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Extraordinário.

Não exagero quando digo que sei que elas tem um caracter extraordinário.
Não simplesmente como uma Madre Teresa, Gandhi ou qualquer desses ativistas religiosos ou políticos, mas porque eu assisti elas crescerem, assisti elas amadureceemr a cada ano mais e se tornar alguém que a cada experiência aprende mais com a vida, sendo essa experiência boa ou ruim.
É muito raro ver pessoas que enfrentam tantas coisas ruins e as superam com tanta integridade. Porque coisas ruins acontecem com todos e deixam marcas em nós que nem todo o tempo do mundo seria capaz de apagar, essas coisas nos transformam. E depende de nós fazer com que essa mudança não nos destrua, por pior que tenha sido a situação.
Elas me ensinaram o quanto ser forte é importante, porque mesmo tendo amigos, você é quem faz a diferença no final  e que o valor de uma amizade, tanto para ser matida, quanto para ser conquistada e o quão importa, é tão alto que nem todas as coisas de valor do mundo podem comprar.
E é importante lutar pelos seus sonhos, por mais difíceis ou possívelmente impossíveis, vale a pena lutar. Porque não se trata realmente de conquistá-los, nem do tempo que você leva para conquistá-los ou das consequências de conquistá-lo. Se trata da tentativa, de fazer o seu melhor tendo fé.
E a fé, essa deve sempre nos cegar. A que tudo ficará bem no final, que existe um Deus em algum lugar e que ele cuidará de todos nós, mesmo que nos tire quem mais amamos, tudo tem um porque.
Não devemos nos iludir com coisas inanimadas, inalcansáveis, mas não esquecer que milagres acontecem todo o dia e devemos ter Esperança, porque isso é tudo que nós temos.
Ah, porque os momentos, as pessoas, as coisas, não se repetem. Então devemos fazer o melhor da primeira vez  e aproveitar, mas se ainda assim erramos, não nos culparmos. Apenas retirar o melhor da situação, aprender com os erros e seguir em frente perdoando a nós mesmos e aos outros, porque ninguém erra sosinho.
E por mais difícil que seja perdoar alguém, devemos fazê-lo. Mas perdoar não é esquecer.
E tudo é eterno para quem lembra, para quem mantêm a escência das coisas, das pessoas e dos momentos guardadas em si, mesmo que não haja mais uma presença físca, o que um coração guarda, tempo nenhum apaga.
E fracassado é aquele que desiste de seus sonhos. Pois enquanto você sonhar, será jovem e vitorioso.
Porque a vida é bela sim, até em meio a feiura, sempre há algo no qual enxergar beleza. O nosso interior brilha mil vezes mais do que qualquer refletor. Porque é dentro de nós que esta o que realmente importa no mundo e qualquer um que acreditar em qualquer uma dessas coisas, será um herói, por ver e acreditar na beleza que tanta gente despreza hoje em dia. 
E é por isso que elas são tão extraordinárias. Porque elas são diferentes desses tantos incrédulos. Por que elas acreditam e me ensinaram a acreditar no que realmente importa.
E mais do que tudo isso: elas me ensinaram a acreditar.

12 de junho 2012

- Essa é a turma 1001? - Uma funcionária do colégio perguntou, ao abrir a porta do auditório
Ela sequer olhava para o projetor durante a aula de sociologia no quinto tempo, estava distráida demais lendo um de seus romances preferidos. Gostava tanto disso: ler suas histórias, viver aquelas palavras, sentir o que o personagem sentia... 
- Tem uma encomenda para a Thaiane Lima na potaria - aquilo a tirou dos devaneios. Oh meu deus, não creio que ele fez isso. Mas pelo tom alto da risada de sua amiga, sabia que ele tinha feito. Por que por outro motivo ela estaria gargalhando?! E é claro, ela tinha um dedo naquilo. 
Levantou-se e foi até a portaria do colégio, sentindo a face arder. Sorriu docemente ao ver o buque de rosas vermelhas acompanhado de uma sacola esperando por ela, quase com vontade de chorar de tão feliz que estava. Sim, ele fizera - como sempre fazia em qualquer data importante - dera-lhe um presente maravilhoso que a fazia simplesmente perder a fala. 
Ela ouviu o enorme alvoroço de sua turma silenciar  quando ela entrou carregando o buque envolto em papeu crepom roxo com uma fita e uma laço lilás e o chocolate. E depois várias exclamações de que fofo!, meu namorado não faz isso!, ai que inveja!, mas não ouviu realmente nada do que diziam. Dentro dela, havia um milhão de lembranças vindo a tona junto com sentimentos ternos e carinhosos.
- Olha, tem uma metade de coração! - uma de suas amigas, não a que ria, comentou, mostrando a ela que havia um chaveiro de metade de coração com uma rosa roxa, do qual ele possuia a outra metade. 
Ela realmente não sabia onde se esconder, ficara tão encabulada com tudo aquilo, seu rosto ainda ardia vermelho, mas mesmo assim, sentia-se feliz ao ponto de explodir porque embora realmente ficasse sem jeito, adorava a dedicação dele e seu romantismo. 
No fundo de si, sabia que a maioria das garotas de sua turma morreria para estar no seu lugar, mas ela nunca fora do tipo que se exibia. Na verdade, ela era exibida pela amiga da gargalhada, contando a todos como o namorado de Thaiane era completamente, incondicionalmente e irrevogavelmente apaixonado por ela. O que só a deixava mais vermelha ainda.
Nesses momentos, ela quase sentia como se vivesse um dos romances que lia, como se fosse a protagonista de uma história de amor épica e flutuava em seu mundo vendo as horas passar absorta demais para se importar com qualquer coisa que não fosse sua feliciade.

Rodrigo Xavier esperava a namorada com um sorriso ofuscante em seus lábios. Adorava saber que ela estaria totalmente sem jeito durante toda a aula. Adorava saber que ela o chamaria de maluco. E quando a viu, só pode pensar no quanto ela era bonita e no quão feliz se sentia por fazê-la feliz. 
Ele sempre fora dados a gestos romanticos grandiosos para demostrar seu sentimentos, já os fizera várias vezes. Pora pétalas de flores no quarto dela, dera-lhe doces, pelúcias, mimava-a como pais mimam crianças pequena. Ela era sua doce menina fria e daria o mundo a ela se pudesse e faria tudo que fosse nescessário para vê-la feliz. 
Beijou-a tomado por um impulso. E cantou para ela as duas músicas que tinha escrevido por causa dela e para ela, só para vê-la mais sem jeito do que a estava e poder ver seu sorriso suave não sair de seu lábios em momento algum. 
E algum dia - no fundo de si ele sabia mais do que acreditava - que casariam, que morariam numa casa com filhos correndo de um lado para o outro e ela seria sempre a mulher mais feliz do mundo se dependesse dele. Ele a via em seu futuro e isso bastava para ele. Bastava que eles ficassem junto, que ela fosse feliz. E ele também seria, então.

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Meu presente para dois dos meus melhores amigos: Thaiane Lima e Rodrigo Xavier. Isso aconteceu hoje com ela e esses dois merecem os parabéns por nunca deixar que nenhuma briguinha os separasse. Eles estão juntos a 4 anos e são uma prova de que o amor existe assim como os finais felizes, até mesmo para aqueles que não acreditam. 
Da amiga que gargalha, mete o dedo e sempre estará presente para ajudar os dois sempre, até nos planos do mau do dia dos namorados,

Julia Berbet

I believe that there's hope


O que nós vivemos, não foi uma simples história. O que nós estamos vivendo.
Antes de dormir, eu acredito que ainda vai ter um final feliz e é isso que me mantem. Nós somos épicos, nós construímos castelos de fé; muros de força. Uma fortaleza indestrutível; ela está em algum lugar, embora nós não sejamos capaz de achá-la. Somos as estrelas mais brilhantes daquele céu, embora estejamos com um brilho fraco - talvez só estejamos sendo ofuscados.
Mas quando eu ponho a cabeça no meu travesseiro e fecho os olhos, ainda sou a mesma cretina de sempre, ainda vivi o mesmo dia difícil, bem diferente dos dias dourados, ainda sinto saudade dos velhos tempo e ainda escorrem lágrimas dos meus olhos ao lembrar desses tempos ouvindo música no volume máximo e cantando com a voz abafada pelo travesseiro. Posso ter passado o dia inteiro desacreditada, mas quando eu estou prestes a dormir, algo em mim me da esperança e me diz que não é o fim. Que se não acabou bem é porque não acabou.
Eu acredito que há Esperança!

4.000 anos


De play e espere a música começar para ler. Franklin, Paramore.

Nós erramos, nós caímos, nós desistimos. Então é esse o final da história, é assim que acabam as pessoas mais felizes do mundo? Sem nada?
Não esqueça se doí, não importa quem lute contra você, lembre-se de quem um dia já lutou com você. Nós éramos muito mais do que amigos - amizade é uma palavra muito fraca para descrever aquele tipo de amor.Então me diga uma coisa e eu juro que eu nunca mais pertubo nenhum de vocês, ok? Se vocês conseguirem me olhar nos olhos, ou me falarem por onde for - comentem a resposta! - que aquela não foi a época mais feliz da sua vida, que você não se sentia indestrutível, que você teve tudo, mesmo tento tão pouco, que você não se sentia dono do mundo, que você não sorria apenas pela beleza da vida, por ter ao seu lado as pessoas mais incríveis do mundo, que você não era Invencível, eu não digo mais nada e sinto vergonha por você. Mas eu duvido que você consiguirá me dizer que não foi feliz naqueles dias e que não queria vive-los de novo e parar naquele tempo.
Porque eu sei que você sente tanta falta quanto eu de quem costumava ser. E eu sei também que nós mudamos, que aquele verão nos mudou. Mas eu também sei que nós podemos lutar contra tudo isso.
Eu sei que o nosso problema é que nós deixamos de acreditar. Mas se você acreditou um dia, por que não pode acreditar de novo? Porque não pode acreditar que nossa amizdae será como o vidro, que demorará 4.000 anos para se decompor? Eu não quero que meus amigos se tornem estranhos, eu quero que ele sme deem a mãoe lutem comigo e expulsem os intrusos e quem quer que tente destruir essa magia que existe em nós, porque, meu amor, existe magia em cada um de nós. Então, meu amor, me dá a mão? Mesmo você de quem eu nunca fui muito chegada - mas que de algum modo interifiriu na minha vida naquela época - me dá a mão? Luta comigo? De a mão para outro d enós e faça-o dar a mão para o proximo?
Não pare de acreditar, está bem? Você confia em mim? Porque eu acredito. Houve um tempo em que nada era impossível para nós, porque nós acreditávamos. Eu acho que eestá na hora desse tempo voltar, vocêão acha? Vamos escurtar as distancias e passsar a diante aquilo que aprendemose vamos mudar o mundo, fazer aquilo que nascemos para fazer. Vamos vencer?
Porque nós temos que voltar para o nosso lar, para os braços daquele que nós amamos. Nossos pecados serão perdoados, se nós acreditarmos. Então vamos coltar ao lugar ao qual pertencemos?
Você vem comigo? Você luta junto comigo? Você acredita?

I'll be there

O verbo “amar” em persa tem o mesmo significado que “ser amigo”. “Eu te amo” traduzido literalmente é “te considero um amigo” e “eu não gosto de você” simplesmente quer dizer “não te considero um amigo" - Susha Guppy

Quando um amigo precisa, você corre, briga, passa por cima de coisas que não deveria, encara a morte, foge dela, mas dá um jeito e chega a tempo de impedir a queda. Mas quando você não chega a tempo, dá a volta, refaz o caminho, tudo de novo e simplismente da um jeito, e de repende está lá, você apara aqueda.
Quando ele chora, você faz suas as lágrimas dele e as seca. Quando sangra, você sangra junto com ele e o ensina a conter o sangramento, e o deixa escorrer na hora certa e também se cura junto dele, ou permanesce eternamente ferido. Você o abraça, o apeta junto ao peito e perde o sono para curar sua dor. Você dá apoio nas decisões e argumentos nas dúvidas, colo e carinho na carência, paciência para o consolo e conforto para o inconsolável. Arruma um jeito de consolar o que parece impossível, acredita quando o outro está fraco, da Esperança quando tudo parece vazio e sem sentido. Vaite salvar quando não houver salvação, segurar sua mão com a dor física e gritar com você a raiva.
Talvez a distancia aumente e o tempo diminua. Mas "a amiazade é um amor que nunca morre".

As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se reencontram, mesmo depois de muitos anos afastados, sua amizade é tão forte quanto sempre.
- Deng Ming-Dao

Era uma vez



Era uma vez:
o Senhor Destino
Era uma vez:
a Senhora Morte

O Destino é o inevitável que vem até nós hoje, amanhã ou depois, sem que tênhamos conciência de sua presença. Ele transforma nossos sentimentos, cura feridas ou as abre novamente. Ele nos salva e nos desgraça. Nosso Senhor é uma criança de cinco anos correndo conta com nossa frágeis vidas nas mãos.
Eu sempre achei que a morte fosse uma ladra. Um espectadora oniciente, que nos espreita esperando o momento de saquar nossas almas. As vezes elas levam almas que que julgamos merecer mais tempo nesse mundo, para desfrutar da vida que lhes foi dada.
Eles são amigos muito íntimos - a Senhora Morte e o Senhor Destino. E eles riem de nossas fracas tentativas de vencê-los. Mas não há como, nunca haverá. Eles sempre vencerão.
Embora o Dentino seja imaturo demais para saber o que faz, a Morte sabe. Ela inevitávelmente se erguerá sobre nós e tentará ser gentil. Ao contrário do que todos pensam e de seu absurdo roubo, ela será boa em sua perspectiva.
Porque a morte é serena, tranquila - fácil. A vida é muito mais difícil.
Ela poupará a alminha em seus braços das dores do mundo. O problema é que ela não entende que essas alminhas que ela poupa, prefeririam as dores, as lágrimas, os sofrimentos, se soubessem se haveria um
mas na vida delas. Se soubessem que em um determinado momento, tudo valeria à pena.Algumas alminhas sabem. Outras não - "os suididas, mesmo os que planejam a morte, não querem se matar, mas matar sua dor" e tudo de que precisam é "uma pequena virgula para que eles continuem a escrever sua história".

Uma frase:
Tentando encontrar cor num munco preto e branco

O grande problema desta Senhora é o que ela deixa para os outros lidarem. A morte é uma cirurgia para quem morre e uma recuperação para quem fica. Somos obrigados a lidar com a dor da perda, com a saudade, com as lágrimas vazando de nossos olhos.

Um fato:
A morte é egoísta.

Mas quem quer que seja a alminha em seus braços, é certo que ela encontro paz. E os que foram deixados, eles tentam viver pela alminha que teve a sua vida roubada. E por mais que doa, eles cuidaram de não esquecer o som de sua voz, o brilho de seus olhos, a sensação de seu toque e o modo como sorria. Das palavras ditas e dos momentos vivídos. Dos sentimentos trocados.
E estarão presos a outra Senhora - a Eternidade - na qual, se recuperarão para sempre do trauma do roubo.
Até que elas mesmas sejam roubadas. E encontrem paz.

Umas ultimas palavras:
Apenas os bons morrem cedo

_____________

Para Thayna Proêza, em memória de Aurélio César Panisollo.

Eu estou do lado de fora

Eu pulei nos braços dele como eu sempre soube que pularia. todo o resto também foi como eu sempre soube que seria - meu coração martelando contra as costelas, olhos marejados, a respiração ofegante. Parecia uma cena de filme. Exceto por um coisa: aquele não era o meu melhor almigo.
Sim, era o Aro, mas não era o meu Aro. Como se o meu Aro tivesse morrido e essa fosse uma copia barata, um clone sem vida posto no lugar.
Eu quase consegui ignorar essa sensação, mas ela estava presente a cada respiração. A voz, o toque, o sorriso, o cheiro, e até o brilho dele estavam diferentes. Era um completo estranho.
Eu sabia que minha inquetação se acalmaria depois que eu tivesse uma prova de sua presença. Mas de repente ele estava perto demais físicamente e longe demais espiritualmente. O chão entre nós rachava - eu percebia a diferença dele com todos que vinham falar com ele - e do meu lado, os velhos amigos do Neil Brown, do outro, ele e os amiguinhos do colégio de merda dele. Eu odiei o pai dele mais do que nunca naquele momento, por tê-lo tirado do meu colégio. Eu o abraçava, mas era como abraçar o vazio, um fantasma da pessoa que ele um dia foi, do amigo que eu perdi.
Eu tinha evitado olhar nos olhos dele temendo o que já sabia. E o que eu vi, aliás, o que eu não vi e não senti, me deixou asustada. Mais do que isso, apavorada - eu entrei em pânico. Fui embora grata por ele não me acompanhar, sorrindo falsamente para não ter que dar explicações; corri furiosamente com os pensamentos me picando comos vespas. Deus, quem era áquela pessoa? O que aconteceu com o meu melhor amigo, o garoto que salvou minha vida?
Cansada, encostei na parede de um lugar onde já não podiam mais me ver. Passei a mão no cabelo, desabei na calçada. O sol que brilhava sumiu, a chuva caia forte e me enxarcava, eu chorava como uma criança assustada.
O problema, é que eu quando eu olhei nos olhos do Aro - a cor de pôr-do-sol sumira, ag
ora era só um castanho qualquer -, eu não vi um motivo para viver, eu não senti a onda de Esperança que eu sempre sentia ao fazê-lo. O que eu sentia agora era o meu peito cortado, com os orgãos espostos, o meu coração na mão. Como se eu tivesse tomado um soco de um gigante e surgisse um ematoma por todo o meu corpo, deixando tudo dormente e entorpecido. Fiquei sentada na chuva por um tempo infinito, implorando para que a dor me deixasse e quando ela finalmente o fez, eu ainda não tinha sarado. A cirurgia é a parte fácil, difícil é a recuperação.
Eu voltei a estaca zero. Estava sosinha. Sem Esperança. Sentada na chuva. Tremendo. Não sabia o que fazer e nem sabia se queria fazer alguma coisa - ficar ali parada na chuva, parecia bom demais comparado a perspectiva de me erguer e encarar o mundo. Eu não sentia nada, pela primeira vez eu cai e se sentisse, desejaria ser salva. Desejaria que me seguracem, aparacem minha queda.
Porque eu continuava caíndo, caíndo, caíndo. Tudo passava por mim, mas eu não prestava atenção. E eu continuei a cair. E eu continuo caíndo. E eu percebo, que fico melhor quando atinjo o chão.

é só mais um dia de chuva

- A gente só da valor quando perde, Luna - A voz de Aro soou do outro lado da linha, com uma nota de trsiteza.
- Você acha que me perdeu? - Passei a mão no cabelo, apoiei o cotovelo no joelho - Acha que a distancia pode fazer isso? - Deixei a pergunta pairar. Respirei fundo e soltei o ar ruidosamente - Por que se deixou me perder?
- A distancia nos separou - Ele era sempre de poucas palavras.
- E você não fez nada para mudar isso, não é mesmo?! - Mordi o lábio com força, até sentir o gosto acre de sangue. Merda.
- Nem você - Ele despejou. Eu tive vontade de bater nele.




"And the worst part is
Before it gets any better

We're headed for a cliff And in the free fall I will realize
I'm better off when I hit the bottom "

- Te ligar, te procurar, te mandar recado, puxar assunto nas raras vezes em que te vi no msn, te mandra um beijo pelo Pedro, não são nada? Eu fiz o que pude, foi pouco, mas ainda assim, foi muito mais do que
você fez!
o silencio pairou. Eu sentada no banco em frente ao meu colégio e ele dentro do dele. Um dia chuvoso, monocromático - só mais um dia sem Esperança. Podia ouvir o barulho atrás dele, mas era como se não chegasse até nós, como se estivessemos distante de tudo e de todos.
- Pare de decepcionar a única pessoa que ainda se importa realmente com você. E pare de dar valor aquelas estúpidas tietes da elite.
- Elas são minhas amigas - Ele as defendeu.
- Elas só querem popularidade. Você é cego, não quer enxergar ou o quê?! - Ótimo, estavámos brigando. De novo. Eu me acalmei e voltei a falar com a voz mais calma. - Você tem que aprender a lidar com isso tudo, Aro. Antes que seja tarde demais.
- Eu sei lidar com elas - Afirmou ele, convencido de estar certo.
- Ah, é. Sabe mesmo?! Eu acho que não, pois se soubesse, estaria do meu lado agora e não do outro lado da linha - Retruquei com raiva.
- Eu vou em casa e já chego aí - Anunciou ele.
- Quer saber?! Não precisavir e quando eu desligar, não ouse me procurar. - Começou a chover no exato momento em que eu deliguei, e quase atirei o celular do outro lado da estrada do galeão.
Outra crise de nostalgia, surgindo como um ematoma, latejando sobre todo o meu corpo.

magic of the moon


Ela tinha o costume de observar o céu para descobrir o que o futuro traria para sua vida e tanto amava quanto odiava a sensação de que algo que ela desconhecia estava prestes a acontecer. A sua vida, um livro aberto a sua frente, cheio da mais bela história e mais um milhão de páginas em branco para serem preenchidas.
Ela suspira "Histórias, nossas histórias. Dias de luta, dias de glória".

"Keep your feet on the ground,
when you head is in the clouds"

Esperava algum tipo de magia vinda da Lua, que brilhava como prata sólida no céu estrelado acima dela. Queria que alguém roubasse a Lua para ela e queria ter por perto que a roubaria se ela pedisse. Queria poder rever as cenas como uma espectadora no cinema, ver a história se desenrolar e descobrir que o desfecho terminava em um final feliz.
Quase vivia de passado, era nostalgica até o final de suas fíbras - não, ela tornou-se nostalgica até o final das fíbras. Fez uma prece silenciosa a Lua, pedindo um pouco de magia para sua vida, para que tudo desse certo enfim.
Não se sabe o que houve com a Lua naquela noite, que fez
sua prata ficar líquida, talvez as lágrimas da filha a tenham

dado uma dor demasiada e compaixão.
Uma estrela caiu do céu.
Algo se agitou dentro da menina, mas ela não queria se precipitar. Afinal, já vira muitas estrelas cairem, embora algumas tenham passado por sua vida, nenhuma delas era a sua estrela. Fez o que sempre fazia, manteve os pés nós enquanto a cabeça estava nas nuvens, na modesta Esperança e no profundo desejo de que áquela fosse a sua estrela.

a minha única exceção, o meu melhor amigo

Ao som de The Only Excpetion, Paramore

Perdidos? Jamais estaremos, temos um ao outro. Eu olho para você e estou em casa, não importa se as coisas não estão bem, só de saber que você pensou em mim, eu fico bem e sempre ficarei.
Você é o único capaz de cuidar de mim. E me salvar de mim mesma. Você tem aquele brilho que me traz a vida, me faz sorrir pelo motivo mais bobo do mundo e se a gente briga, não conseguimos permanecer brigados.
Talvez as coisas não sejam permanentes, sejam só passageiras. Talvez o destino te tire de mim, como ele está tentando fazer. Talvez o amor não dure e nada seja para sempre, talvez tenhamos que fingir que tudo vai ficar bem mesmo que não fique. Talvez eu tenha que sorrir chorando.
A muito tempo eu prometi que não deixaria nada me fazer infeliz, me dar tudo só para eu perder depois, mas agora eu sei que vale o risco.
Você sempre será aquele que salvou minha vida, o amigo mais fiel, minha amizade mais complexa e a prensença mais bem vinda. É para os braços de quem eu correrei no final e eu sempre estarei lá para você. Tudo smepre acaba se resumindo a nós dois juntos.
Eu sei o que está acontecendo a minha volta e como você faz falta, mas eu não sei como vou curar sua ausência. Eu sei que uma hora você terá que se levantar e ir embora, então que a intensidade seja maior que o tempo.
Eu sei que tudo isso foi real e que você é a minha exeção. Embora tudo só fique mais difícil a cada dia, eu não vou desistir e sei que você também não vai. Nós entramos nesse barco juntos e vamos remar juntos.
Eu acredito nisso, acredito em mim e em você e em nós dois. Porque eu preciso de você, minha exeção e eu não vou deixá-lo ir, custe o que me custar. Minha única exceção e meu melhor amigo.

Atlas


Ela vive em uma linha tênue, entre a felicidade e a tristeza, perdida entre os sonhos e a realidade, tentando ser forte o suficiente, para que, mesmo sem Esperança, sobreviva.
Brilha, oh estrela guia, do mesmo modo de sempre e rouba a cena sem fazer esforço, sendo quem é - uma Rainha. No entanto, ninguém diz que ela é Atlas, condenada a tortura de sustentar o peso dos céus. Sorrindo hipocritamente, fingindo não enxergar e não ter problemas, enquanto tenta consertar tudo, quem diria?
Ela só está esperando ter um ínfimo de força, para em vez de fugir, finalmente perseguir seus demônios. Mas sem esperança - sua força - ela jamais poderá lutar e ela está sosinha num lugar tão lotado quanto vazio, cheio do nada incompleto e um milhão de lembranças felizes que só a cortam.
Dizem que quando se têm tudo, não há mais nada que se possa querer. É mentira, pois há sim, uma única coisa que se possa querer: o para sempre. Ela teve tudo e pode muito bem dizer, a horrível sensação de perder.
Ela foi a pessoa mais feliz do mundo e hoje é só uma garota solitária, tentando achar o caminho de volta para casa. Tudo que ela quer, é estar em casa.

Desejos, wishs, desidere, désirs..

Ao som de Airplanes, B.o.B. feat. Hayley Williams.

Eu podia arrumar um meio de voltar àqueles dias simples, porque hoje em dia as coisas são confusas demais para que eu possa entender. Tudo ficou uma bagunça e as coisas ficaram turvas, então eu me pergunto o que aconteceu com todo o brilho, o glamour, a festa e a alegria estampada nos nossos rostos.
Acho que tudo se perdeu no meio do tempo, ou melhor, na falta de tempo e no joguinho escroto que a vida fez conosco. E por mais que nós esperemos e rezemos, tenhamos toda a Esperança do mudno, as coisas não mudam, não voltam, não melhoram...
Então tudo se desenrola, o mundo da voltas e ganhamos outra chance, mas não é exatamente uma chance, se não temos o que queriamos para ser completos, nossos planos fracassam e nós só temos um único desejo que jamais será atendido.
"Qual seria seu pedido se pudesse fazer só um?". Eu pediria eles, eu pediria ter tudo como era antes, nós pediríamos uns aos outros.
Eu vou arrumar um jeito de fazer tudo dar certo, antes que tudo se acabe. Eu vou fazer um milhão de pedidos, de desejos, até que o que eu quero se realize, eu vou correr atrás do que nós foi tirado e luto até contra o destino se preciso. Eu só não aceito perdê-los.
Alguém me leve de volta aos dias, ao tempo em que não precisávamos fazer força para sobreviver e simplesmente abraçavamos uns aos outros, não porque a saudade doia, mas pelo prazer de ter a presença deles todo dia.
Muito antes de o tempo ser curto e a tristeza e o medo virem em ondas que nós quase não pudemos suportar e os dias ruins começarem, não por causa de pesadelos, de sonhos, mas sim pela realidade e pela falta das pessoas naqueles corredores lotados.
Acho que tudo perdeu a relevancia, e se eu pudesse fazer um pedido, eu voltaria àqueles dias e eu faria alguns desejos aos aviões, se me faltassem estrelas.

this is my happy ending




- Você acedita em finais felizes? - Aro a encarou sério, esperando sua resposta para continuar com as palavras que a tempo demais estavam presas na garganta.
Chovia uma garoa fina e persintente. De baixo do guarda chuva preto, ela o fitou.
- Eu não acredito em finais, porque as melhores histórias, nunca acabam realmente - Luna respondeu, encostando a cabeça no ombro do melhor amigo, como era de seu costume.
- Mas, se fosse para ter um fim, como você gostaria que ele fosse?
- Melhor do que isso, impossível. Finalmente os invencíveis estão juntos novamente, nossa amizade está mais forte do que nunca. O que mais eu poderia pedir?
- Tem certeza que não lhe falta mais nada? Uma coisa que você quer, mas não admite querer porque tem medo que eu não sinta o mesmo? - Ele a encarou dubiamente.
- Não - Ela mentiu, ele percebeu. Ele entendia, tantas vezes a deixou por culpa da maré que os jogava contra as pedras, que ela sempre mentiu para poder fazê-lo se sentir melhor.
- Você não precisa fazer isso, não mais. Eu percebi que não adianta nada eu jogar tudo para o alto e partir seu coração, se eu vou sempre voltar para você. Não importa o que aconteça, ambos sabemos que vamos ficar juntos. Você não precisa mentir, porque eu não vou mentir e vou dizer, como nunca disse, que eu te amo Luna e que sempre vou amar.
Ela se jogou nos braços do melhor amigo, as lágrimas saltando dos olhos, caindo em cachoeira, de modo que ela não foi capaz de controlar. O guarda-chuva girava no chão, solitário, enquanto ela estava tão perfeitamente bem.
- "Mas se tu me cativas, nós teremos nescessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo..."
Ele a beijou, doce e gentil, como sempre. Tratando-a como a boneca de porcelana, que por dentro de toda a camada de força e poder, ela era.
Luna imaginou aquela cena tantas e tantas vezes, que parecia meio estranho ver se realizando. Saber que agora que estava tudo certo, era realmente o fim. Bom, pelo menos parte do fim - essa história seria repassadas milhões de vezes por milhões de pessoas que presenciaram e leram a história da menina que teve tudo.
Era quase inacreditável, porque depois de tantas indas e vindas, eles finalmente ficaram juntos. Para sempre.

I've just one wish



Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 2010

Querido Papai Noel,

O Natal, para muitos é conhecido como o nascimento de cristo, época de dar e receber, da mesa farta, dos presentes, dos abraços e da família. Aprendi muito sobre o Ntal com minhamãe, quando ela me sentava em sue colo e me contava sobre as histórias natalinas, mas ela nunca me ocntou da essência do Natal.
Eu sempre achei que o Natal fosse uma época mágica, é a única noite do ano que tudo é possível, por isso fazemos pedidos para o senhor. Eu descobri a magia do Natal, no ano passado, quando eu pedi o Aro de presente e o sonhor tão bondoso, de-o para mim.
Esse ano, eu vou te pedir algo ainda mais difícil, mas como fui uma boa menina esse ano - sempre boa amiga, educada, sincera e tudo bem que eu aprontei algumas esse ano, mas a intenção não er fazer mal a ninguém, mas simplesmente me divertir - sei que o senhor fará o máximo possível para atender meu pedido.
É difícil, eu sei, mas não há nada que eu queira mais do que o o para sempre dos invencíveis, porque se nós nascemos para mudar o mundo, temos de permanescer juntos, para podermos estar fortes para resistir a tudo. Acredite, ninguém é tão sortudo quanto nós por ter uns aos outros, por existir e por ter essa imensa capacidade de aprender com as experiências de vida.
Nós somos o que somos, feitos desse amor, desse laço que nos uni e eu só queria que o senhor colocasse um veu protetor sobre esse elo, para que nem o tempo, nem a suadade, despedidas, lágrimas, outras pessoas e nada que exista ou venha a existir, seja capaz de abalar esse nosso amor absoluto, único, inegavel e irracional. Nós só queremos um final feliz e parece que por agora, virão muitas tormentas para nos testar. Se for impossível, eu quero que você torne possível, porque não há nada mais importante no mundo para mim, do que essas pessoas.
Faça de nós eternos, pois já somos incríveis,
nós somos os invencíveis e só queremos um final feliz.

"Greeting cards have all been sent The Christmas rush is through But I still have one more wish to make A special one for you Merry Christmas Darling We're apart that's true But I can dream and in my dreams, I'm Christmas-ing with you. The lights on my tree I wish
you could see I wish it every day The logs on the fire fill me with desire To see you and to say That I wish you a merry Christmas Happy New Year, too I've just one wish on this Christmas Eve I wish I were with you The logs on the fire Fill me with desire To see you and to say"

Julia Berbet.

eu só rezo para ficar bem,


Luna? – O meu irmão mais velho, Luc, me chamou pondo a cabeça dentro do meu quarto
Eu estava lendo. Fechei o livro e olhei para ele.
- O PC morreu - Ele disse. Eu não assimilei as palavras de imediato, de modo que demorou alguns segundos até as palavras dele realmente me atingirem.
- Você ouviu direito - Ele falou, diante da minha ausência de resposta.
Olhei para ele erguendo uma sobrancelha, como se dissesse "você só pode estar me zoando".
- O PC inspetor do colégio? - Era o único que eu conhecia, mas parecia difícil de acreditar.
- É, ele mesmo!
Eu entrei no msn mais tarde e fui bombardeada por comentários sobre a morte daquele inspetor, sempre tão simpático, que nos contava sobre a vida dele, ria e zoava com a gente.
Todos os ninks ou subninks tinham uma flor e escrito "LUTO", e "PC descanse em paz". Fizeram comunidades e tópicos no orkut.
Ainda era difícil de acreditar, surreal demais. Afinal, ele tinha um jeito cativante, receptivo. Tratava os alunos de igual para igual, não como subordinador, mas como amigos. Sempre sorria, sempre brincava. Eu nunca vi o PC triste - talvez fosse aquela aura dele que sempre nos fazia sentir que qualquer coisa que acontecesse conosco, não importava, porque no final, tudo ficaria bem.
A morte dele foi um choque - não só para mim, tenho certeza que foi para cada pessoa que já o conheceu. Me fez pensar no quanto a vida é frágil e curta - podendo acabar com um piscar de olhos e nós nem sabemos porque morremos.
Nós vamos todo dia dormir, contando que haverá um amanhã, deixando para depois o que se pode fazer hoje. Nem pensamos que podemos não acordar e deixamos de dizer tantas coisas importantes para as pessoas que amamos.
Talvez nós devêssemos pensar mais antes de agir e agir com o coração. Talvez devêssemos ser mais justos e julgar menos as pessoas. Talvez nós devêssemos dizer mais "eu te amo", mas de forma verdadeira, não como se fosse "bom dia". Talvez devêssemos ser mais simpático com nosso inimigo e ter mais compaixão. Talvez agir mais e falar menos. Sermos mais sinceros, mentir menos, xingar menos, amar mais. Talvez aceitar mais e criticar menos a vida. Talvez aproveitar mais, talvez sermos mais feliz.
Afinal, nunca sabemos quando a vida vai acabar. Ela é frágil e incerta. Pode ser bela e bem vivida, ou doida e desperdiçada - depende de como nós a enfrentaremos. E como o futuro a Deus pertence, eu só rezo para ficar bem.



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Dedico esta postagem ao melhor inspetor, Paulo César, do Colégio Brigadeiro Newton Braga, quer veio a falecer no dia 27/11 de 2010, após ser atropelado no dia anterior, por um motorista de ônibus babaca, que ultrapassou o sinal. Agradeço por todas as alegrias, por todas as risadas, por cada momento difícil compartilhado e pela sua ajuda quando ela foi precisa. Descanse em paz. (F)

você e eu,

Rio de janeiro, 18 de novembro de 2010

Querido Aro,

E apesar de tudo e por causa de tudo, você me ensinou muito. Para ser sincera, você é a pessoa que mais me ensinou sobre a vida e meio duro para eu admitir isso, porque você também me decepcionou muito. Sei que ultimamente nós temos brigado muito, eu queria saber o real motivo disso - não é simplesmente diferença de opinião - porque brigar com você, sinceramente, acaba comigo.
Acaba como se o lugar onde você costuma ficar no meu coração começasse a arder e depois o mundo perde a graça. Como se uma das minhas estrelas preferidas do céu, perdesse o brilho (mas quando você ta perto fica tudo bem). É triste, por isso eu odeio brigar com você.
Mas de uns tempos para cá, tem sido inevitável, até a mais simples resposta se torna uma faca voado na direção oposta. Não é justo que tudo tome esse rumo, depois de tantos e tantos momentos juntos e felizes. Porque você faz parte da minha vida e mesmo que eu quisesse tirá-lo, não poderia. Você está associado a tudo que mais amo.
Você tem a capacidade incrível de me irritar, me deixar triste, me alegrar, que ni
nguém mais tem (you are the only exception (8) , e para ser sincera eu nem sei como você consegue isso, porque você faz sem tentar. Você ainda é presente na minha vida, mesmo com todas as brigas e todas as discussões, mas parece que tudo vai acabar com um final trágico - você saindo do colégio e nós dois brigados. Embora seja esse o caminho - quase? - inevitável, se for mesmo um fim e se tiver que acabar eu não quero que acabe assim.
Sei que não quero acabar tendo que dizer que te odeio, porque seria crueldade da minha parte. Não se engane, não é que você não mereça minha amizade, é só que nós dois já fizemos muitas besteira, no caminho que já era difícil, sabe-se lá como, nós o dificultamos mais ainda e perdemos o controle, e como um carro sem controle nossa amizade segue pela estrada prestes a bater num poste, a causar um acidente e então tudo irá pelos ares. É só que eu gostei, ou gosto muito de você para ver tudo que vivemos, as alegrias e tristezas, o que eu aprendi e o quanto eu mudei com você ser em vão, não valer a pena. Talvez eu minta ao dizer isso, mas eu quero tanto que ainda seja verdade, que minto feliz – em borá odeie mentir – : eu te amo , Aro Pontielli, o que você é para mim, ninguém jamais será. Dane-se os erros dos outros e os nossos erros, vamos recomeçar, você e eu? Amigos como no ano passado, como tudo deve ser?
É, acho que eu não minto ao dizer: eu te amo.
Se for para ter um final, que seja um final feliz.

da sua querida atrapalhada pela vida,


Luna Waldorf ;*

Rainhas Infernais


Ela não é tão original assim!





Estrela acordou furiosa, e com muita dor de cabeça. O que será que perturbou seu sono? Será que uma nova fofoca esta por vir? Só nos resta esperar.
Ela se arrumou depressa. Tomou banho, colocou o uniforme – que por sinal era bem colado, mas gostava assim, pois marcava suas belas curvas - e penteou os cabelos. Ela estava atrasada. Tinha combinado com uma amiga de irem juntas para a escola. Estrela sai de casa as presas e foi direto para o Central Park, onde ela e a Patrícia tinham marcado de se encontrar, seguindo para o colégio. Quando chegaram lá cada uma foi pro seu lado. Patrícia foi falar com Ellizabeth, sua melhor amiga e Estrela foi procurar Luna, mas ela não havia chegado ainda. Ela precisava falar com sua amiga urgente, então,esperou por ela na entrada do colégio. As duas nem sempre foram grandes amigas. Uma odiava a outra. Eram com água e óleo. A única coisa que tinham em comum eram as amizades. Foi uma dessa amizade que as uniu, e desde então nunca mais se separaram. Descobriram que tinham mais coisas em comum do que se quer podiam imaginar. Uns vinte minutos depois Luna apareceu. Estrela parecia calma, mas de repente seu rosto foi tomado por uma fúria. Ela parecia prestes a explodir. Será que Luna fez alguma coisa que ela não gostou? Se for isso, protejam-se, pois a guerra vai começar. Elas se abraçaram e trocaram sorrisos de deleite malicioso. Depois do breve sorriso, o rosto de Estrela se fechou. Sua amiga a encarou confusa.
- O que aconteceu, gêmea? – Elas se apelidaram assim por causa de suas semelhanças. A quem diga que fisicamente as duas se parecem muito, apesar da Luna ser alguns centímetro mais baixa - Porque você está com essa cara?
- Plagio! - Estrela gritou de tão nervosa que estava, uma única palavra que fez os olhos de Luna ferverem, de modo que os poucos alunos na estrada principal do colégio, pararam o que estava fazendo para ouvir a conversa.
- Quem foi a porca imunda que nos plagiou? – Luna perguntou com desdém.
- A “duas cores” - As duas gargalharam alto. Ela se referia a Ellen, por causa de seu cabelo castanho que sofreu uma falida californiana, e ficou metade loiro e metade castanho. Tão capenga! Por isso ela ganhou esse apelido maldoso. Como dizem cada um tem o que merece. – E pior, ela disse que o texto é bom mais a autora não. - Estrela não conseguia para de rir. Que estranho. Há pouco tempo atrás ela estava furiosa. - Bom, ela é meio retardada, lógico. Se o texto é bom a autora também é.
- Invejosa! Nem pos os créditos, uma prova de que
ela não é tão boa e original quando diz ser. - Éér, ela não é tão original assim.
- Argh!
E depois dizem que Luna não é invejada. Alem de uma bunda e coxas sem uma celulite e ainda estava com peitos, tamanho 42, com apenas 14 anos. Ela tinha tipo um dom divino para escrever. As palavras pareciam mágicas.
Estrela com belas e longas pernas, uma cintura de boneca e olhos grandes e castanhos, e o resto do corpo igualmente lindo. Rainhas de um mundo onde beleza não é só essencial, beleza é tudo! E claro que elas são lindas e gostosas. Só uma caloura idiota, saiu por ai dizendo que esculachou uma “poderosa”. Tadinha, mal sabe ela, o que a aguarda.

"Alguém deveria dizer a ela que as regras do jogo mudaram, mas não serei eu que irei dar as novidades, vou deixar a derrota, ela é melhor do que eu em dar as novidades."



por Julia Berbet e Amanda Gomes

o meu melhor amigo .


Capitulo I - Presentes Inesperados (Parte 2)



Houve mais uma converssa no domingo, que evoluiu para um ''oi'' no colégio.
- Tudo bom? - Eupergunto a ele, que estava com uma amiga vindo pelo corredor circular. - Tudo e você? - Ela responde. - Bem - Sorriu feliz com tudo aquilo. Ela sempre me pareceu uma garota legal. - Acabei de voltar da biblioteca, estava zoando o Lucas. Foi Maravilhoso! - E riu. - É talvez eu passe por lá. - Devia - Eu segui para a biblioteca e ''sem querer'' encontrei o Lucas na saída da biblioteca. Bom, o Lucas é alto, o cabelo grande na altura dos olhos, é um castanho loiro bagunçado e ainda assim perfeito. um dos garotos mais cobiçados do colégio, e eu estava ficando com ele. Sorte a minha! Não durou muito, porque ele era uma ilusão de principe encantado e principes encantados nãoe xistem. Junto com ele, foi tudo que me faria acreditar em ilusões, comeceia ter os pés cravados no chão. Mas a Thaty não se foi com ele, o que me deixou muito feliz. Na semana seguinte, ficamos inteiramente garradas, o que provocou um profundo desgosto nas minhas colegas de sala. Mas eu sabia que estava fazendo oc erto em me tornar amiga dela, todo o meu interior dizia que sim. A Thaty me perguntou quem era Patrícia e Juliana, eu respondie ela foi falar com elas. Eu me sentei e percebi ao meu lado, uma menina cghorando, ouvindo cartas para você, do NxZero - uma música que particularmente não gosto, mas não quero me precipitar. Me sentei ao seu lado. - Tudo bem com você? - A pergunto, sem ao menos saber seu nome. - Não... Eu gosto muito de um garoto, tinha um rolo com ele a mais de um ano, mas ele terminou comigo. - Ela me respondeu amoada, com o rostinhos de boneca inchado com as lagrimas, os olhos vermelhos e o celular bem proximo do ouvido. - Quer um conselho? - Eu ofereço. Ela assenti ainda chorando. - Se convença de que não o ama mais, pare de ouvir músicas que te lembrem dele, porque foi assim que eu esqueci um grande amor e se não curar, ao menos te ajuda. - Mas isso não é mentir para si propia? - Sim - Respondo - Mas é melhor do que sofer por uma despedia. Ela assentiu de novo e desligou a música do celular. Começoua enxugar as lágrimas e eu a ajudei enquanto uma menina se aproximava de nós. A garota que chorava entregou o celular a garota que chegou e mais uma se aproximou, junto com a Thaty. - Voce está melhor? - Perguntoua segunda que chegou, colocando uma mecha de cabelo atras da orelha da que chorava. - Sim - A menina respondeu e se virou para mim - Ela me ajudou. Então todas as quatro olhavam fixamente para mim, todas amigas da ex do Lucas, Nycole, que eu odiva até as tripas. - É, eu ajudei - Respondi e sem saber, foi ali que comecei a fazer parte delas.

o meu melhor amigo .


Capitulo I - Presentes Inesperados (Parte 1)


As melhores histórias, começam com a partida de alguém, a chegada ou uma mudança. Essa história começou quando eu me mudei para a casa do meu pai e entrei pela primeira vez no Colégio Brigadeiro Newton Braga no dia 21 de agosto de 2006. Um colégio como outro qualquer, aos olhos de todos, até o dia em que esta história tornou-se realmente importante com uma mudança. Eu não sabia, pensava que o ano de 2009 era tão normal e bom quanto qualquer outro, mas era dois mil inove, estava na minha frente o tempo todo, eu só demorei para enxergar. Até que veio a tal mudança. Eu não sabia até que realmente aconteceu.
Pensava que era um início de ano como outro qualquer outro. Depois de um tempo de tudo ter acontecido me dei conta de como fui cega, mas nós só costumamos realmente enxergar as coisas quando acontecem.
Abril de 2009, uma semana depois do meu aniversário - que belo presente! - eu entro no orkut e vejo um recado inesperado, de uma garota do colégio. Foram os dois momentos, ela me mandou o recado e eu respondi. Ali começou aquele novo futuro, as linhas perpendiculares finalmente se encontraram. e ali, eu comecei me tornar sua amiga e quem diria, das amigas dela, a encontrar o meu destino, devo uma vida para ela, devo minha vida a ela. Adimito que ela não tem um temperamento fácil, as vezes toma atuitudes rídiculas e magoa quem a ama, mas com o tempo comecei a aprender como lidar com ela e não me arrependo de ter me tornado amiga dela. Não só por causa das consequências disto, mas por ela. Sei de tudo que ela é, apesar e por isso, a amo.
Um dia vou ajuda-la como quero, a encontrar sua Esperança. Eu confio que sim.

Noites com sonhos de uma ariana.

Respirei fundo mais uma vez. Lembrei dos olhares trocados. Lembrei da data do seu aniversário, 20 de abril, senti você aqui. A porta se abriu tão feroz quando a força dos sonhos de uma ariana. Eu sei que ainda vais voltar aqui e conversar comigo. Sorrir. Lembraremos até do tempo em que pensávamos em não sermos somente amigos. Talvez aqueles dias tenham passado de forma tão despercebida, que só agora nos damos conta. Toda a simplicidade daqueles sorrisos, de alguma forma não ficou para trás. Nem toda a sua beleza.
Eu sinto uma transparência tão palpável em seu olhar, é como se o mundo estivesse por acabar e eu ainda pensasse em como te conquistar. Em como fazer esta metade de nós, ser um só. E nunca estaremos sós. Caminhei alguns dias no escuro e lembrei do seu sorriso. O seu astral me trouxe todo aquela leveza emocional. Porque eu sempre te quis de forma tão louca, que isso, me fez esquecer do resto do mundo. Parece que as estrelas trilharam esse caminho para nós, estarmos sempre juntos, mesmo que só por mente, mesmo que nossos corpos se rejeitem. Mas mesmo unidos, elas dançam perfeitamente em sintonia, junto com o ritmo dos nossos corações.
Ah! Pobre coração, precisa tanto ser cuidado. Você tem a malícia correta de me amar, o jeito meigo de me encantar. Faz com que eu me perca ao te admirar. Encontro-me satisfeito ao ver o seu olhar de menina sonhadora e ao mesmo tempo de uma melhor batalhadora. Tentei te fazer uma canção. Tentei fazer com que essa saudade de ti sufoque menos o meu coração. A única respostada obtida é que por ti que ainda tem sentido cada batida do meu coração. Então voltemos a tentar ser mais do que amigos, já que não podemos fingir, sermos os mesmo de sempre, de como éramos antes daquela noite. Não, não podemos. Seria o pior de todos os erros ainda, acabar com essa amizade que é o ponto principal desta nossa confusão. Então me faça o favor de voltar para os meus braços, já não agüento esperar para dizer que te amo. EU não poderia voltar, já que fui...para sempre seu.


Parceria com Carlo Lagos, Fato Sem Palavras
 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana