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lar é onde estão aqueles que você ama estão



   Do ponto mais alto do castelo era possível vê-lo por inteiro; as construções, os parques recreativos e os campos. Ela observava a vida seguindo abaixo de si, contando os dias para abandoná-lo. O tanto que desejava deixá-lo era também o tanto que desejava jamais se afastar do reino a beira mar.
   Ela era única que permanecera nos oito anos que se passaram. Seus amigos haviam migrado para outros reinos - alguns há muito tempo, outros, deixaram este ainda há pouco.
   Não os culpava por deixarem-na. Sorria tranquilamente ao pensar nisso. Eles simplesmente foram conquistar seus sonhos e isso só podia ser feito em outros lugares. Mas o sonho dela estava ali.
   Nos últimos tempos, aprendeu que a história se repete e jamais é a mesma. Mas quem poderia negar que aquelas crianças agiam exatamente como ela mesma agiu com seus amigos há tão poucos anos atrás? Achava curiosa a mania adolescente de achar que sabe muito e ainda mais...
   Mas seus sorrisos eram tão apaixonados pela vida quanto o dela próprio já foi.
   Não lamentava mais nada. Houve o tempo para sentir dor, para chorar, para se sentir sozinha. Estava completa, enfim, porque a distancia não fazia deles menos parte dela. Na verdade, a distancia a ensinou a amá-los ainda mais, ainda que os terremotos, deslizamentos e erupções vulcânicas tenham destruído tudo. Amou-os ainda mais porque ela reconstruiu sua cidade nobre das cinzas e a reconstruiria quantas vezes fosse preciso. As pessoas passam por nossas vidas e deixam um pedaço de si conosco - um pedaço que nos ajuda a reconstruir os castelos.
   Eles riam ao pé de uma colina nos campos; alguns corriam, outros estavam deitados... O som de suas risadas era tão igual aos sons de suas lembranças que se fechasse os olhos poderia fingir que nada jamais mudou. E sendo honesto contigo, leitor, muito dela queria fingir que o tempo não passou, descer as escadas e se unir as crianças para fazer a magica durar um pouco mais. Pois para todos nós é difícil dar as costas para aquilo que mais amamos, mas ela também sabia e queria voar porque enfim, encontraria os seus.
  E estaria em casa.

Aos meus velhos e novos amigos.

a historia da nossa vida

Ao som de Story of My Life, One Direction


Estou escorrendo por dentro. Chorando internamente as lágrimas que meus olhos se recusam a permitir que escorram. 
A historia da minha vida é feita de coisas que eu não consigo mudar e não mudaria, porque fizeram de mim quem eu sou. Mas há dias em que eu imagino como seria se eu tivesse escolhido a direita ao invés da esquerda e vice versa, indo em qualquer direção contrária a que eu de fato fui. Me pergunto porque gostaria de saber se esses cinco anos seriam cinco anos de nós e não de eu & você.
Eu não estou te esperando, mas se você vier, eu estarei aqui. Eu estou sempre aqui. Eu e você, querendo e não querendo um ao outro ao longo de um terço de nossas vidas.... 
As vezes me pergunto se é fantasia o modo como te vejo e se as coisas que penso conhecer sobre você são falsas. Mas se eu olho por um segundo nos seus olhos de por do sol, eu sei que não é ilusão, mentira ou ficção. Eu sei que te enxergo assim como você me enxerga.
E sinto egoistamente que você é, ainda que em pedaço, meu, como eu, em pedaço, sou sua. 
Toda garota quer um romance de tirar o fôlego. Eu ganhei um romance de tirar a razão. Devemos ter cuidado com o que desejamos. As minhas e a suas vontades nós assombram por toda a nossa historia.
Eu juro que eu tento me apaixonar por outros e as vezes consigo, mas você esta onipresente em todo o tempo, como um animal caçador, esperando pelo vacilo da presa para atacar e me fazer desmoronar de novo por você.
Esta escrito e perpetuado, a história das nossas vidas foi feita do desespero que nos torna tão dependentes um do outro. E das palavras que eu amo, mas nunca serão nunca capazes de explicar o que eu sinto por você e tudo que eu faria para te ver feliz.
preciso confessar: estou congelando e gradativamente quebrando. Acho preocupante porque sei que o único capaz de derreter os pedaços e uni-los é você. Me unir em um abraço, um dos abraços de milhões de anos que nós damos, quando eu apareço na sua porta desesperada por cinco minutos ou quando você me procura tímido pedindo pelos mesmo cinco minutos.
Estou preocupada de perecer. Estou preocupada de não existir até vocês acabarem. Até eu ter uma chance.
Estou preocupada de jamais haver um dia em que eu não te ame.
As paredes assistiram a tudo e se falassem, contariam melhor do que nós tudo que viram e nós vivemos. 
Eu queria ter te abraçado mais forte, queria ter olhado mais tempo nos seus olhos, queria ter ouvido mais a sua voz, queria ter sentido mais do seu cheiro e honestamente, provado novamente seu gosto.
A historia das nossas  vidas são todos esses anos em que destruímos e reconstruímos um o outro, caçando nuvens como se elas fossem resolver o impossível. 
Mas eu já te disse tudo que deveria e sei que no tempo certo tudo se encaixará. E sei também que tudo pode sair do lugar. E me conformo porque nada é por acaso.
Eu conto abraços e não anos. Conto sorrisos. Conto risadas. Conto até as lágrimas. Mas não conto o tempo, não conto os cinco anos que estamos envolvidos nas ondas. Conto as vezes em que estivemos juntos. Conto aquilo que faz genuinamente nossa história:  eu conto nossos sentimentos.

Supernova

Parte I - Um sinal?


O carro parou no estacionamento de uma lanchonete beira de estrada, que era margeada por quartos de hotéis de uma noite.
Ela tirou a chave da ignição, jogou na bolsa de qualquer jeito e saiu do carro. Ele a seguiu silenciosamente, a alguns passos de distância, observando-a dar passos largos com suas pernas musculosas no jeans colado. Ajeitou o casaco preto de capuz e entrou no recinto junto com ela.
O ambiente era de tons escuros, possuía uma mesa de sinuca, uma bancada que dava para um bar a frente da cozinha gordurenta e uma fileira de mesas junto à parede. Ela havia se sentado numa dessas mesas, tamborilava as unhas pretas na madeira enquanto olhava a bolsa carteira preta. As ondas de seu cabelo escondiam o decote da blusa cinza.
Ele fitou-a um momento. E depois olhou para o banco vazio na bancada. Olhou para ela e para o banco novamente. Quis esmurrar alguém quando se viu andando até a mesa dela e sentando-se a sua frente.
Houve um som e então ela tirou o celular da bolsa. Sorriu devassamente para tela e digitou algo. Guardou o celular na bolsa sem fechar o zíper e levantou-se para ir ao banheiro. Ele ficou mais do que incomodado, ficou irritado. Observou-a caminhar até a porta, hipnotizado pelos seus quadris e pela arma presa ao cinto do jeans azul. E então pegou o celular assim que a porta se fechou. Vasculhou-o, conferiu mensagens, ligações, ouviu um barulho da porta se abrindo apenas porque o jukebox trocava a música e guardou o aparelho. Manteve-se com a expressão impassível até que ela se sentou a sua frente.
Sua mente trabalhava tentando compreender o que vira, seria aquilo o sinal que ele pedira? 
Ela abriu a bolsa e retirou um cantil prata de seu interior. Deu um gole. Ofereceu-lhe o cantil com um gesto. Ele o pegou e deu um longo gole, franzindo o cenho e fechando os olhos ao sentir o gosto forte do álcool. Com o cantil nas mãos, olhou para ela, que o observava com seus olhos azuis como o céu da manhã, delineados de preto. Ela avaliou-o lentamente, demorando-se em seu rosto: a pele alva brilhava doentiamente sombria nas luzes fluorescentes, os punhos cerrados sobre a mesa, músculos tensos nos braços, o peito subia e descia devido a sua respiração desritmada, suas narinas infladas como as de um animal caçador, maxilar travado, o cabelo preto e liso bagunçado, sobrancelhas franzidas e os olhos de uma íris quase tão negra quanto as pupilas ardiam de ódio. E de amor.

Continua...

Supernova



 Parte I - Passado


Ele andava sem rumo por uma estrada que parecia infinita. O ar frio da madrugada gelava até seus ossos enquanto ele seguia obstinadamente em frente, numa tentativa desesperada de desprender seus pensamentos dos demônios que tanto tentava deixar para trás.
Mas era só passado ─ ele estava seguindo em frente.
Ouviu um rugido de motor antes de sentir os faróis às suas costas. Não olhou para trás, queria permanecer impassível. O veículo ─ era uma velharia azul ─ diminuiu a velocidade ao lado dele, as janelas abaixadas revelavam a bela motorista inclinada sobre o banco do passageiro. 
 ─ Quer uma carona? ─ ofereceu.
 Ele continuou andando, mas sentiu-se tentado a aceitar. Queria ir, mas não devia. Não era certo, não era prudente, não era são e, principalmente, não era seguro 
─ Vamos ─ ela insistiu sedutoramente ─ Te levo onde estiver indo.
─ Não estou indo a um lugar específico ─ respondeu friamente. 
─ Então não fará mal algum você vir comigo, certo? 
Ele não queria ceder. Mas estava realmente muito frio.
E ela era linda. 
Entrou no carro repreendendo-se em silêncio. Que merda estava fazendo? Respirou fundo, tinha que manter o controle. Tentou focar a atenção na estrada, mas era difícil não olhar para ela: tão envolvida pela música que dava gosto de vê-la cantando baixinho.
O polegar direito batendo no volante ao ritmo da música, o cotovelo esquerdo apoiado na porta com os dedos entrelaçados ao cabelo, segurando mechas castanhas avermelhadas. Vista assim, parecia uma menina doce e romântica.
Visto assim, ele parecia admirar uma divindade. Ele respirou fundo e apoiou a cabeça no vidro, ao perceber como agia. Queria ser forte. Controlado. Olhou para o céu noturno e estrelado em busca de algum sinal, qualquer que fosse. Envolvido pela voz dela, desejou que de algum modo tudo aquilo fizesse algum sentido, desejou saber em que deveria acreditar. 
Ele era assim: cheio de dúvidas. Era na verdade, uma criança de cinco anos agindo como se fosse adulta por que tinha medo do mundo, tinha medo de crescer, medo de se decepcionar, medo de sentir, medo de... medo de tudo e de todos. Uma criança desconfiada. Tentava controlar o mundo para que ninguém fosse capaz de machucá-lo. Erguia muros ─ fortaleza seria um termo mais adequado­ ─ para manter-se seguro. E veja onde estava agora. 

Continua....

Novembro, ainda me lembro


Capitulo XIII - Adeus (Parte II - Mais uma carta)

Ao som de Get Back, Demi Lovato

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2010

Aro,

A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com cautela, mas aqui está e encare-a como for melhor:
nós dois não somos mais aqueles dois adolescentes assustados que começavam a descubrir o mundo e experimentar o gosto da liberdade. Nós mudamos, nesses dois ultimos anos e parece que depois de termos passado por tanto, por tudo, nossos caminhos se separam.
Mas não vou negar que se você fosse um pouco persuasivo, em algumas palavras me convenceria a ficar, pois de fato, agora estou indo de encontro ao amor com o qual parti seu coração - me desculpe?, peço mais uma vez.
Oh, eu sei. Sou tão cruel! Mas você não me quer, certo? De que adianta eu querer que você mude, batalhar por sua mudança, se você, não quiser mudar?
E ao mesmo tempo, parece que você quer que eu mude, como se fizesse tudo isso pra me ensinar uma lição. Se for isso, por favor, me de um sinal, que eu jogo seu jogo e vamos desafiar um ao outro. Me chame de Lua, como tinha o costume de chamar, depois que eu fiquei com o Dado, nas olimpíedas de 2008, no surubão. Passe a mão pela minha franja, como fazia quando estavámos juntos. Faça algo atípico, eu vou entender se for um sinal. Eu te conheço.
Mas se você não o fizer, não me culpe, nem me julgue por ir embora e tentar seguir em frente, mesmo que seja com ele.
Mas essa é só mais uma das cartas que eu jamias vou te entregar e que vai para a minha caixa junto com as outras vinte e tantas. Sou louca? Foi você que me deixou assim e eu gostaria de saber como, tanto quanto goataria de te entender. Só que talvez ambos sejam impossíveis, só depende de você.

Você pode ser desse jeito Eu vejo nos seus olhos Não se preocupe comigo
Eu estou bem Não vou mentir... Eu tenho estado uma bagunça

Desde que você partiu E toda vez Que eu te vejo Fica mais
E mais intenso

o anjo da morte


Capitulo IV - A mordida

E
le então a beijou. Ela pousou as mãos sobre o peito musculuso dele e ele pos as mãos em sua cintura e desceu a mão pelas curvas de seu corpo, enfou a mão no bolso de trás da calça jeans e pegou o celular dela, jougou-o longe.
Os corpos começaram a serem pressionados um contra o outro. Ele me surprendeu parando o beijo e falando.
- Venha - a induziu, puxando-a para perto de um dos freezers de refrigerante em pé. A largou por um momento e tirou todas as prateleiras com um rápido movimento. O que le estava fazendo?

Eu não tinha noção do que estava fazendo. Foi como se ele entrasse na minha mente e me hipnotizasse. Eu queria. Mas de algum modo me livrei da frenesi e pensei em Jack.


Ela se dispersou de seu efeito hipnotico, balançou a cabeça e foia em direção a porta, mas ele foi mais rápido, pegando-a em uma velocidade inumana, envolveu-a com seus braços e apertou. - Não fuja, baby - Ele afastou um mecha de cabelo loiro dela e disse num sussurro em seu ouvido. Angie protestou ao seu aperto.
- Aonde você pensa que vai? - Ele perguntou com zombaria.

- Vou ficar com o meu namorado - Respondeu com desdem.

- Não vai, não - E começou a arrasta-la em direção ao frezer, a resistencia de seu corpo pareceu inútil. Angie, olhou desafiadoramente nos olhos do Anjo da Morte, encheu os pulmões de ar e gritou tanto, que tive de tapar meus ouvidos.
Ele a calou com a mão, ela mordeua mão dele e manchas escarlate começaram a brotar de sua pele dor de marmore.
- Beba! - Ordenou - se você tentar sentir prazer, não é doloroso.
Ela se recusou a beber, o anjo da Morte avirou de costas e seus detes lhe rasgaram a pele, perfurandoa jugular. Ele começou a sugar sua vida.
A vida da minha melhor amiga.

Novembro, ainda me lembro

Capitulo XIII - Adeus (Parte I - Ultimo encontro?)

Ao som de She Will Be Love, Maroon 5

É tão bom ouvir sua voz me dizendo que... está com outra! Pelo menos você diz alguma coisa. Quando eu te abracei, quase não me contive, mas tive de permanescer firma e isso provocou uma discussão.
- Fiquei sabendo que você tomou um toco da Thayane - Comentei. E você foi frio e seco como de costume.
- Ela só parou de ficar comigo por sua causa - Retrucou.
- É carma, Aro.
- O que é carma?
- Eu não quis te tratar como roupa suja, você me tratou como roupa suja e agora foi tratado!
- Nem estou mais correndo atrás dela. Estou correndo atrás da Yasmim - Ah, você me atingiu e soube disso muito antes de dizer aquelas palavras.
- E é por isso que eu estou com o Besta - Nem sei se te peguei, não ligo. Porque a amizade é um amor que nunca morre, mas parece que eu morri para você
.

''E é estranho como a chuva começou junto com a primeira lágrima que escorreu do meu rosto, dando início à um temporal, um temporal de lágrimas, sentimentos e confusão.'' Mais uma vez o mundo chorou por mim, enquanto eu cantava Fim De Tarde sob a chuva e a chuva apertava me enxarcando.


Bela menina de apenas 14 anos Não se aceitava muito bem
Ele sempre estava perto para ajudá-la Ela sempre pertenceu a outro
Eu viajei muitos quilômetros E vim parar na sua porta
Eu tive você tantas vezes Mas, por algum motivo, eu quero mais
Não me importo de ficar todo dia Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido E pergunte se ela quer ficar um pouco

o anjo da morte


Capitulo III - Azul céu


Você também pensaria isso se visse um breu e caisse desmaida no chão, mas aí veio um clarão. Eu fui para o céu? Pensei. E contrariando todas as minhas expectativas, eu me vi na filial do Burguer King e a angie estava fechando a loja. Olhei para os lados imaginando se meus amigos estavam ali, mas eu estava sosinha.
Subtamente, as luzes se apagaram, o silêncio tomou conta do recinto e percebi que angie olhava fixamente para um ponto no meio da escuridão. Eu me aproximei para ver do que se tratava e vi um brilho azul de olhos, no breu... Olhos humanos! Tive medo de ele me ver.
- Corre, Angie! - Gritei, tentando arrasta-la, mas o meu toque não chegava nela, era como se eu fosse feita de névoa. Que otimo, eu era o fantasma agora!
O dono dos olhos verde musgo, sorriu em meio a escuridão. Um sorriso malicioso que me arrepiou.

''Eu tive muito medo e não soube o que fazer.
Ele era incrivelmente lindo e asustador''


Era a voz de Angie, mas ela não falava. Estava na minha mente.
- Posso ajuda-lo? - ela perguntou receosa e percebi seu corpo enrijecer.
- Pode - A voz groça ressoou em meus auvidos.
- Talvez tenhamos um problema com a energia, mas quer fazer seu pedido? Já sabe o que vai querer? - Ela engoliu em seco.
Ele saiu das sombras, usava sapatos pretos, jeans escuro, blusa de malha preta e jaqueta de couro preta cobrindo 1,90 de musculos. O cabelo preto contrastava com a pele branca e os olhos azul celeste. Lindo, gostoso, cara de mal... Simplismente uma delícia! eu se fosse ela já teria me atirado nos braços dele a muito tempo!
- Sim - Ele respondeu - Eu sei o que eu quero. Você! - Se aproximou del, olhando seus olhos fixamente. o corpo dela antes rígido, relaxava. Os olhos do medo, passaram ao inexpressivo, parando na comtemplação.
- Qual é o seu nome? - Perguntou o delícinha musculoso.
- Angeline... Angie.
- Oi, Angie - Ele pegou a mão dela.
- Qual é o seu nome? - A. perguntou erguendo uma das sombrancelhas com ar sugestivo.
- Não importa, mas se quiser - Chegou perto do ouvido dela e susurrou - pode me chamar de Anjo da Morte.

o anjo da morte

Capitulo II - O carvalho

Aguardei.
Derrepente um vento invadiu janela que deixamos a berta, o carvalho do lado de fora começou a fazer barulho e senti um formigamento nas veias e... algo frio me tocou levemente, e quando me virei para ver o que era, não havia nada. Mas o copo estava se mexendo e eu gelei, porque ele parou no SIM. Paul me deu um olhar incrédulo. Recolhi o copo para o centro, respirei fundoe fiz a segunda pergunta.
- Você é um espirito do bem? - Tive muito medo de não ser, porque aquilo era um jogo sério. Podia muito bem aparecer uma alma penada e assombrar a mim e meus amigos para resto da vida.
Então aquele troço gelado me tocou de novo e parou no SIM novamente. E o frio me deixou
- O nome! - Alertou-me Cole.
- Ah, sim. Pode nos dizer seu nome? - Veio de novo, me tocou e arrastou o copo em cima do SIM e seguiu para as letras.
A-N-G-E-L-I-N-E S-T-U-A-R-T.

- Angie, é você? - Jack disse antes que eu terminasse de recolher o copo. O troço gelado me tocou e puxou me braço contra minha vontade para o SIM, fazendo Jack ficar a beira das lágrimas. Não o culpo, pois Jack e Angie eram, ou são apaixonados desde a segunda série. Antes mesmo de saber o que é amor, compromisso ou beijo, já sabiam o que era amor.
- Angie, você sabe porque estamos aqui?
SIM, foi sua resposta.
- Então pode nos contar como você morreu?
A resposta foi diferente, NÃO.
- Por que não? - O toque dirigiu minhas mãos as letras H-O-R-R-I-V-E-L
- Angie, queremos te ajudar. Portanto, nos ajude. Queremos fazer justiça! - Eu quase berrei a ultima palavra, eu estava ficando nervosa.
Demorou um tempo, ela estav hesitando e depois de uns 2 minutos, seu toque gelido pocou sobre minha pele e parou no SIM. Olhei fundo nos olhos de cada um dos meus amigos, esperando que me dessem uma resposta se devia continuar. Todos, um por um, assentiram firmemente.
- Prontos - Verbalizei por todos e ao terminar a palvra senti algo estranho, uma espécie de pressão sobre meu corpo, como se uma caminhão passasse por cima de mim. A fraqueza veio, não consegui resistir e caimos juntos, uns sobre os outros enquanto tudo ficava turvo e negro. Em questão de segundos, não vi mais nada.
Eu morri!



o anjo da morte



Capitulo I - Ouija

Dia 30 de outubro de 2009, hoje faz um ano da morte da minha melhor amiga Angie Stuart. Uma morte que donfundiu toda a cidade, porque os peritos disseram que ela foi morta por um animal, pois foi encontrada sem sangue no interior do corpo e manchas vermelhas pelo corpo, que foi dilacerado em vários pequenos pedaços. Mas o que um animal faria numa filial do Burguer King, em pleno Halloween? Nem eu, nem Paul - meu namorado -, Jack - o namorado dela -, Lily, Izie, Matt ou Cole, acreditam que que tenha sido um animal, isso é História para boi dormir. Até porque ninguém seria capaz de fazer mal a ela. Angie era adoravel, com seus cabelos loiros e seus olhos azuis como o oceano, além de ser uma pessoa maravilhosa. Por isso, resolvemos nos encontrar em seus lugar preferido, o quarto para tentarmos fazer um jogo de espiritos e descobrir quem foi capaz de mata-la. Entramos escondidos em seu quarto, silenciosamente - sua mãe tinha se mudado com o resto da família, mas não vendeu a casa. Preparamos o tabuleiro, posicionei - eu seria a mediadora - o copo vrigem no centro, papel e caneta ao lado. as velas estavam todas acesas em volta de nós que formavamos um circulo sentados. Olhei para os meus amigos incerta do que iamos fazer, mexer com espiritos é meio ruim, e se aparecesse um espirito do mal. Bom, para isso eu troxe a erva-doce e a salvia, peguei-as na mochila e acendi como um incenso. Espalhei pastante a fumaça e posicionei ao lado do tabuleiro.
- Para que isso? - Perguntou Izie, mechendo nos cabelos cor de areia.

- Para não atrair espiritos do mal.

- Mas assim, a Angie pode não vir ...
- Disse ela chorosa. Nem todas as louras são burras, a A. é prova disso, mas a Izie me irrita por não usar seus neoronios.

- Você acha memso que a nossa Angie, a criatura mais gentil e boa do mundo não vai vim por causa da salvia que só espanta espiritos ruins? - Nem sei se ela entendeu, mas não quis carregar o ambiente. Ele precisava estar limpo. Depois que terminei me sentei de frente para o tabuleiro. Escolhemos esse dia por ser o aniversário de morte dela e principalmente por ser Halloween, quando o véu entre o mundo dos mortos e dos vivos está mais tenue.
- Esta pronta Kara? - Paul pos uma mecha do meu cabelo castanho atrás da orelha. Eu assenti seria, olhando meu namorado gato e forte, campeão de futebol junto com os meninos, com cabelo

- Tem certeza?- Ele me olhou, os olhos cor de mel eram capazes de ler minha alma.
- Você não precisa fazer isso

- Eu preciso e quero. A. é minha melhor amiga, eu devo a ela ! - Praticamente berrei. respirei fundo, tentei mater o controle.
- Então comece - Pediu por fim.
Por favor Angie, por favor mesmo, apreça. Eu preciso, nós precisamos... Só aparece, amiga. Só responda nossa perguntas. Por favor! Fiz uma prece silenciosa e comecei.
- Tem algum espirito neste quarto?



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oi amores! essa historia é para o concurso do dia do escritor do Once Upon a Time.
Hope you enjoy it ;*

Nós fazemos nossa própria sorte, e então chamamos de destino.

Parte l

- Muito prazer, nós somos os invéncíveis




Talvez você não os conheça, mas um dia há de ouvir falar deles. Porque juntos, contruiram a mais bela história que o mundo já viu, sem ao menos saber disso. Nós aprendemos muito com o que passou, no entanto, ainda há muito a se aprender. Ainda iremos olhar para tudo passado e tirar lições de tudo aquilo, de tudo isso.
Quem somos? Muito prazer, nós somos os invéncíveis!
Eu via muito bem como todos olhavam para nós, como se fossemos superiores, como se não pudessemos ser desafiados, pois a vitoria era nossa e certamente eles sairiam fracos e humilhados, mesmo essa não sendo o proposito inial, só que nós somos muito fortes.
Uma unidade indivisível, perfeita quando unida, forte junta, fraca separada, mais estar separado era uma possibilidade incogitável, afinal, era de certa forma dependentes um dos outro. Tão nescessários, que era como ar que respiravams, e a saudade, quando vinha, doisa como a pior de todas as dores.
Brigas marcavam e nós uniam quando superávamos, o que era uma regra.
Um grupo que era lindo de se observar. Encantador ver os sorisos em nossos rosto, o quais podiam iluminar toda uma cidade, pois irradiavámos alegria, amor e amizade.
Cada um de nós, era como um ele de uma corrente e acda um dos elos, se prendia a varios outros. Relações tão diferentes e tão lindas e tão complicadas.

Sobre o velho orgulho e a amizade

Marina abriu a velha caixa de sapator vermelha, e prosseguiu olhando lentamente o que havia em seu conteudo: uma pulseira que Luna a dera, cartas de Luna e de muitas outras pessoas, mas o que lhe chamou atençõa, foi um envelope colorido, cor de uva.
Lá dentro, uma foto que ela esquecera que tinha, que tinha tirado e do momento que agora relembrara.
Ela deitada olhando para Pedro, que tocava violão. Eles converssavam.
- Nós somos tão diferentes, mas sei lá. A gente respeita a opinião do outro, mesmo sendo tão diferentes. - Disse Marina.
- Macaca! - Ele a gastou.
- Iena! - Retrucou ela. Apesar do apelido ser ofensivo, ela não ligava, contanto que não fosse na frente dos outros.
- Nós brigamos muito! Quase todo dia - Disse Pedro
- Eu sei e tenho medo que um dia a gente não se desculpe mais e fique assim, brigados - Confessou ela. - Eu tenho muito medo de acabar brigando com você e não ser mais sua amiga.
- Você sabe que é muito orgulhosa e que esse seu orgulho todo só te prejudica, mas ele faz parte de você e mudar isso seria quase impossível, até porque ele te proteje em certas situações, como o Yago.
- É, eu sei de tudo isso, mas você também provoca Pedro. Exemplo, se você provoca a Lara, ela brinca, se você me provoca, eu fico puta. Porque vocês dois são mais carinhosos - não que não seja -, e eu me ofendo fácil - Disse Marina, com aquele olhar de ''você sabe que eu estou com a razão''
- A deixa disso, pode ser verdade ou o que for, não é hora para isso, é hora para cantar! My Heart : I am finding out that maybe I was wrong. That I've fallen down and I can't do this alone. Stay with me, this is what. I need, please? Sing us a song and we'll sing it back to you. We could sing our own but what would it be without you?
Uma semana depois os dois brigaram, pois Marina se chateou com ele, por algo que ela nem lembra mais. Concerteza, só mais um motivo idiota que fazia seu orgulho se sentir ofendido e gritar. Mas afinal, aquela droga de orgulho não levra ela a nada, só a fez brigar com o garoto que era seu melhro amigo - embora ela não quisesse rotula-lo assim, devido ao medo de se apaixonar por ele, como aconteceu das outras vezes.
Marina passou os dedos delicadamente sobre a foto tirada com a camera dela mesma, por Aro, quando eles foram viajar para o sul, na formatura do terceiro ano deles. A foto a fez chorar, lagrimas tão delicadas escorriam de seu par de olhos castanho escuro.
Ela largou a foto que segurava com as duas mãos para enxugar o rosto e quando a foto caiu dentro da caixa, viu um numero que ela deletera e com o tempo esquecera por causa da briga, um numero que ela não ligava a muito tempo, mas que procurou durante anos por ele: o numero de Pedro. 
Discou de seu celular e chamou.
BIIIP, BIIIP, BIIIP....
- Alô?- Disse a voz do outro lado da linha. Uma voz que ela reconehceria mesmoe estando morta.
- Me desculpa, Pedro! Me desculpa por brigar com você e fazer essa amizade acabar. Por perder o contato, e esquecer de você. Mas eu lembrei! Lembrei mesmo sendo esquecida de que você é o meu melhor amigo! E que ninguém jamais será como você é para mim. Só... me desculpe ...
- Té tudo bem. Senti suadade de você sabia, Macaca!
- Iena!
 This time I will be listening. Sing us a song and we'll sing it back to you
We could sing our own but what would it be without you?



Corda Bamba

Luna pensava duas vezes antes de se arriscar. Se começasse a caminha  sobre a corda bamba, não haveria mais como voltar.
Valia à pena? Haveria muita tensão e sofrimento no caminho será que seria bom? Desde pequena aprendeu a se arriscar, a deixar que as coisas fluíssem e acontecesse, mas também a fazer acontecer, não esperar que Deus fizesse tudo por ela por que as pessoas têm de lutar pelo que querem, porque o que vem fácil vai fácil e não vale à pena.
Olhando, analisando antes de começara caminhar. Pensou duas vezes e foi. Deu o primeiro passo e acorda tremeu, ziguezagueou de um lado para o outro. Ela sentiu tanto medo de cair, um frio lhe subiu a espinha. Ela respirou fundo, se equilibrou e suspirou. “Oh’’. Era mais difícil ainda do que ela pensara ser.
Respire fundo, pense duas vezes e siga em frente, mergulhando de cabeça. Era como ela sempre fazia. Por tudo sempre havia como voltar, aliais, por pior que seja sua decisão, você sempre pode dar um passo para trás, se desculpar e dar um jeito de fazer o certo, mas na corda bamba, ou você vai, ou vai. O que você começa, você termina.
Ela repetiu seu lema “Carpe Diem”. Deu outro passo, tremeu e se equilibrou. Havia lembrado que não tinha rede para segura-la caso caísse. Dessa vez era algo muito maior do que tudo que ela já enfrentara. Chorar como sempre não adiantaria em nada, nem para desabafar. Gritar faria ela se desequilibrar e cair, e... morrer.
Quando se esta na corda bamba, tem de se ter cuidado até com seus pensamentos, pois eles podem ser piores que a falta de equilíbrio. Se você quiser cair, não adianta se segurar, seu corpo te jogara. Mas se você quiser continuar, siga em frente por pior que seja.
“Sorria embora seu coração esteja doendo (...)Embora uma lágrima Possa nunca estar tão próxima Este é o momento Que você tem que continuar tentando’’ Ela cantou.
Você tem que ter fé e continuar mesmo que seja difícil. Continuar mesmo que não haja forças. Encontre uma esperança e você será invencível.
A vida é muito difícil, estamos constantemente na corda bamba e nem sempre n´so escolhemos isso. Temos amizades que estão na corda bamba e que podem a qualquer momento acabr com o mínimo deslize. Se cairmos, não haverá rede. Então se concentre encontre uma Esperança. Ela é a luz no fim do túnel, o motivo pelo qual você se matem firme na corda bamba até o fim, e do outro lado, você será feliz.

Vamos pintar e colorir nosso mundo com cores vivas que iluminem um futuro '♫

"(...) As emoções são as cores da alma. São espetaculares e incriéveis. Quando você não sente o mundo fica opaco e sem cor. pense em como A Grande tristeza reduziu a gama de cores na sua vida para matrízes monótonos, cinzas e pretos (...)"

Luna argumentava em silêncio no topo da terceira colina, olhando o céu.

Um futuro... desconhecido se abre. Olho para o céu sem saber o que pensar, o que fazer...
Tantas oportunidades se abrem e não conseguo esquecer o que passou. E como poderia? Fui a menina mais feliz do mundo, mesmo que essa felicidade fosse uma realidade ulusoria. Amar de mais alguém que ama outra em todos os sentidos.
Ainda assim, eu daria tudo por eles. É irracional ama-los assim. Eu sabe disso. Mas poderia não amar, quando parece parte do destino?
Imaginando o céu de várias cores, querendo, buscando, respostas.
Se inspire, sonhe e torne real.
Só depende de mim, eu faço e tento. Mesmo que pareça um tapa na cara, pode ser mais uma prova. Nada que vale a pena é facil.
Que o meu céu tenha os tons de mim. Vou colori-lo e não deixar que o mundo deixe de ter cor.

Que minha Esperança não se perca por aí,
enquanto eu, tão só, vejo o sestino me desiludir.
Nada disso tirará minha fé
Nem a falta de cor
Eu pinto, eu brinco com as cores
Vamos pintar e colorir nosso mundo,
com cores vivas que iluminem um futuro '♫

" O mundo não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui forma, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem''

 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana