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Desejos, wishs, desidere, désirs..

Ao som de Airplanes, B.o.B. feat. Hayley Williams.

Eu podia arrumar um meio de voltar àqueles dias simples, porque hoje em dia as coisas são confusas demais para que eu possa entender. Tudo ficou uma bagunça e as coisas ficaram turvas, então eu me pergunto o que aconteceu com todo o brilho, o glamour, a festa e a alegria estampada nos nossos rostos.
Acho que tudo se perdeu no meio do tempo, ou melhor, na falta de tempo e no joguinho escroto que a vida fez conosco. E por mais que nós esperemos e rezemos, tenhamos toda a Esperança do mudno, as coisas não mudam, não voltam, não melhoram...
Então tudo se desenrola, o mundo da voltas e ganhamos outra chance, mas não é exatamente uma chance, se não temos o que queriamos para ser completos, nossos planos fracassam e nós só temos um único desejo que jamais será atendido.
"Qual seria seu pedido se pudesse fazer só um?". Eu pediria eles, eu pediria ter tudo como era antes, nós pediríamos uns aos outros.
Eu vou arrumar um jeito de fazer tudo dar certo, antes que tudo se acabe. Eu vou fazer um milhão de pedidos, de desejos, até que o que eu quero se realize, eu vou correr atrás do que nós foi tirado e luto até contra o destino se preciso. Eu só não aceito perdê-los.
Alguém me leve de volta aos dias, ao tempo em que não precisávamos fazer força para sobreviver e simplesmente abraçavamos uns aos outros, não porque a saudade doia, mas pelo prazer de ter a presença deles todo dia.
Muito antes de o tempo ser curto e a tristeza e o medo virem em ondas que nós quase não pudemos suportar e os dias ruins começarem, não por causa de pesadelos, de sonhos, mas sim pela realidade e pela falta das pessoas naqueles corredores lotados.
Acho que tudo perdeu a relevancia, e se eu pudesse fazer um pedido, eu voltaria àqueles dias e eu faria alguns desejos aos aviões, se me faltassem estrelas.

I'll point you to the mirror

Ouça ao ler - Playing God, Paramore

- Você se acha tão perfeita
- Ana me olhou de cima abaixo, como se eu fosse uma leprosa.
- Não, não me acho. Você que me vê assim. - Tentei virar as costas, mas ela me segurou.
- Você não pode fazer isso! - Ela me sacudiu, tentando me convencer, aliás, me obrigar a não fazer aquilo.
- Se eu não posso tomar minhas decisoões você deve tomá-las por mim?
- Debochei das palavras dela.
- Você não é mais a Luna que todos nós conhecemos, você mudou - Ela alegou.
- Eu amadurei - A corrigi.
- Não, você não está simplesmente amadurecendo, está se transformando numa cobra peçonhenta - Ela deu um passo para trás, fingindo ter medo de mim.
- A única cobra que há aqui, é você, que se fingi de minha amiga e fala mau de mim e conta o que eu digo, pelas minhas costas. A única cobra aqui é você, que quer destruir quem nunca te fez mau. - Retruquei.
- Sua puta - por falta de foras, Ana me xingou de algo que eu não era, por tanto, não me afetou - E se une aqueles seus amigos falsos
- Não brique de Deus e nem me julgue, você não tem esse direito! Nada do que você diz tem sentido e são só palavras desperdiçadas, então por favor, poupe meu tempo - Tentei novamente virar as costas e sair, mas o comentário dela me fez involuntáriamente voltar.
- Você é só uam garota fútil e sem conteúdo, que só quer aparecer. Você, Luna, é só um ainvejosa e odiosa, você só precisa de todos ao seu redor para se sentir vista. Você não é nada, ninguém liga para você! Você vai morrer sete palmos a baixo d emim, sendo esmagada...
- Você não acredita em mim, mas eu não vejo tudo, eu enxergo. E o que eu enxergo é que você está apontando seus defeitos para mim como sempre faz, com sua nesceessidade de se sentir superior e popular. è sua ultima segunda chance, porque a partir do momento que for, não vou ser piedosa e quem vai ser esmagada é você - eu não preciso disso, mas não vou me subimeter ao seu somportamento e seus xingamentos. Da próssima vez que você apontar o dedo para mim eu vou quebrá-lo, ou aponta-lo para o espelho e quem sabe assim você veja a si mesma e cuide da sua vida, em vez da minha.
Deixei ela sosinha, com a boca aberta, pronta para revidar, mas sem o que dizer. Eu estava certa e ela sabia disso.



eu só rezo para ficar bem,


Luna? – O meu irmão mais velho, Luc, me chamou pondo a cabeça dentro do meu quarto
Eu estava lendo. Fechei o livro e olhei para ele.
- O PC morreu - Ele disse. Eu não assimilei as palavras de imediato, de modo que demorou alguns segundos até as palavras dele realmente me atingirem.
- Você ouviu direito - Ele falou, diante da minha ausência de resposta.
Olhei para ele erguendo uma sobrancelha, como se dissesse "você só pode estar me zoando".
- O PC inspetor do colégio? - Era o único que eu conhecia, mas parecia difícil de acreditar.
- É, ele mesmo!
Eu entrei no msn mais tarde e fui bombardeada por comentários sobre a morte daquele inspetor, sempre tão simpático, que nos contava sobre a vida dele, ria e zoava com a gente.
Todos os ninks ou subninks tinham uma flor e escrito "LUTO", e "PC descanse em paz". Fizeram comunidades e tópicos no orkut.
Ainda era difícil de acreditar, surreal demais. Afinal, ele tinha um jeito cativante, receptivo. Tratava os alunos de igual para igual, não como subordinador, mas como amigos. Sempre sorria, sempre brincava. Eu nunca vi o PC triste - talvez fosse aquela aura dele que sempre nos fazia sentir que qualquer coisa que acontecesse conosco, não importava, porque no final, tudo ficaria bem.
A morte dele foi um choque - não só para mim, tenho certeza que foi para cada pessoa que já o conheceu. Me fez pensar no quanto a vida é frágil e curta - podendo acabar com um piscar de olhos e nós nem sabemos porque morremos.
Nós vamos todo dia dormir, contando que haverá um amanhã, deixando para depois o que se pode fazer hoje. Nem pensamos que podemos não acordar e deixamos de dizer tantas coisas importantes para as pessoas que amamos.
Talvez nós devêssemos pensar mais antes de agir e agir com o coração. Talvez devêssemos ser mais justos e julgar menos as pessoas. Talvez nós devêssemos dizer mais "eu te amo", mas de forma verdadeira, não como se fosse "bom dia". Talvez devêssemos ser mais simpático com nosso inimigo e ter mais compaixão. Talvez agir mais e falar menos. Sermos mais sinceros, mentir menos, xingar menos, amar mais. Talvez aceitar mais e criticar menos a vida. Talvez aproveitar mais, talvez sermos mais feliz.
Afinal, nunca sabemos quando a vida vai acabar. Ela é frágil e incerta. Pode ser bela e bem vivida, ou doida e desperdiçada - depende de como nós a enfrentaremos. E como o futuro a Deus pertence, eu só rezo para ficar bem.



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Dedico esta postagem ao melhor inspetor, Paulo César, do Colégio Brigadeiro Newton Braga, quer veio a falecer no dia 27/11 de 2010, após ser atropelado no dia anterior, por um motorista de ônibus babaca, que ultrapassou o sinal. Agradeço por todas as alegrias, por todas as risadas, por cada momento difícil compartilhado e pela sua ajuda quando ela foi precisa. Descanse em paz. (F)

o meu melhor amigo .


Capitulo I - Presentes Inesperados (Parte 1)


As melhores histórias, começam com a partida de alguém, a chegada ou uma mudança. Essa história começou quando eu me mudei para a casa do meu pai e entrei pela primeira vez no Colégio Brigadeiro Newton Braga no dia 21 de agosto de 2006. Um colégio como outro qualquer, aos olhos de todos, até o dia em que esta história tornou-se realmente importante com uma mudança. Eu não sabia, pensava que o ano de 2009 era tão normal e bom quanto qualquer outro, mas era dois mil inove, estava na minha frente o tempo todo, eu só demorei para enxergar. Até que veio a tal mudança. Eu não sabia até que realmente aconteceu.
Pensava que era um início de ano como outro qualquer outro. Depois de um tempo de tudo ter acontecido me dei conta de como fui cega, mas nós só costumamos realmente enxergar as coisas quando acontecem.
Abril de 2009, uma semana depois do meu aniversário - que belo presente! - eu entro no orkut e vejo um recado inesperado, de uma garota do colégio. Foram os dois momentos, ela me mandou o recado e eu respondi. Ali começou aquele novo futuro, as linhas perpendiculares finalmente se encontraram. e ali, eu comecei me tornar sua amiga e quem diria, das amigas dela, a encontrar o meu destino, devo uma vida para ela, devo minha vida a ela. Adimito que ela não tem um temperamento fácil, as vezes toma atuitudes rídiculas e magoa quem a ama, mas com o tempo comecei a aprender como lidar com ela e não me arrependo de ter me tornado amiga dela. Não só por causa das consequências disto, mas por ela. Sei de tudo que ela é, apesar e por isso, a amo.
Um dia vou ajuda-la como quero, a encontrar sua Esperança. Eu confio que sim.

Novembro, ainda me lembro



Capitulo IX - That everything, everything ends

Ao som de Meet Me On The Equinox, Death Cab For Cutie

Vou te contar como tudo começou em um resumo bem sucinto mas detalhado, para que você se lembre de porquê exatamente você esta aqui, eu disse a mim mesma.
Tudo começou no dia 21 de agosto de 2006, quando eu entrei no colégio, ali eu soube que meu destino me encontraria, no exato momento que eu cruzei aquele portão de ferro. O ano se passou, perdi minha mãe no dia 23 de fevereiro de 2007. Mais um ano se passou, um ano no qual eu fiquei perdida, indo na onda dos outros, um costume que não era meu. Vivi sem esperança, por tempo demais e sem me dar conta disso procurei arduamente por ela. Eu não a encontrei, ela me encontro. Ou melhor, eles. A Esperança me veio furtando minha paz e sentido de viver, me dando algo a que acreditar e que cuidaria de mim, em três encontros que fizeram meu coração aumentar vertiginosamente ao quíntuplo de seu tamanho em cada um dos encontros, preenchendo cada um dos menores espaços, até eu estar completamente tomada por eles: Pedro, Aro e Dado, que eram quase uma pessoa só. Não havia divisão, eu amava aos três ao mesmo tempo e com a mesma intensidade, sendo eles o meu próprio centro do universo. Aquilo era amor, amizade e fortaleza- a única coisa que poderia me destruir - provocado em mim, uma necessidade intensa deles, ao ponto de doer, como a necessidade de uma droga. Eles eram e sempre serão meus melhores amigos. No ano seguinte, depois de e ter ficado afim de Dado e Pedro, comecei a ficar com tad, um dos meninos mais cobiçados do colégio e uma das amigas dele veio puxar assunto comigo. E aquele recado no orkut mudou minha vida. De novo. Me tornei amiga da Lara, a melhor amiga de Aro, mas meu amor era grande, eu podia lidar com aquilo - mal eu sabia que seria mais do que ela. Lara me apresentou Irina, Carol e Marina. A relação que se estabeleceu entre nós era algo tão forte, tão bonito, uma amizade tão intrigante que novamente meu coração cresceu, não como da outra vez, as cresceu. E no fim do ano, quando a ameaça de ele sair do colégio foi grande demais eu e aro nós aproximamos muito, e... eu me apaixonei por aquele que eu jurei jamais me apaixonar: Aro. Mas eu só descobri isso, no dia em que depois de brigarmos e fazermos as pazes, ele me contou que gostava de outra. Trazendo ao meu verão noites tão mal dormidas regadas a lagrimas e frustração. Me preparei para tudo, sem nunca alimentar aquela Esperança em meu peito que pedia para ser alimentada. Quando ele era própria Esperança em mim. No dia 5 de abril, por algum motivo nós voltamos, paralelo a isso, minha relação e aliais, a relação de todos Os Invencíveis - como peguei o costume de nós chamar, depois de eu e Irina cantarmos Lua de Cristal aos berros e lágrimas no ultimo dia de aula - quebrava e se dissolvia no vento. Irina e Marina, quase não falavam mais com Carol e Lara. Irina e Saulo terminaram e ela estava com Matheus agora. Carol terminou com Vinícius, Marina encontrou um pokemom, Lara continuava no vai e vem com João - um garoto do comdomínio dela. Marina e Pedro brigavam todo dia, Aro disse que Raquel e Paula eram suas melhores amigas de brincadeira, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade, como ele mesmo me ensinou. Thiago estava lá, mas não queria estar. Então a maré ruim me atingiu, eu passei a gostar de Lucas - Besta - e contei tudo a Aro. Bem, menos que se eu não o tivesse traído não o teria escolhido, não contei que ele foi e sempre será o amor da minha vida, mesmo que nós estivéssemos nesse rolo a 8 meses e eu o conhecesse a 2 anos e só tivesse descoberto isso a uma semana. Eu e aro terminamos. Eu poderia e estava conseguindo lidar com a perda dos Invencíveis, mas perder Aro era além do meu limite. Ele era a base, o chão, o eixo, o tudo. Eu também não contei a ele a maior de todas as verdades, inevitável e presente como a chuva no entardecer dos dias quentes de verão: que minha vida se resume no que eu vivi com eles, com ele. Nós éramos Os Invencíveis. Então, como deixamos de ser? O que houve com a maior de todas as forças, que estava alterando o curso da história e mudando o mundo, como era de seu destino? O que seria capaz de vencer o invencível? Eles mesmos, nós mesmos. Deixamos de acreditar no final feliz que nos foi destinado, desistindo dos desafios, cansados de lutar, naquele processo exaustivo - parte de algo maior que nos daria entendimento, conhecimento para situações futuras. Lutas que não acabariam nem mesmo com a morte. Almas abençoadas que ficaram cegas como tempo, ou melhor, com a falta dele. O ser humano teme o que desconhece, mas não nos julguem, não nos culpem, mas era tudo muito diferente da rotina inovadora e surpreendente a qual nos acostumamos. Precisávamos nos reinventar - mantendo a essência - para estarmos prontos para a luta no novo terreno. Mas nós não enxergamos isso. A saudade era incomoda, principalmente porque sabíamos que em breve nos separaríamos ainda mais. Por quê um ano de tortura e despedida? Para provar que somos merecedores do tudo, do todo. E nós também não enxergamos isso. Ou talvez só não fossemos merecedores. ''Fiz o que foi necessário para ser feliz. Mas me esqueci que a felicidade é um sentimento simples, podendo encontra-la e deixa-la ir embora por não perceber sua simplicidade'' Em plena juventude eu tentei me matar (14 anos). Despertei no hospital ainda meia absorta por minhas cruéis e verdadeiras conclusões e ouvia música de fundo, uma de minhas preferidas.





Encontre-me no Equinócio Encontre-me no meio do caminho Quando o sol está posicionado em seu ponto mais alto No meio do dia Deixe-me te dar meu amor Deixe-me tomar sua mão Enquanto andamos na suave luz Oh querida entenda Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo termina Encontre-me no seu melhor comportamento
Encontre-me no seu pior Pois lá não haverá pedra não virada ou bolha deixada para estourar Deixe-me deitar ao seu lado, querida Deixe-me ser seu homem E deixe nossos corpos se entrelaçarem Mas sempre entenda Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo termina Que tudo, tudo, tudo termina Uma janela Uma tumba aberta O sol se rasteja
Através de seu quarto Uma luz Uma sala de espera Sua ultima respiração Se movendo através de você Enquanto tudo, tudo se termina


Me deparei com a enfermeira que me interpelou:

- Mas por quê, por quê?
Eu respondi sucinta, lúcida, plena de minha dor e com lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
- Sem Esperança!


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Oi, meus amores e amoras ( minha professora que fala isso \z
Sei que não tenho respondido aos comentários e devos fazer isso em breve, só estava meio atolada com os trabalhos de Sala de Leitura - uma de minhas matérias preferidas - porque a professora pediu para continuarmos a história que ela deu e eu fui escrevendo umas 4 páginas viajando na maionese, mas ficou legal. Se quiserem depois eu posto, é sobre uma mulher chamada Raquel que se apaixona pelo amigo do tio que junto a ele esta tentando revolucionar a Rússia. Beijos, meus queijos ;*

Novembro, ainda me lembro


Parte Vlll - Like shooting stars
Chorei por aqueles braços que se dipuseram a me abraçar não estarem mais perto de mim e porque quando a chuva caiu, ele estava ali tão perto de mim, mas tão distante, como se entre eu e ele houvesse um oceano. E ainda assim, a coisa que eu mais queria era te-lo ali, debaixo da chuva comigo. Chorei pelo fato de ser aquilo que eu espero a tanto tempo. De qualquer modo, de que adianta chorar quando todas as lágrimas do mundo não mudaria a situação? Ficamos naquela de terminar, dando um tempo, mas eu já sabia que havia terminado. Eu soube com uma das minhas horrorosas percepções no momento em que ele disse as primeiras palavras, que eu me recusava a lembrar. O previsto, o obvio agora, seria que eu finalmente ficasse com o Besta, logo em seguida. No entanto, eu sentia que aquilo era uma traição maior ainda com Aro, depois de tudo, ainda ficar com Besta. Tentando mudar esse pensamento, conversava com ele realmente me esforçando, então quando em uma desses dias olhei para ele no meio de uma conversa sobre sei lá o quê a única coisa que senti por ele foi... ...ódio. Isso, ódio puro. Porque se eu não o conhece-se eu não me iludiria imprimindo nele a imagem do Aro, pois - eu tenho que encarar a verdade - Besta foi o meu Aro de tarde, eu não gostava dele por quem ele era, gostei dele porque eu o achava parecido com Aro, físicamente - irracionalmente - e por ele ser tudo que Aro não era, completando-o. Eu gostei do Besta como se tivesse gostado do aro o tempo todo e agora o tanto que eu gostava dele, se tranferiu a Aro. Por tudo isso, eu se quer conseguia ficar perto do Besta, eu simplesmente não queria. Ele era apenas uma estranho como outro qualquer - que eu odiava. Só isso. A esse custo me foi tirado aro, o amor da minha vida. Pois Aro é o amor da minha vida. Na verdade, eu plantei isso e merecia um castigo. Eu aguentaria perder os Invencíveis por pior que fosse, mas perde-lo, estava além do meu limite. Eu aguentaria vinte vezes que minha mãe morresse, aceitaria e ficaria feliz. Aguentaria ter todos os membros dilacerados, me conformaria e viveria sem eles. Até morreria para não ter de viver sem ele, pois sua ausência, estava em todo lugar. Eu preciso de um pedido, de uma estrela cadente neste céu azul, para me dar um pedido, para realizar meu desejo, com o meu desejo da noite de Natal, quando eu desejei te-lo e ele voltou para mim. Voltei como de costume aos meus fones de ouvido.



Todo o brilho, glamour e moda Todo o pandemônio e a loucura Chega uma hora que tudo fica cinzento E você fica olhando para o telefone no seu colo Você espera, mas as pessoas nunca ligam de volta É assim que a história se desenrola Você consegue mais uma mão quando recua E quando os seus planos fracassam na areia Qual seria o seu pedido se pudesse fazer só um? Então, avião, avião!(...) Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite são como estrelas cadentes Seria muito bom um pedido agora, um pedido agora, um pedido agora Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite são como estrelas cadentes Seria muito bom um pedido agora, um pedido agora, um pedido agora Seria bom um sonho, ou uma Jeanie, ou um pedido Para voltar para um lugar muito mais simples que esse Porque depois de...


...tudo, eu só queria você aqui.

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Oi, meus amores! Não postei no fim de semana, mas to postando agora. E de um a vez por todasd aprendi a lição de não prometer o que nao posso cumprir, já que eu não postei antes [ã]. As proximas partes do conto estão quase prontas, só precisam ser editadas no pc. Só to aqui hoje, por causa do jogo do Brasil, que me fez não ter aula, hihi :B
Hope you enjoy it ;*

 
By Biatm ░ Cr�ditos: We ♥ it * Dicas e tutoriais da Jana