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Quem saberia?




Ao som de Who Knew, Pink

Eles eram jovens demais para saber que, no final, todos os sonhos que tinham não iriam os levar a lugar algum. E que todas as promessas poderiam ser quebradas, assim como as regras. Mas quem se importaria?!
Eles eram jovens demais para imaginar que se o mundo os levou a se encontrarem, também poderia levá-los a se separarem. Mas se alguém te dissesse que tudo acabaria um dia, mesmo assim, você deixaria de aproveitar aquela pessoa que está do seu lado?
Eles evitaram fazer planos e prometeram não dizer, para sempre, nunca ou jamais, só para não provocar o destino. E de vez em quando, percebiam que sonhavam com o futuro, e secretamente, desejavam que fosse para sempre, que nada nunca pudesse separá-los e que não mudasse jamais. Porque era inevitável.
Uma sensação de vazio tomava a ambos. Ela dizia um adeus sufocado e exausto, porque estava farta de lutar por ele. E ele a via partir, sem saber o que fazer, com algo se afundando em seu peito; não queria perdê-la.
Seria sempre a melhor e mais doce de todas as lembranças, forjada do amargor da dor. Mas ela tinha que ir. Mas não significava que ele não devia lutar por ela. Tinham medo de que fosse tarde demais para salvarem o amor que sentiam, tinham medo de terem errado demais para serem perdoados.
Eram sempre dois caminhos. Eles sempre estavam sempre entre a escolha de partir ou ficar. E ficar parecia certo, mas as vezes doia como o inferno. E partir era uma decisão tomada com a secreta conciência de que aquele caminho, por mais esforçada que fossem suas tentativas de fazê-lo bem sucedido, era impossível.
Porque quando estavam juntos era como deveria ser. Completo. Feliz. Sereno. Era o que era.
Eles teriam dito que todos estavam errados, teriam dito que tudo daria certo. Mas estavam errados.

Se há um ano me dissessem que nós não ficaríamos juntos, mesmo assim eu teria escolhido ficar com você. Eu teria escolhido toda a dor e todas as lágrimas, os momentos de desespero e sufocamento, escolheria até o odio. Eu escolheria ter todas as coisas ruins, só para ter as boas.
Para ouvi-lo dizer que seria meu alicerce, que eu sou uma icognita e um anjo caído. Por te beijar na chuva e dizer meu primeiro eu te amo. Por rir histericamente de cada uma das suas piadas bobas. Por te beijar como se nunca me satisfizesse de você. Por saber que você me amou tanto quanto eu te amei. E por ser verdadeiramente feliz pela primeira vez na vida.
Se me dissessem que tudo ia acabar, eu teria escolhido você.
Mas quem saberia?

Now you get to watch her leave





- Lucas, eu não quero você - Eu disse de uma vez, sem muitas voltas, assim que o vi.
- Por que, Luna? - Ele me pergunta com lágrimas nos olhos.
- Eu não posso te dizer o real motivo - Eu respondo, me preparando para dar as costas a ele.
- Espere! - Ele grita. - É uam faca em mim!
- Eu não posso, você me odiaria e eu evitei isso tempo demais para jogar tudo na sua cara agora - Solto a mão dele.
- Volte! - Ele implora.
- Eu não vou - Sinto pena dele, porque o tempo todo foi uma mentira, tudo foi uam mentira.
- Eu te amei tanto, eu fui tudo que você quis de mim, eu me fodi por você o tempo todo enquanto todos me diziam que você não prestava! Eu te amo, Luna! Fica comigo - Ele se ajoelha.
- Não foi - Ele tentou.
- Você é exatamente como eles dizem, Luna - Ele cospe no chão - Uma vaca maldita, hipócrita, que não tem amigos de verdade e só está desesperada por popularidade. Que substitui aqueles que te ama, porque não está satisfeita com ninguém, só com os perfeitos Invencíveis - Ele bateu em meu rosto - Uma piranha vadia!
- Você não devia ter feito isso - Eu digo enfurecida, prestes a quebrar minha promessa de não contar a ele o motivo do fim.
Eu o empurro na árvore, tiro sua blusa, e o beijo, beijo com um desejo falso que nunca existiu, o desejo e sempre, arranho o peito e a barriga malhada dele. Eu permito que ele deslize as mãos pelo meu corpo, finjo tão perfeitamente, minto tão convincentemente, que ele de novo, acredita. Então me afasto de sua boca e sussurro em seu ouvido.
- Sabe aquela sensação quente, de que você esta, como fogo e polvora s econsumindo com a garota dos seus sonhos? - Eu ri, senti a Esperança vindo dele - É uma mentira. - Me afasto , pondo as mãos no peito dele - Você me amou tanto que se sufocou no veneno dele.
Ele me jogou no chão, na grama e tentou tirar minah blusa.
- Você vai ser minha! - Ele disse enfurecido.
- Eu nunca fui. E nunca serei. - O mordo e cravo minhas unhas nos braços dele, sinto elas abrirem caminho pela pele e então algo quente. Sangue.
- É por causa dele, sua vaca? - Ele me segura pelo pulso com força, já de pé.
- Você quer realmente saber? Quer saber de tudo?- Eu rio dele, como ele pode acreditar?
- Quero! - Ele segura meus braços acima da cabeça e tanta me beijar. Desiste por não obter o que quer - DIGA!
- Fique queto e me sinta queimando de amor por ele. - Eu sinto o veneno nas minahs palavras - Porque cada uma das vezes que você me beijou, eu quis ele e senti o gosto dele.
Ele saiu d ecima d emim, rolou para o lado e pos as mãos sobre o rosto.
- Eu sei que tenho um temperamento difícil e que estou terminando com você de novo. Mas dessa vez a culpa não é do meu temperamento - Respiro fundo, olho para ele, que se senta e me olha, pega minhas mãos e faz com que eu me sente.
- Não, a culpa não é sua, é minha. Então por favor fique, não vá! - Ele implora de novo - Não ve o quanto eu te amo? O quanto sou sincero? Por que faz isso comigo?
- Por que eu sou sincera - Tiro minahs mãos das dele.
- Então a culpa é sua - Ele poem a cabeça apoiada nos joelhos.
- Se você quer culpar alguém, culpe a si memso, não a mim! Você que começou tudo isso!
- E você esta terminando!- Ele argumenta.
- Você fala como se isso fosse uam história de maor, uma drama de final feliz!
- E não será?
- Não! - Passo a mão no cabelo - Você começou no dia em que me cobiçou, em que me desejou! Mas eu era de outro e você não devia ter se metido, você não devia ter me iludido! Scontece, que eu nunca deixei de ser dele e memso que eu nunca volte com ele, eu nunca serei sua. Porque não é assim que é para ser!
- Você é memso como eles dizem!
- Já que eu sou assim, vou te dizer o que jurei não dizer - Olho para ele - Você quem pediupor isso, não me culpe. Eu sei que eu fiz coisas, que eu disse coisas, e nós voltamos ao memso padrão, querido. Mas eu nunca fui sua e você se enganou o tempo todo, você acreditou nas mentiras.
Eu sou uam mentirosa!
- Eu amo o jeito como você mente! - Ele chora. - MAs se você tentar ir embora, eu te mato e taco fogo no seu corpo!
- Você pode tentar, mas você me ama demais para me ver queimar - Eu me levanto com a blusa e o casaco na mão - Isso nunca foi um conto de fadas para ter um final feliz. Eu peço desculpas, memso sabendo que é mentira.
- Você está voltando para ele? para os braços dele? Estão juntos de novo? - Ele se atrapalha com as palavras.
- Eu não voltei com ele, mas sempre irei para os braços dele. Ele é o meu mehlor amigo, eu o amo e sempre o amarei. O amo como nunca te amei - Vestida, comecei a dar as costas a ele que se levantou e me assistiu partir, com o coração na mão.



Novembro, ainda me lembro



Capitulo X - Talvez seja você que me completa

Ao som de Vou Cantar Restart

Apaguei de novo. A escuridão me abraçou e eu me deixei levar.
Não sei se morro ou se vivo, porque a vida me parou. Por que resistir? É muito mais fácil ir, e ao lembrar me despedir. Pensei no rosto de meus amigos: Pedro, Dado, Lara, Marina, Matheus, Irina, Carol, Thiago... me demorando no rosto de cada um, uma brisa quente me envolveu enquanto lembrava deles. E Aro... Aro, meu melhor amigo, o amor da minha vida, o centro do meu mundo. Há muito tempo que minha vida passou a se resumir nele. Aro lavando meu machucado - que eu fiz na educação física jogando futebol, me pedindo para esperar para irmos para o ponto de ônibus do colégio, as mãos dadas no final do ano, o primeiro beijo no surubão, a festa à fantasia... Cada uma das lembranças me acalentava. Mas duas me prendiam a atenção, o dia em que eu o conheci e nós dois deitados na quadra poliesportiva. Então alguma coisa dentro de mim, gritou uma das minha odiosas percepções. O fato de eu - encaro a verdade - te-lo traído, não apaga os ultimos dois anos. Me lembrei da água gelada que cobriu meu corpo, depois que eu me joguei do penhasco, e de sentir a presença dele ao meu lado, de saber que ele jamais me abondaria. Que se eu morresse ele sempre estaria cuidando de mim, onde quer que eu fosse parar e então me entregar, e ser salva pelo Besta. Se aconteceu, aconteceu! ''De qualquer modo, de que adianta chorar quando todas as lágrimas do mundo não mudariam o que aconteceu?'' O que importa é daqui para frente, o que fazemos à partir de então? Desistir é algo que não existe para mim, só desistem os fracos. Lutar, é o que deveria fazer, assim como ele. Em algum lugar da minha mente, eu lembrei de algo que eu não faço ideia de onde ter ouvido ou lido "Nunca se canse de fazer pequenas coisas para os outros. Às vezes essas pequenas coisas ocupam a maior parte de seus corações." Embora seja sempre eu que lute por ele, eu que o procuro e me acabo no final, não posso desistir! Eu tinha que resistir aos braços da morte, que agora me engliam, me prendendo no fatal final. Eu tinha de resistir, por ele! Não podia me entregar, não agora. Não pare de acreditar Se segure na sensação, ouvi minha mente dizer. De algum modo eu despertei, com os olhos de Mariana sobre mim, as lágrimas rolavam loucamente. Ela abriu um sorriso. - Luna! - Pulou sobre mim - Você ficou louca? - Por um momneto, eu esqueci de acreditar. Esqueci que por pior que tudo esteje, eu não posso desistir. Mesmo sem esperança, preciso continuar por vocês, por ele! Amanhã começa a última semana do outono, pensei. Seria quinta-feira e aquele era um dia mágico para mim, pois eu nasci numa quinta e as coisas impostantes na minha vida acontecem numa quinta - como começar e terminar com o Aro. Esse dia é cercado de magia e eu conheço algumas delas. Quando eu estava passando, esbarrei em uma garota da qual eu não gosto e nem ela gosta de mim. Ela se sentiu com moral e veio para cima de mim, mas Aro se jogou sobre ela protetoramente, intintivamente... - Ô garota! - Ela foi interrompida por ele e fiquei pensando nisso. Todavia, acabei na cordenação e a coordenadora da manhã, me absolveu e eu contai a ela tudo que acontecera depois de abrir o berrero.
- Lute pelo q
ue você acredita! - Ela disse enquanto eu saia. E não possso negar que foi um sinal, eu senti quele formigamente no peito, quando tenho um. O fone no ouvido, sai sorrindo e cantando.


Sei que os dias passaram E eu vejo que o nosso pra sempre acabou E nada do que nos foi contado, Os desejos e sonhos que a vida mudou
E hoje eu acordei pensando Naquilo tudo que eu ia te dizer Nas verdades e nas mentiras Em todos os planos que eu fiz pra te ter
Não vou deixar você ir Não vou deixar você ir
Vou cantar, até você ouvir Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir E dizer, talvez seja você, Que me completa e me faz querer viver


Não vou deixar você ir !

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Oi, meu queridos. Estou com um certo bloqueio criativo e se o texto não ficou muito bom, peço as mais sinceras desculpas. Sei também que não tenho respondido meus comentários a um tempo, mas só tenho tempod e postar e sair, então vou tesntar responder todos até o fim do final de semana. Hope you enjoy it ;*

Novembro, ainda me lembro



Capitulo lV - O pior erro de todos, me deixou no limite



Tudo não podia estar melhor, eu estava com o menino que mais amava no mundo - Aro - e que ainda por cima, era meu melhor amigo! Mesmo com todo o jeito dele e tudo, mas eu aprendi que você gosta das pessoas pelas qualidades e as ama pelos defeitos. Estava convencida que a essa altura, o amava por tudo que nós contruimos nos dois anos de amizade e nos seis meses daquela enrolação.
Um dia eu fui beber água com uma de minhas amigas da sala e conheci o Lucas, ele ficava indo do início para o final da fila do bebedouro.
- Que coisa de Besta! - Exclamei. Que doidera! - Por que você faz isso?
- Para não ir para sala - Explicou ele com tom de '' é a coisa mais obvia do mundo''. Tenho de admitir, era uma otima ideia. Des de então nós viviamos juntos. Eu só o chamava de Besta e ele pegou meu msn com a Patrícia.
Eu só não passava a entrada com ele, pois estva com Aro e o resto dos Invencíveis, mas recreio, saída e tempos vagos estavamos nós dois juntos. Ele me esquentava quando eu sentia frio, zoava que o meu irmão era loiro, me deixando frustrada, me zoava por eu ter rancado um pedaço do braço do meu irmão, brigando com ele e até me fez morde-lo, converssa comigo sobre o Aro e tudo que se pode imaginar. Me levava todo dia no ponto e voltava para o colégio para pegar a O Amazonia - Um ônibus que leva o pessoal do colégio que mora na vila dos militares todo dia por um real.
Então começaram os boatos de que estavamos juntos... E que ele tinha largado a namorada para ficar comigo, e agora a garota me odiava, mas eu não ligava para isso - ninguém odeia o fraco, ninguém ineja o feio, se você é odiado, é porque é ameaça.
Um dia no ponto, confessamos.
- Eu estou no beneficio da duvia - Disse temendo pelas minhas palavras
- O que você quer dizer? - Perguntou Besta confuso
- Que eu gosto de você e do Aro - Hesitei, respirando fundo disse - E eu não sei o que fazer. Pois eu quero os dois. é difícil de escolher.
- Eu também gsoto de você - Aquilo foi como uma faca cheia de veneno, que contaminou toda minha visão, e destorceu todo o meu mundo, mudando minha opinião sobre tudo. Preferia que ele jamais tivesse dito aquilo, mas eu tinha que arcar com as consequências. Ainda não era tão ruim assim. Certo?
Não, pois o Besta ficava comigo o dia inteiro, me falava tudo que eu queria ouvir, era suuuper carinhoso e gostava de mim, até apoiava o Aro. Ele era eu a uns meses atrás, tão nobre e altuista até o momento em que ele jogou tudo em mim. Aquela pequena informação que poderia ter me feito beija-lo a qualquer momento, a não ser pelo fato, de eu amar outro.
Aro ficou sabendo do Besta e não gostava dele, só que ele não sabia que eu gostava dele e quase quis matar o menino, por simplesmente eu ter um carinho grande por Besta.
Se eu contasse eu acabaria com Aro, sabia disso mesmo sem ele falar. Os olhos dele não me negavam a verdade. Eu o amava demais para perde-lo, no entanto a duvida me torturava tanto. Eu queria provar besta, saber como era o beijo.
E por amar tanto Aro, eu contei a ele.
- Eu gosto do Besta - E então eu vi algo horrível e me arrependi de minhas palavras. Eu sentia de alguma forma uma dor pelos meus tres meninos sempre que os via mal, porém entre eu e Aro aquela dor era diferente, era mais forte, era arrasadora. Como uma avalanche descendo morro a baixo. Até então, só experimetei duas dores piores que aquela, quando minha mãe morreu e... quando nós brigamos no ano passado. Ele me beijou no meio do corredor. Aquel beijo que só Aro tinha, só Aro sabia como me deixar assim tão... tão vulnerável. O único que poderia realmente acabar comigo se quisesse. Então ele se foi e eu sentia dor pelo que eu decidi fazer.
Naquele mesmo dia no ponto, eu fiquei com Besta. A curiosidade me tentava demais e eu sabia que devia escolher. Ele me beijou, eu apreciei o beijo era perfeito! Mexia com cada pedaço de mim. A forma como ele me tocava, vontade por trás do beijo, TUDO!
E quando o beijo acabou ... eu procurei o meu par de olhos preferidos, o pare de olhos mais lindo do mundo, o meu par de olhos de por do sol, e me dei conta de que não era ele quem eu beijara.
 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana