não me culpe, nem me julgue por ir embora e tentar seguir em frente, mesmo que seja com ele.
Mas essa é só mais uma das cartas que eu jamias vou te entregar e que vai para a minha caixa junto com as outras vinte e tantas. Sou louca? Foi você que me deixou assim e eu gostaria de saber como, tanto quanto goataria de te entender. Só que talvez ambos sejam impossíveis, só depende de você.

Você pode ser desse jeito Eu vejo nos seus olhos Não se preocupe comigo
Eu estou bem Não vou mentir... Eu tenho estado uma bagunça

Desde que você partiu E toda vez Que eu te vejo Fica mais
E mais intenso

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIII - Adeus (Parte I - Ultimo encontro?)

Ao som de She Will Be Love, Maroon 5

É tão bom ouvir sua voz me dizendo que... está com outra! Pelo menos você diz alguma coisa. Quando eu te abracei, quase não me contive, mas tive de permanescer firma e isso provocou uma discussão.
- Fiquei sabendo que você tomou um toco da Thayane - Comentei. E você foi frio e seco como de costume.
- Ela só parou de ficar comigo por sua causa - Retrucou.
- É carma, Aro.
- O que é carma?
- Eu não quis te tratar como roupa suja, você me tratou como roupa suja e agora foi tratado!
- Nem estou mais correndo atrás dela. Estou correndo atrás da Yasmim - Ah, você me atingiu e soube disso muito antes de dizer aquelas palavras.
- E é por isso que eu estou com o Besta - Nem sei se te peguei, não ligo. Porque a amizade é um amor que nunca morre, mas parece que eu morri para você
.

''E é estranho como a chuva começou junto com a primeira lágrima que escorreu do meu rosto, dando início à um temporal, um temporal de lágrimas, sentimentos e confusão.'' Mais uma vez o mundo chorou por mim, enquanto eu cantava Fim De Tarde sob a chuva e a chuva apertava me enxarcando.


Bela menina de apenas 14 anos Não se aceitava muito bem
Ele sempre estava perto para ajudá-la Ela sempre pertenceu a outro
Eu viajei muitos quilômetros E vim parar na sua porta
Eu tive você tantas vezes Mas, por algum motivo, eu quero mais
Não me importo de ficar todo dia Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido E pergunte se ela quer ficar um pouco

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XII - Pelas tardes de novembro que eu passei junto a ti

Ao som de Amanhcer No Teu Olhar, Restart

Peguei a caneta, encarei o papel em branco e escrevi... A verdade é que é um passado que deve ser esquecido, mas mesmo assim eu não consigo, porque de alguma forma, estou ligada você. Eu escrevi para direcionar todas as palavras a você, tentar te fazer enxergar, mas só agora vejo que foi errado. Não devo te dar as respostas e sim te fazer as perguntas, para que você descubra sozinho com responder e então amadureça. Sei que ainda há muito para rolar e que no fundo, tudo isso só vai ser bom para não errarmos no futuro.
As pessoas têm o poder de mudar como as estações, mas não mudam porque convém a facilidade de achar que o mundo tem que mudar por elas e não elas pelo mundo. Seu erro é esse. Mas já descobri sua mascara e a farei cair, porque a cada dia mais cada uma das minhas lágrimas vale mais a pena, meu Aro. Sim, meu e de mais ninguém.
- Eu odeio te ver chorar, portanto, acabe com suas lágrimas e escute. Eu só ficaria com você por pena. - Foi o que você me disse.
Quando a estação mudar a mudança vai se instalar... Perto de seu aniversário, você irá começarapensar e depois disso, no equinócio de primavera, você terá mudado.E se nós não tivermos voltado, nós nos consumiremos novamente como fogo e pólvora na sua despedida. E mesmo que a vida nos leve a rumos diferentes a partir daí, não importa, estaremos com o futuro mais selado do que nunca, a voltar onde a vida nos encontrar, não importa quando for.
E eu vou esperar por esse dia, tão ansiosa que posso morrer antes. NÂO, não morro antes, não vou morrer até ter você de volta, mesmo que eu morra no dia seguinte. Não me importo quanto tempo leve, eu espero por você.
Você sabe que não adianta, eu sempre estarei aqui e que você não me esqueceu, você ainda gosta de mim. A maior prova de todas é fingir me tratar de forma tão indiferente, e não falar com ele. Você tem ódio dele e ainda se rói pelo que eu fiz, mas entenda querido, eu sempre vou pertencer a você.
Então vamos jogar. Mas é tempo de tornar àquela tarde de novembro, uma tarde clara e fresca, sossegada como a nossa casa e o trecho da rua em que morávamos.
Porque quando ele me beijou, eu quis tanto você que doeu. Eu reprimi a vontade de me afastar e tentei me enganar, mas não dá, eu não posso negar esta verdade. É incontestavel, mas enquanto isso vou tentar ir seguindo, até ver quando minha vida irá novamente se encostar na tua.

Como se agora não existisse mais ninguém Sobre a maior falta que eu sinto de alguém
É incrível como você me deixou assim Pedindo a Deus para que isso nunca tenha fim Já é fim de noite e eu aqui a te esperar Escrevo essa canção para que eu possa me lembrar
Daquelas tardes que eu passei junto a ti Juras de amor para poder se divertir Já não importa o que passou Ou se em tudo a gente errou Deixa eu te fazer feliz Como eu sonhei Como você sempre quisNoites acordado sem conseguir te esquecer Textos rabiscados procurando entender Palavras que o tempo não consegue destruir Por toda vontade que eu só encontro em ti Já amanheceu e o sol me lembra teu olhar Pego o violão e toco para te lembrar Aquela melodia que eu fiz pra te dizer Não importa o que aconteça Eu só preciso de você Já não importa o que passou Ou se em tudo a gente errou Deixa eu te fazer feliz Como eu sonhei



Como você sempre quis...

Novembro, ainda me lembro




Capitulo XI- Enough to prove, it's all for you

Ao som de All For You, Sister Hazel

E de repente nosso olhar se cruzou
... Ele me raptou para um mundo desconhecido, onde só existiamos eu e ele, onde toda a dor se dissolvia na beleza de seu olhar, o pôr-do-sol ali - não canso de mencionar seu olhar, é realmente lindo, é perfeito e um dia foi meu. Como eu pude perde-lo? Me interpelei. Voce fez o certo, você fez por ele. Uma traição fez com que você selasse o amor mutuo para a eternidade, e agora vocês pertencem um ao outro. Não poderia ser diferente. Minha intuição gritou. Ultimamente ela deu para me visitar e me confundir. E agora eu tenho tudo, menos o que eu queria; se resume em uma palavra: Aro. E será que tem que ser assim mesmo? Eu e ele seguindo caminhos diferentes, estradas distantes. Penso onde a vida nos levará. Ele me abraçou, deu um beijo no meu rosto - não é onde eu quero que ele me beije, pensei. - Oi - Oi - Respondi. Era estranho agir normalmente, como se nada tivesse acontecido, ignorar tudo é como se não tivesse acontecido. Acho que ele é cuidadoso demais, por isso não se entrega, mas no amor é preciso se jogar, dar tudo de si, se não ele passa por ser tão sofrido. A vida passa logo, o mundo não fica esperando por você. E eu cometi um erro terrível, mas eu arrisquei. Tentei. A ultima semana do outono começou, o inverno se aproxima e o frio se une a solidão em seu apice em julho, nas férias, quando eu estarei tão, tão distante. O primeiro semestre voou, o segundo passa mais rápido ainda, até que o ano termina. Eu sei que virá um adeus, e talvez eu o perca de vez... Mas eu ainda tenho seis meses e possívelmente as férias de verão. eu corro contra o tempo, mas já fiz iso outras vezes. Eu olhei para ele; Me desculpe , os pensamentos voaram de minha mente para a dele pelo olhar. Ele não respondeu, nunca respondia, nunca me disse o que pensava. Mas é ele, eu aceito seus defeitos. Eu o amo, disso eu sei. Amo pois ele é minha Esperança, amo tão intensamente que entre sua ausência e a morte eu escolheria a segunda opção, amo mais do que amei minha mãe. Mas palavras, jamias poderiam expressar com exatidão, o tamanho do meu amor. É difícil diser. Mais tarde eu liguei para Marina e expliquei o que pensava.
- Por muitas vezes, sim, você chorou... - Ela começou - Mas você é uma das maiores guerreiras que conheço. Você luta até não haver mais nada dentro de sí.
De que adianta, ter o garoto perfeito, se quem te faz feliz é simplesmente aquele que não presta? Você sabe muito bem que s eficasse com o Besta ia acabar sofrendo. E o que te consome, é justamente isso: foi você quem cometeu o erro que estragou tudo, mas ele alimentou sua magoa para que você o fizesse. Não estou te julgando, mas esta é a verdade entre você e Aro e é o que há de mais belo: Vocês não se entendem, raramente concordam em algo, brigam sempre e se desafiam todos os dias. Mas apesar das diferentes, vocês tem algo em comum: vocês são loucos um pelo outro.
- Eu queria que ele enzergasse isso! - Resmunguei. - Então faça-o enxergar. Você é Luna Waldorf, você há de dar um jeito. Além de que vocês nasceram um para um outro, pertencem
um ao outro!



Finalmente eu entendi, mas levou muito, muito tempo E agora tem volta, talvez porque eu esteja tentando Tiveram tempos, eu estou tão confuso Todas minhas estradas, elas me guiam pra você Eu não posso me virar e caminhar pra longe É difícil dizer, O que e que eu vejo em você Imaginando se eu sempre, estarei com você Mas palavras não podem dizer, e eu não posso fazer Suficiente para provar, É tudo por você Eu achei que eu tivesse visto tudo Porque tem muito, muito tempo Mas ai nos iremos tropecar e cair, imaginando se eu estou cego (...) A chuva esta descendo Caindo dos ceus azuis Palavras sem um som Vindo dos seus olhos (...)
É difícil dizer, O que e que eu vejo em você Imaginando se eu sempre, estarei com você Mas palavras não podem dizer, e eu não posso fazer Suficiente para provar,



É tudo por você !


________________________________________

Oi, meus queridos! ah, acho que o melhor dos dias que tem jogo do Brasil, é que eu não tenho aula. hihi :B Eu até consegui responder meus comentários! :D E aqui, aproevitando que eu tenho um espaço para falar a vos, recomendo alguns blogs - se bem que um deles virou site, ok, ok. Primeiro: kariread.com ; fala sobre livros e a paixão por leitura, é da Karina, irmã de um amigo meu, mas nem por isso, ela tem 390 seguidores. Segunda: A Hora do Desabafo ; eu não sei de quem é, mas adoro! Os textos costumam ser bem curtinhos, mas tocam o coração. Terceira: Vacas Azuis Voadoras ; é da minha prima. Ela escreve com o coração e tem ideias beeem criativas. Quarta: Compartilhando Nostalgia ; minha xará Julia Melo, tem feito um conto sobre o quarto 104, onde uma menina esta internada em coma e um menino apaixonado por ela narra a história no diário.
Bom, já escrevi demais, espero que vocês apreciem minhas recomendações!
kisses and Hope you enjoy it ;*



Novembro, ainda me lembro



Capitulo X - Talvez seja você que me completa

Ao som de Vou Cantar Restart

Apaguei de novo. A escuridão me abraçou e eu me deixei levar.
Não sei se morro ou se vivo, porque a vida me parou. Por que resistir? É muito mais fácil ir, e ao lembrar me despedir. Pensei no rosto de meus amigos: Pedro, Dado, Lara, Marina, Matheus, Irina, Carol, Thiago... me demorando no rosto de cada um, uma brisa quente me envolveu enquanto lembrava deles. E Aro... Aro, meu melhor amigo, o amor da minha vida, o centro do meu mundo. Há muito tempo que minha vida passou a se resumir nele. Aro lavando meu machucado - que eu fiz na educação física jogando futebol, me pedindo para esperar para irmos para o ponto de ônibus do colégio, as mãos dadas no final do ano, o primeiro beijo no surubão, a festa à fantasia... Cada uma das lembranças me acalentava. Mas duas me prendiam a atenção, o dia em que eu o conheci e nós dois deitados na quadra poliesportiva. Então alguma coisa dentro de mim, gritou uma das minha odiosas percepções. O fato de eu - encaro a verdade - te-lo traído, não apaga os ultimos dois anos. Me lembrei da água gelada que cobriu meu corpo, depois que eu me joguei do penhasco, e de sentir a presença dele ao meu lado, de saber que ele jamais me abondaria. Que se eu morresse ele sempre estaria cuidando de mim, onde quer que eu fosse parar e então me entregar, e ser salva pelo Besta. Se aconteceu, aconteceu! ''De qualquer modo, de que adianta chorar quando todas as lágrimas do mundo não mudariam o que aconteceu?'' O que importa é daqui para frente, o que fazemos à partir de então? Desistir é algo que não existe para mim, só desistem os fracos. Lutar, é o que deveria fazer, assim como ele. Em algum lugar da minha mente, eu lembrei de algo que eu não faço ideia de onde ter ouvido ou lido "Nunca se canse de fazer pequenas coisas para os outros. Às vezes essas pequenas coisas ocupam a maior parte de seus corações." Embora seja sempre eu que lute por ele, eu que o procuro e me acabo no final, não posso desistir! Eu tinha que resistir aos braços da morte, que agora me engliam, me prendendo no fatal final. Eu tinha de resistir, por ele! Não podia me entregar, não agora. Não pare de acreditar Se segure na sensação, ouvi minha mente dizer. De algum modo eu despertei, com os olhos de Mariana sobre mim, as lágrimas rolavam loucamente. Ela abriu um sorriso. - Luna! - Pulou sobre mim - Você ficou louca? - Por um momneto, eu esqueci de acreditar. Esqueci que por pior que tudo esteje, eu não posso desistir. Mesmo sem esperança, preciso continuar por vocês, por ele! Amanhã começa a última semana do outono, pensei. Seria quinta-feira e aquele era um dia mágico para mim, pois eu nasci numa quinta e as coisas impostantes na minha vida acontecem numa quinta - como começar e terminar com o Aro. Esse dia é cercado de magia e eu conheço algumas delas. Quando eu estava passando, esbarrei em uma garota da qual eu não gosto e nem ela gosta de mim. Ela se sentiu com moral e veio para cima de mim, mas Aro se jogou sobre ela protetoramente, intintivamente... - Ô garota! - Ela foi interrompida por ele e fiquei pensando nisso. Todavia, acabei na cordenação e a coordenadora da manhã, me absolveu e eu contai a ela tudo que acontecera depois de abrir o berrero.
- Lute pelo q
ue você acredita! - Ela disse enquanto eu saia. E não possso negar que foi um sinal, eu senti quele formigamente no peito, quando tenho um. O fone no ouvido, sai sorrindo e cantando.


Sei que os dias passaram E eu vejo que o nosso pra sempre acabou E nada do que nos foi contado, Os desejos e sonhos que a vida mudou
E hoje eu acordei pensando Naquilo tudo que eu ia te dizer Nas verdades e nas mentiras Em todos os planos que eu fiz pra te ter
Não vou deixar você ir Não vou deixar você ir
Vou cantar, até você ouvir Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir E dizer, talvez seja você, Que me completa e me faz querer viver


Não vou deixar você ir !

_____________________________________________

Oi, meu queridos. Estou com um certo bloqueio criativo e se o texto não ficou muito bom, peço as mais sinceras desculpas. Sei também que não tenho respondido meus comentários a um tempo, mas só tenho tempod e postar e sair, então vou tesntar responder todos até o fim do final de semana. Hope you enjoy it ;*

Novembro, ainda me lembro



Capitulo IX - That everything, everything ends

Ao som de Meet Me On The Equinox, Death Cab For Cutie

Vou te contar como tudo começou em um resumo bem sucinto mas detalhado, para que você se lembre de porquê exatamente você esta aqui, eu disse a mim mesma.
Tudo começou no dia 21 de agosto de 2006, quando eu entrei no colégio, ali eu soube que meu destino me encontraria, no exato momento que eu cruzei aquele portão de ferro. O ano se passou, perdi minha mãe no dia 23 de fevereiro de 2007. Mais um ano se passou, um ano no qual eu fiquei perdida, indo na onda dos outros, um costume que não era meu. Vivi sem esperança, por tempo demais e sem me dar conta disso procurei arduamente por ela. Eu não a encontrei, ela me encontro. Ou melhor, eles. A Esperança me veio furtando minha paz e sentido de viver, me dando algo a que acreditar e que cuidaria de mim, em três encontros que fizeram meu coração aumentar vertiginosamente ao quíntuplo de seu tamanho em cada um dos encontros, preenchendo cada um dos menores espaços, até eu estar completamente tomada por eles: Pedro, Aro e Dado, que eram quase uma pessoa só. Não havia divisão, eu amava aos três ao mesmo tempo e com a mesma intensidade, sendo eles o meu próprio centro do universo. Aquilo era amor, amizade e fortaleza- a única coisa que poderia me destruir - provocado em mim, uma necessidade intensa deles, ao ponto de doer, como a necessidade de uma droga. Eles eram e sempre serão meus melhores amigos. No ano seguinte, depois de e ter ficado afim de Dado e Pedro, comecei a ficar com tad, um dos meninos mais cobiçados do colégio e uma das amigas dele veio puxar assunto comigo. E aquele recado no orkut mudou minha vida. De novo. Me tornei amiga da Lara, a melhor amiga de Aro, mas meu amor era grande, eu podia lidar com aquilo - mal eu sabia que seria mais do que ela. Lara me apresentou Irina, Carol e Marina. A relação que se estabeleceu entre nós era algo tão forte, tão bonito, uma amizade tão intrigante que novamente meu coração cresceu, não como da outra vez, as cresceu. E no fim do ano, quando a ameaça de ele sair do colégio foi grande demais eu e aro nós aproximamos muito, e... eu me apaixonei por aquele que eu jurei jamais me apaixonar: Aro. Mas eu só descobri isso, no dia em que depois de brigarmos e fazermos as pazes, ele me contou que gostava de outra. Trazendo ao meu verão noites tão mal dormidas regadas a lagrimas e frustração. Me preparei para tudo, sem nunca alimentar aquela Esperança em meu peito que pedia para ser alimentada. Quando ele era própria Esperança em mim. No dia 5 de abril, por algum motivo nós voltamos, paralelo a isso, minha relação e aliais, a relação de todos Os Invencíveis - como peguei o costume de nós chamar, depois de eu e Irina cantarmos Lua de Cristal aos berros e lágrimas no ultimo dia de aula - quebrava e se dissolvia no vento. Irina e Marina, quase não falavam mais com Carol e Lara. Irina e Saulo terminaram e ela estava com Matheus agora. Carol terminou com Vinícius, Marina encontrou um pokemom, Lara continuava no vai e vem com João - um garoto do comdomínio dela. Marina e Pedro brigavam todo dia, Aro disse que Raquel e Paula eram suas melhores amigas de brincadeira, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade, como ele mesmo me ensinou. Thiago estava lá, mas não queria estar. Então a maré ruim me atingiu, eu passei a gostar de Lucas - Besta - e contei tudo a Aro. Bem, menos que se eu não o tivesse traído não o teria escolhido, não contei que ele foi e sempre será o amor da minha vida, mesmo que nós estivéssemos nesse rolo a 8 meses e eu o conhecesse a 2 anos e só tivesse descoberto isso a uma semana. Eu e aro terminamos. Eu poderia e estava conseguindo lidar com a perda dos Invencíveis, mas perder Aro era além do meu limite. Ele era a base, o chão, o eixo, o tudo. Eu também não contei a ele a maior de todas as verdades, inevitável e presente como a chuva no entardecer dos dias quentes de verão: que minha vida se resume no que eu vivi com eles, com ele. Nós éramos Os Invencíveis. Então, como deixamos de ser? O que houve com a maior de todas as forças, que estava alterando o curso da história e mudando o mundo, como era de seu destino? O que seria capaz de vencer o invencível? Eles mesmos, nós mesmos. Deixamos de acreditar no final feliz que nos foi destinado, desistindo dos desafios, cansados de lutar, naquele processo exaustivo - parte de algo maior que nos daria entendimento, conhecimento para situações futuras. Lutas que não acabariam nem mesmo com a morte. Almas abençoadas que ficaram cegas como tempo, ou melhor, com a falta dele. O ser humano teme o que desconhece, mas não nos julguem, não nos culpem, mas era tudo muito diferente da rotina inovadora e surpreendente a qual nos acostumamos. Precisávamos nos reinventar - mantendo a essência - para estarmos prontos para a luta no novo terreno. Mas nós não enxergamos isso. A saudade era incomoda, principalmente porque sabíamos que em breve nos separaríamos ainda mais. Por quê um ano de tortura e despedida? Para provar que somos merecedores do tudo, do todo. E nós também não enxergamos isso. Ou talvez só não fossemos merecedores. ''Fiz o que foi necessário para ser feliz. Mas me esqueci que a felicidade é um sentimento simples, podendo encontra-la e deixa-la ir embora por não perceber sua simplicidade'' Em plena juventude eu tentei me matar (14 anos). Despertei no hospital ainda meia absorta por minhas cruéis e verdadeiras conclusões e ouvia música de fundo, uma de minhas preferidas.





Encontre-me no Equinócio Encontre-me no meio do caminho Quando o sol está posicionado em seu ponto mais alto No meio do dia Deixe-me te dar meu amor Deixe-me tomar sua mão Enquanto andamos na suave luz Oh querida entenda Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo termina Encontre-me no seu melhor comportamento
Encontre-me no seu pior Pois lá não haverá pedra não virada ou bolha deixada para estourar Deixe-me deitar ao seu lado, querida Deixe-me ser seu homem E deixe nossos corpos se entrelaçarem Mas sempre entenda Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo, tudo termina Uma janela Uma tumba aberta O sol se rasteja
Através de seu quarto Uma luz Uma sala de espera Sua ultima respiração Se movendo através de você Enquanto tudo, tudo se termina


Me deparei com a enfermeira que me interpelou:

- Mas por quê, por quê?
Eu respondi sucinta, lúcida, plena de minha dor e com lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
- Sem Esperança!


__________________________________________________

Oi, meus amores e amoras ( minha professora que fala isso \z
Sei que não tenho respondido aos comentários e devos fazer isso em breve, só estava meio atolada com os trabalhos de Sala de Leitura - uma de minhas matérias preferidas - porque a professora pediu para continuarmos a história que ela deu e eu fui escrevendo umas 4 páginas viajando na maionese, mas ficou legal. Se quiserem depois eu posto, é sobre uma mulher chamada Raquel que se apaixona pelo amigo do tio que junto a ele esta tentando revolucionar a Rússia. Beijos, meus queijos ;*

Novembro, ainda me lembro


Parte Vlll - Like shooting stars
Chorei por aqueles braços que se dipuseram a me abraçar não estarem mais perto de mim e porque quando a chuva caiu, ele estava ali tão perto de mim, mas tão distante, como se entre eu e ele houvesse um oceano. E ainda assim, a coisa que eu mais queria era te-lo ali, debaixo da chuva comigo. Chorei pelo fato de ser aquilo que eu espero a tanto tempo. De qualquer modo, de que adianta chorar quando todas as lágrimas do mundo não mudaria a situação? Ficamos naquela de terminar, dando um tempo, mas eu já sabia que havia terminado. Eu soube com uma das minhas horrorosas percepções no momento em que ele disse as primeiras palavras, que eu me recusava a lembrar. O previsto, o obvio agora, seria que eu finalmente ficasse com o Besta, logo em seguida. No entanto, eu sentia que aquilo era uma traição maior ainda com Aro, depois de tudo, ainda ficar com Besta. Tentando mudar esse pensamento, conversava com ele realmente me esforçando, então quando em uma desses dias olhei para ele no meio de uma conversa sobre sei lá o quê a única coisa que senti por ele foi... ...ódio. Isso, ódio puro. Porque se eu não o conhece-se eu não me iludiria imprimindo nele a imagem do Aro, pois - eu tenho que encarar a verdade - Besta foi o meu Aro de tarde, eu não gostava dele por quem ele era, gostei dele porque eu o achava parecido com Aro, físicamente - irracionalmente - e por ele ser tudo que Aro não era, completando-o. Eu gostei do Besta como se tivesse gostado do aro o tempo todo e agora o tanto que eu gostava dele, se tranferiu a Aro. Por tudo isso, eu se quer conseguia ficar perto do Besta, eu simplesmente não queria. Ele era apenas uma estranho como outro qualquer - que eu odiava. Só isso. A esse custo me foi tirado aro, o amor da minha vida. Pois Aro é o amor da minha vida. Na verdade, eu plantei isso e merecia um castigo. Eu aguentaria perder os Invencíveis por pior que fosse, mas perde-lo, estava além do meu limite. Eu aguentaria vinte vezes que minha mãe morresse, aceitaria e ficaria feliz. Aguentaria ter todos os membros dilacerados, me conformaria e viveria sem eles. Até morreria para não ter de viver sem ele, pois sua ausência, estava em todo lugar. Eu preciso de um pedido, de uma estrela cadente neste céu azul, para me dar um pedido, para realizar meu desejo, com o meu desejo da noite de Natal, quando eu desejei te-lo e ele voltou para mim. Voltei como de costume aos meus fones de ouvido.



Todo o brilho, glamour e moda Todo o pandemônio e a loucura Chega uma hora que tudo fica cinzento E você fica olhando para o telefone no seu colo Você espera, mas as pessoas nunca ligam de volta É assim que a história se desenrola Você consegue mais uma mão quando recua E quando os seus planos fracassam na areia Qual seria o seu pedido se pudesse fazer só um? Então, avião, avião!(...) Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite são como estrelas cadentes Seria muito bom um pedido agora, um pedido agora, um pedido agora Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite são como estrelas cadentes Seria muito bom um pedido agora, um pedido agora, um pedido agora Seria bom um sonho, ou uma Jeanie, ou um pedido Para voltar para um lugar muito mais simples que esse Porque depois de...


...tudo, eu só queria você aqui.

______________________________________

Oi, meus amores! Não postei no fim de semana, mas to postando agora. E de um a vez por todasd aprendi a lição de não prometer o que nao posso cumprir, já que eu não postei antes [ã]. As proximas partes do conto estão quase prontas, só precisam ser editadas no pc. Só to aqui hoje, por causa do jogo do Brasil, que me fez não ter aula, hihi :B
Hope you enjoy it ;*

Novembro, ainda me lembro

Capitulo Vll - Let me back into... Into Your arms '♫

Ao som de Into Your Arms The Maine

Eu olhei para o céu e senti
... o vento bagunçar meu cabelo. Eu olhei para o céu e senti a chuva que caia fina apertar, encharcando meu corpo. Eu olhei para o céu e senti uma luz branca afastar a dor de meus pensamentos. Eu olhei para o céu e senti, devido ao misto da luz branca, o vento e a chuva, uma paz que eu nunca sentira antes na vida.
E sorri, simplesmente. Sabia o que viria depois, sempre vinha, mas não importava, eu só queria sentir a chuva. Eu cheguei ao colégio uns minutos antes vindo da praça com Pedro e Aro. - Eu não queira terminar com você, mas o que você fez acabou comigo - Aro segurava minha mão com força, possessivamente. Sabia que estava me perdendo. Eu não respondi, só fiquei ali, com o rosto voltado para o céu pedindo que a chuva apertasse. Agora ela apertou, fazendo o mundo cair em cima de mim, mas não era ruim, lavava minha alma. Pedro se junto a mim contemplando o céu. Depois Ana e depois João. - Você esta bem? - Perguntou Pedro acariciando meu cabelo e depois beijando minha testa. - Me sinto - Suspirei - em paz - Talvez eu esteja morta, não ligaria se estivesse. Os invencíveis se perderam sem se dar conta disso. Restaram-me fragmentos, mas o tudo não é tudo se não esta completo. Agora sem o Aro, não ligo para mais nada. Não tenho mais vontade de viver e nem Esperança de que tudo de certo no fim. Eu olhei para Aro. Por quê? Eu perguntei a mim mesma, enquanto percebi ele interpretar meu sorriso de maneira errada e parei de sorrir. Para ele era deboche, para mim, medo. Não o culpo, sou difícil de entender. Ana me levou nas costas até a escada e de lá eu fui para a sala. Assim que eu pus os pés na sala, o sorriso que voltara ao meu rosto, se dissolveu em lágrimas. Lágrimas que viraram a noite até a madrugada, então veio o torpor, o estupor. O celular ligado, os fones no ouvido, ouvindo The Maine, Into Your Arms.


Aposto que você não esperava por isso
Ele me fez mudar o meu jeito
Com olhos como por do sol, baby (...). Estou me apaixonando
Mas está caindo aos pedaços Preciso achar meu caminho de volta ao começo Quando nós estavámos apaixonados As coisas eram melhores do que são Me deixe ir de volta... Pros seus braços (...). Mas ele parecia tão longe Longe do meu alcance Eu tinha que achar um jeito de fazer ele vir para mim (...). Oh, ele está escapando Eu sempre alcanço quando estou pensado em palavras pra dizer Oh,as coisas que ela faz Fazem isso parecer amor Fosse só um jogo Eu gosto do jeito que nós jogamos (...).
Me deixe ir de volta... Pros seus braços


Novembro, ainda me lembro


Capitulo Vl - Eu sei que assim talvez seja melhor, mas eu só queria não ter de recomeçar

Ao som de Recomeçar Restart

Nós voltamos, então tudo bem. Parei de falar co o Besta, por mais que fosse difícil, eu não arricaria Aro por nada. Amava-o demais para isso e já tinha chegado longe demais essa história dos dois, e não saber quem escolher.
Nós viviamos de carinhos e beijos, ele cotumava pegar minha mão, quando estava cansada por não dormir direito, eu deitava acabeça em seu colo e ele cuidava de mim, os beijos sempre calorosos, nós fizemos um mês em uma quarta-feira, eu só lembrei antes de dormir, mas tudo bem, o que importa é que nós dois estavamos juntos. Ele sempre ficava para recuperação de matérias todas as tardes - exeto quinta -, eu vivia fugindo para encontra-lo por isso. E apesar de não serem aqueles beijos, ele várias vezes seguidas pegava minha mão, me abraçava e me dava um selhinho. Até que em umas das quintas, nós fomos para o ponto, eu estava toda feliz, afinal aquele era o único dia que nós dois ficavamos sosinhos.
- Amanhã quero falar com você - Disse ele. Um lampejou passou por minha cabeça tirando o brilho dos meus olhos. Eu sabia, não duraria muito. E simplismente ignorei, insistido em que ele me dissesse.
- O que é?

- Amanhã eu falo.

- Eu vou ficar curiosa... - Me sentei na grade que cercava o canteiro do ponto.

- É que des de que você fez aquilo, eu ... sei lá. Perdi o clima - Ele sentia dor novamente, mas eu não conseguia olha-lo, soube apenas pelo tom de voz. Ele sentia dor por mim e por ele, pois falou cautelosamente.
Eu estava ali parada, odiando sempre ter razão, presionei as unhas sobre a palma da mão com toda força do mundo. Ele ergue meu rosto tocando suavemente meu queixo. O vento chicoteava meus cabelos, mas eu não me movia; estava entorpecida, o torpor era grande demais. Ele me abraçou. Aquelas palavras vieram como facas muito bem miradas direto para o meu coração e turvou minha visão. Mas não turvou com lágrimas. Meus olhos giravam nas orbitas, eu estva confusa. Porque? Ama-lo tanto não é suficiente? Não deve ser.
- Amanhã a gente conversa melhor - Eu ouvi ele dizer, sem dar muita atenção. Já estava tudo acabado, de que adiantava? Ele me beijou cuidadosamente apenas encostando os lábios nos meus, era o beijo da despedida. Sabia disso. Sabia que tudo iria acabar des de que o Pedro me disse pelo telefone, quando eu estava deitada no meu quarto escuro me autoflagelando. Ele se foi e eu fiquei ali, por muito tempo. Até que algo que eu nao sei o que era me despertou. E eu fui para o colégio. assim que pus os pés na sala abri a mão a qual eu pressionei as unhas, quatro manchas escarlate se destacavam na branquidão da minha palma da mão. Corri para o banheiro para lava-las. Fingi que estava tudo bem. E sem perceber, as lagrimas romperam meu bloqueio, uma vez que começaram, não pararam por duas horas. Me deitei entorpecida, quando cheguei em casa. E gritei, com uma força que eu não sabia que tinha, gritei tirando todo o ar dos meus pulmões de uma só vez. E gritei mais e mais, enquanto as lágrimas de derrota escorriam pelas minha bochechas me fazendo ter a pior percepção da minha vida: Acabou. Talvez eu e aro não estivessemos destinados a nada e tudo fora só um erro, todo o verão. Eu lembrava todas as palavras ditas ele em amor a Yasmim, elas vinham como um sussurrar torturante em meu ouvido.'' Eu estou gostando de alguém'', ''O nome dela é Yasmim'', ''Você não a conhece'', ''Eu a vi hoje'', ''Nós quase ficamos, eu a encostei na parede, ai minha irmã apareceu'', ''Eu a vi hoje'', ''Ela voltou a gostar de mim, a se preucupar comigo'' A lembrança daquelas palavras me fez ter raiva e me enchger de mais dor, me debati com a cama e a parede. Rasguei uma fronha. Gritei de novo. Xinguei: - Desgraçado, galinha, te odeio, arda no fogo do irnferno, você não merece ninguém! Te odeio! - Gritei mais. Tomei um banho quente. Deitei, chorei gritei. No dia seguinte, nós sentamso na praça para converssar - meu rosto enfeitado com duas bolsas roxas em baixo dos olhos. Não via porque, nós já tinhamos acabado.
- Eu não queria terminar com você. Mas sei lá. Aquilo que você fez foi horrível.
- E foi super legal ouvi você falando da Yasmi. Sério. - Falei irônicamente. Ele fechou a cara.
- Talvez eu tenha uma fraqueza por causas realmente perdidas - Disse a ele. - Porque eu sempre corro atrás de você, mesmo que ele - Apontei para o Besta que estva no banco da praça - seja melhor que você, goste mais de mim, fale o que eu preciso ouvir e todos me digam que ele é o certo e o melhor para mim, porque não vai embora ano que vem para o colégio naval, e esta a tarde inteira comigo. Ele prefere ficar comigo do que com outras pessoas. - Essa bateu fundo. Aro enrijeceu. Não devia ter falado isso, mas agora estava feito. Afinal, tinha tudo tinha acabado e eu sabia o que devia fazer, embora não conseguisse aceitar que devia faze-lo. É difícil aceitar, recomeçar do zero. Aceitar que acabou, porque eu dei tudo de mim, até amizades, magoando e brincando até os outros por ele. Recomeçar porque a planta que eu cultivei por dois anos com tanto amor morreu. Não a nada a ser feito. Só ... acabou.
 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana